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Lousã Notícias 124 Notícias publicadas
       
Publicada a 06 de maio de 2018 às 19:39h
O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, disse que os primeiros concursos da obra do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), baseado em autocarros elétricos, deverão ser lançados no princípio do próximo ano. O serviço unirá os concelhos de Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra. "Estamos a fazer os projetos tal e qual como dissemos na altura", respondeu o ministro, questionado pela agência Lusa, em Tábua, sobre os desenvolvimentos do processo. A denominada solução "metrobus" foi apresentada há quase um ano por Pedro Marques, em 02 de junho de 2017, em Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra. "Estamos a cumprir com aquilo com que nos comprometemos com as populações e com os autarcas", sublinhou. A execução do projeto de mobilidade do SMM, com que o Governo se comprometeu há um ano -- e que abrange o canal do ramal ferroviário da Lousã e a cidade de Coimbra -- deverá custar 89,3 milhões de euros. Pedro Marques falava em Tábua, após ter participado na apresentação da solução para o IP3 aos autarcas dos municípios da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra. A sessão foi vedada aos jornalistas, como já antes tinha acontecido em Tondela, numa iniciativa idêntica para os concelhos que integram a comunidade congénere de Viseu, Dão e Lafões. A conclusão das obras do Itinerário Complementar 6 (IC6) visa servir a população e as empresas de Tábua, Oliveira do Hospital, Seia e outros concelhos vizinhos, nos distritos de Coimbra e Guarda, onde as acessibilidades são apontadas como um dos maiores entraves ao desenvolvimento.


Publicada a 02 de maio de 2018 às 13:27h
Numa corporação onde coexistem bombeiros profissionais e voluntários, o aniversário foi comemorado com homenagens aos bombeiros mais abnegados e palavras de esperança no futuro. A entrega de dois Crachás de Ouro da Liga dos Bombeiros Portugueses a dois elementos de referência dos Bombeiros Municipais da Lousã foi o momento mais alto das comemorações do 114º aniversário da corporação. Os homenageados foram o Comandante João Melo, pela sua abnegação e liderança e o Chefe António Baptista Almeida, pelos seus 35 anos de dedicação e bons serviços O presidente da Câmara Municipal da Lousã anunciou ainda alguns objectivos a concretizar «nos próximos tempos» e que vão dotar os Bombeiros Municipais da Lousã de melhores condições de operacionalidade. Ao intervir na sessão solene comemorativa do 114.º aniversário da corporação, Luís Antunes garantiu que a autarquia vai investir cerca de 13 mil euros, a que se junta uma comparticipação da Autoridade Nacional de Protecção Civil, na substituição «em breve» do veículo tanque urbano danificado nos incêndios de Outubro. Também afirmou que vai continuar a lutar, junto do Ministério da Saúde, pela substituição da ambulância do INEM e, nas secretarias de Estado da Administração Local e da Protecção Civil, «diligenciar para que existam condições para concretizar a carreira de bombeiros».


Publicada a 01 de maio de 2018 às 16:00h
As candidaturas efetuadas pela Câmara Municipal, em parceria com as Juntas de Freguesia e concessionários, atingiram o pleno e, na próxima época balnear, as três praias fluviais do concelho – (Casal de Ermio), Senhora da Graça (Serpins) e Senhora da Piedade (Lousã) – terão hasteada a Bandeira Azul, galardão máximo da qualidade ambiental. De destacar o facto da Piscina Natural da Nossa Senhora da Piedade ter sido, pela primeira vez, premiada com este galardão. Esta distinção é atribuída – anualmente – pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), em função de um conjunto de critérios de gestão ambiental, qualidade da água, serviços e segurança aos utentes, entre outros. Para o Presidente da Câmara, Luís Antunes “Com a obtenção do galardão de todas as praias atingimos mais um importante objetivo a que nos tínhamos proposto. A atribuição destas bandeiras deve constituir um estímulo adicional para o trabalho em curso e a desenvolver para a promoção deste magnifico território e das suas potencialidades naturais e patrimoniais e para a estruturação e valorização da oferta turística do Concelho”. O Autarca destacou ainda que “A candidatura se insere nas medidas de promoção da sustentabilidade definidas pela Autarquia e que, anos após ano, tem colocado a Lousã em lugar de destaque nos rankings de sustentabilidade”.


Publicada a 29 de abril de 2018 às 16:32h
Aberto à participação da comunidade vai realizar-se na manhã de 12 de maio, no auditório do Museu Prof. Álvaro Viana de Lemos, o II Seminário dos Baldios de Vilarinho denominado “Comunidades Locais e os Baldios”. Com o secretariado a estar disponível a partir das 09h30, o Seminário inicia-se pouco depois com a sessão de abertura, à qual se seguirá, pelas 10 horas, o “PAINEL I” com os seguintes temas e oradores: - Alterações climáticas e os fogos, apresentadas pelo Prof. Xavier Viegas, ADAI - Proteção dos solos pós-incêndios a cargo do Prof. Domingos Lopes, UTAD O programa tem previsto pelas 11h20 uma pausa para o café para que às 11h30 se inicie o “PAINEL II” que terá: - Os novos desafios da Gestão Florestal, da responsabilidade do Eng.º João Gama Amaral, Bosque - A resinagem, o redescobrir de uma atividade secular, com Eng.º. Miguel Santos, Resipinus Das 12h30 às 13h00 terá lugar o debate moderado pela Doutora Rita Serra, CES da Universidade de Coimbra, sendo encerrado o Seminário com a intervenção do Presidente do Conselho Directivo dos Baldios de Vilarinho, Luís Trota. Informações e inscrições em geral@baldiosvilarinho-lsa.pt ou para 239 995 075/913 815 389


Publicada a 29 de abril de 2018 às 16:27h
A Câmara de Lousã lamentou a forma como a requalificação do Itinerário Principal 3 (IP3) foi anunciada, “via comunicação social”, e defendeu que a obra não corresponde às expectativas da região. No dia 19, os deputados do PSD eleitos pelo círculo de Viseu anunciaram que a autoestrada Viseu – Coimbra está “descartada” e que a duplicação do traçado do IP3 “não será feita na totalidade”. Quatro dias depois, os promotores do Movimento pela Requalificação Completa e Adequada do IP3 congratularam-se por esta via entre Viseu e Coimbra ser requalificada e, numa primeira fase, ficar com perfil de autoestrada em 85% do trajeto, sem portagens. Hoje, num comunicado enviado à agência Lusa, a Câmara da Lousã disse estranhar a forma como a decisão foi comunicada e salientou a necessidade da implementação de um novo traçado, mais a sul. “No âmbito de notícias vindas a público esta semana sobre a decisão do Governo de requalificar o IP3, em detrimento da solução de um novo traçado mais a sul defendida por diversos organismos públicos e privados, o presidente da Câmara Municipal da Lousã, Luís Antunes, manifestou ‘estranheza’ pela forma como foi comunicada esta decisão, nomeadamente pelo facto de as entidades que foram chamadas à discussão das várias soluções, entre os quais diversas autarquias, não terem sido informadas formalmente desta decisão”, lê-se em nota de imprensa. Luís Antunes, acrescenta o comunicado, “reforça a sua convicção relativamente à valia da solução que tem defendido, de uma nova via, num traçado mais a sul que se possa assumir como estruturante para a melhoria mais substantiva e alargada da mobilidade regional, da coesão territorial e do desenvolvimento integrado da região, permitindo a sua ligação ao IC6 e à A13 – potenciando o seu uso e uma ligação mais rápida a sul – e também uma alternativa à EN17, uma via que já não corresponde – a vários níveis – às necessidades dos utilizadores”. Para a autarquia, a decisão de optar apenas pela requalificação do IP3, conhecida através dos órgãos de comunicação, “não corresponde à expectativa e necessidades da região, não conferindo condições adequadas de competitividade a vários concelhos que, apesar dos constrangimentos ao nível das acessibilidades, apresentam uma atividade económica relevante”. Luís Antunes diz também, citado na nota, que reconhece a necessidade de requalificação do IP3, mas que essa intervenção não serve a região: “Por isso, vamos continuar a demonstrar a pertinência e justiça da nossa reivindicação”. Na terça-feira, O deputado do PS Pedro Coimbra manifestou satisfação com as anunciadas obras de requalificação do IP3. “Ainda há poucas semanas me manifestei publicamente, na Assembleia da República e na comunicação social, pela evidente urgência em requalificar esta importante via, quer por questões de segurança, quer por questões de mobilidade de pessoas e mercadorias, pelo que esta decisão merece todo o meu apoio e aplauso”, referia então Pedro Coimbra, eleito pelo círculo de Coimbra, citado numa nota de imprensa. O CDS-PP lamentou, por outro lado, na segunda-feira, que o PS e o PSD concordem que a solução para o IP3, entre Viseu e Coimbra, passe por “remendar a estrada que já existe”. Também na terça-feira, eleitos da Assembleia Municipal de Coimbra manifestaram-se a favor da requalificação do IP3 entre esta cidade e Viseu, dando à via perfil de autoestrada em grande parte do trajeto, anunciada pelo ministro Pedro Marques. Já o presidente dos Autarcas Social-Democratas (ASD), Álvaro Amaro, disse na quinta-feira que o IP3 é uma “causa nacional” que a todos deve mobilizar e afirmou que esse “grande problema rodoviário” do país deve ter uma solução.


Publicada a 29 de abril de 2018 às 16:23h
A prevenção dos incêndios, com redobrado esforço na limpeza das áreas florestais junto das povoações, deve ser encarada como prioridade nacional, reafirmou o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, na Lousã. "Temos de colocar a prevenção e a limpeza -- e essa é uma vitória já alcançada -- como a absoluta prioridade", disse Eduardo Cabrita no Laboratório de Estudos sobre Incêndios Florestais, na Lousã, distrito de Coimbra. Na sua opinião, depois da limpeza das faixas de gestão de combustível, importa "trabalhar na autoproteção" das populações nas zonas de maior risco de incêndio. "Estamos a aprender com uma experiência que é notável", disse o ministro da Administração Interna, numa alusão ao projeto "Aldeias Resilientes", que está a ser desenvolvido pela Associação das Vítimas do Incêndio Pedrógão Grande (AVIPG), em parceria com a Associação de Proteção e Socorro e a empresa tecnológica WIT Software. Eduardo Cabrita falava aos jornalistas após ter participado na abertura de uma sessão de formação sobre incêndios florestais e segurança das populações, promovida pelo Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais (CEIF) da Universidade de Coimbra, em colaboração com a AVIPG, liderada por Nádia Piazza, em que participaram dezenas de pessoas. Com o projeto "Aldeias Resilientes", lançado em novembro, em Pedrógão Grande, distrito de Leiria, esta associação, "em cima da dor, está a reerguer a esperança", depois dos trágicos fogos de 2017, em que morreram mais de 100 pessoas. "É fundamental aproximar a prevenção do combate. É fundamental trazer conhecimento científico à experiência de combate aos incêndios", defendeu o governante, frisando que "este é um trabalho de todos" em Portugal. Em cada situação de risco, "é necessário que as pessoas saibam o que devem fazer e não fazer na sua casa, onde está o local de abrigo", exemplificou. "Tivemos e estamos a ter ainda o tempo da limpeza, temos o tempo da autoproteção, teremos de estar melhor preparados também para o tempo de combate. Não é possível separar estas várias partes de um desafio que é de todos nós", salientou. Na abertura da sessão de formação intervieram também Nádia Piazza e Domingos Xavier Viegas, professor catedrático da UC e principal responsável do Laboratório de Estudos sobre Incêndios Florestais, que funciona num espaço adjacente ao aeródromo da Chã do Freixo, arredores da Lousã.


Publicada a 29 de abril de 2018 às 16:17h
A iniciativa da autarquia liderada por Luís Antunes, que se insere na estratégia de promoção do Concelho e dos seus produtos endógenos, conta com 10 restaurantes aderentes. Pretende tirar partido de um dos principais motivos de atração de visitantes ao território lousanense, que é a gastronomia. O líder da autarquia lousanense reafirmou que este festival valoriza “um prato cada vez mais procurado”, que faz as delicias de todos aqueles que apreciam esta especialidade da Lousã. O evento visa ainda reforçar o nome Lousã, a atractividade do concelho, a partir do apelo gastronómico e dos produtos endógenos, para que, antes, durante e depois do Festival Gastronómico do Cabrito, todos possam usufruir do fantástico ecossistema da Serra da Lousã e das Aldeias do Xisto. Cabrito com batata assada, arroz de miúdos e grelos; Cabrito no alguidar com castanhas; Cabrito assado no forno com molho de Licor Beirão; Cabrito assado com batatas e castanhas; Ensopado de cabrito com alecrim; Cabrito à pastor com arroz de cogumelos selvagens; Cabrito assado no forno à antiga ou Cabrito assado em forno de lenha, são algumas das propostas apresentadas durante o festival pelos restaurantes da Lousã. O cabrito pode ser degustado nos restaurantes Ti Lena, Casa Velha, São Paulo, Tó dos Frangos, O Burgo, A Viscondessa, O Gato, Sabores da Aldeia e Villa Lausana.


Publicada a 29 de março de 2018 às 10:09h
Terminou este domingo mais uma edição da Semana do Empreendedorismo da Lousã, um evento que contou com diversas atividades, tendo as mesmas contado com boa adesão. A Semana iniciou-se com o Concurso Municipal de Ideia de Negócios, organizado em parceria com a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM_RC), Agrupamento de Escolas da Lousã, Escola Profissional da Lousã e ARCIL. A ideia de negócio vencedora a Pulsar – uma pulseira para pesar que se coloca à volta dos sacos de alimentos e ingredientes, substituindo as convencionais balanças – foi proposta pela Aluna Ema Loureiro Duarte e foi a representante do Concelho no Concurso Intermunicipal de Ideias de Negócio que teve lugar no passado domingo, tendo sido brilhantemente apresentado pela sua proponente. No dia 19 de março, o Museu Prof. Álvaro Viana de Lemos acolheu o II Fórum de Empreendedorismo e Inovação – Desafia-te! Já no dia 20 de março, as atividades desenrolaram-se no Auditório da Biblioteca Municipal, tendo decorrido durante a manhã duas oficinas promovidas pela DECO e pelo Microninho – Incubadora Social / ADSCCL, nomeadamente sobre “O essencial da economia pessoal” e “Missão UPA”. Durante a tarde, as atividades foram dedicadas às empresas e aos empreendedores, tendo sido promovida – em parceria com a AESL – Associação Empresarial Serra da Lousã, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional e Turismo do Centro – uma sessão de esclarecimento sobre o “Incentivo SI2E – Atrair novos investimentos empresariais e emprego para os territórios afetados pelos incêndios e incentivos para o setor do Turismo, tendo a sessão contado com cerca de 40 participantes.


Publicada a 29 de março de 2018 às 10:07h
Uma disputa de águas de rega esteve há 40 anos na origem de um homicídio, na Serra da Lousã, que inspirou uma canção de sabor popular e um filme do realizador João Mário Grilo. Era um dia do verão de 1978, estava um calor intenso na Cerdeira, concelho da Lousã, e o velho Constantino Lopes, solteiro, andava incomodado pelo facto de as águas de uso comunitário faltarem na hora que lhe cabia por direito ancestral. Nessa altura, na sequência de um longo processo de desertificação, que se acentuou após a II Guerra Mundial, apenas três pessoas moravam naquele lugar agropastoril: o próprio Constantino e duas vizinhas, com as quais mantinha uma coabitação difícil. Um dia, quando mais uma vez a água não desceu pelo regato para irrigar a sua terra, o homem (que também zelava pelas propriedades de serranos ausentes em Lisboa e além-mar, sobretudo no Brasil e nos Estados Unidos) viu-se envolvido numa altercação que acabou da pior maneira. Transtornado com o repetido roubo de água e com as ofensas verbais do momento, Constantino perdeu a cabeça e, com um sacho, desferiu um golpe fatal na vizinha de quem há muito se queixava. Sem antecedentes criminais, Constantino “era um homem bem formado”, disse à agência Lusa o advogado Amílcar Sandinha, que há 40 anos o defendeu em julgamento. “A coexistência com as vizinhas não era pacífica. As pessoas estavam noutro mundo e viviam de costas voltadas”, recordou. Nessa época, “a água era um bem precioso disputadíssimo” nos meios rurais, em Portugal, “mas hoje esses problemas não são tão frequentes”, sublinhou o causídico, que aos 82 anos continua a exercer a profissão. Constantino vestiu o seu melhor fato e desceu a montanha, a pé, para se entregar na GNR. Viúva, a irmã da vítima foi acolhida na Santa Casa da Misericórdia da Lousã, no distrito de Coimbra. Sem habitantes, a Cerdeira morreu igualmente nesse dia fatídico, para renascer mais tarde, com outros residentes, como a escultora alemã Kerstin Thomas, que tem assumido um papel decisivo no novo ciclo de vida da aldeia, agora assente na cultura, no ambientalismo e no turismo. O Tribunal da Lousã condenou Constantino a 14 anos de prisão, mas o camponês foi poucos anos depois devolvido à liberdade, tendo regressado à Cerdeira, onde morou sozinho até à chegada da família germânica, em 1988. O guarda-florestal Augusto Simões dedicou-lhe o poema “Celestino”, sem nunca dizer ao amigo que eram versos em sua homenagem. Com música de Ramiro Simões, a canção passou a integrar o reportório do grupo “Novárvore”, nos anos 80 do século XX. “Ainda hoje, muita gente continua a pedir-me o ‘Celestino’ nos espetáculos e encontros cá na terra”, disse o cantor. Kerstin Thomas depressa ficou amiga do vizinho. “Ele não era um criminoso, era uma excelente pessoa”, declarou à Lusa. A artista contou que “Constantino sofreu muito” com o desfecho da disputa violenta com a vizinha e informou logo os novos moradores que teve “um azar na vida”. “O meu maior fascínio, quando aqui cheguei, foi a água” da ribeira da Cerdeira, em quantidade e qualidade, disse. Kerstin é uma das organizadoras do programa cultural “Elementos à Solta”, que se realiza na aldeia desde 2006. A 13.ª edição da iniciativa, em maio e junho deste ano, é dedicada à água. “É um luxo ter acesso a uma água com esta qualidade”, enfatizou. A par de outros lugares serranos, a Cerdeira integra a rede turística Aldeias do Xisto. Em 1992, João Mário Grilo rodou na Serra da Lousã o filme “O Fim do Mundo”, baseado nos acontecimentos protagonizados por Constantino, em 1978, com o ator José Viana (Augusto Henriques) no principal papel. O montanhês temia “recordar aquilo tudo outra vez”, confirmou Kerstin Thomas. José Viana decidiu não conhecer o homem, como afirmou em entrevista à Lusa durante as gravações, na Serra da Lousã, há 25 anos. Do mesmo modo, Constantino Lopes detestava que lhe falassem do filme: águas passadas não movem moinhos.


Publicada a 11 de março de 2018 às 19:45h
Segundo Pedro Machado, a Lousã “empresta” a sua marca a um conjunto de territórios, que não estão confinados apenas ao seu município, “com características próprias que ajudam a diferenciar a oferta turística e lhe acrescenta valor fundamental na atração, que é a singularidade”. “Hoje, o que turistas nacionais e estrangeiros procuram cada vez mais, quando se deslocam para destinos, está subjacente às suas motivações duas características: diferenciação e singularidade”, disse o presidente da TCP, que intervinha na Câmara da Lousã, durante a assinatura de um acordo de parceria com aquele município do interior do distrito de Coimbra. O protocolo de parceria estabelece um investimento de 20 mil euros da TCP para a promoção do turismo e produtos locais da Lousã, entre eles a Feira do Mel e Castanha e os festivais gastronómicos, e para o funcionamento do ‘Welcome Center’ das Aldeias do Xisto, que está instalado no concelho. Para Pedro Machado, “há tanta coisa associada à Serra da Lousã que traduz, de facto, uma capacitação daquilo que é o valor acrescentado que a Lousã empresta aos municípios à sua volta” e para a atratividade que representa para os outros que utilizam aquela marca. “O TCP reconhece a importância desta porta de entrada para um dos elementos principais da nossa oferta turística que são as aldeias do xisto, em que temos cinco, e, além disso, este protocolo tem como objetivo o apoio a eventos realizados pelo município”, congratulou-se o presidente do município da Lousã. De acordo com Luís Antunes, o município tem conseguido contribuir para os objetivos da TCP, dinamizando e qualificando a oferta turística existente no concelho. “Queremos cada vez mais afirmar a Lousã como destino de excelência, forte e relevante naquele que é o panorama turístico da região Centro e no contexto nacional”, sublinhou o autarca.


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