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Lousã Notícias 105 Notícias publicadas
       
Publicada a 25 de novembro de 2017 às 17:21h
O Ministro da Cultura manteve parecer da Direcção Regional do Centro (DRCC) sobre obras nos Paços do Concelho, rejeitando recurso interposto pela Câmara Municipal da Lousã (CML). A posição tomada pela DRCC em relação à substituição das janelas dos Paços do Concelho da Lousã foi corroborada pelo Ministro da Cultura, sendo agora a autarquia obrigada a repor a caixilharia e os vidros que caracterizavam a fachada do edifício. Assim, o “parecer favorável condicionado”, emitido pela DRCC a 24 de Janeiro passado, terá de ser cumprido pela Câmara da Lousã. Foi nos finais de 2016 que as obras na sede do município da Lousã se iniciaram, tendo a empreitada substituído as janelas do edifício. A caixilharia de madeira e a vidragem tradicional em quadrícula foi retirada, tendo sido colocada um estrutura em PVC, utilizando-se um vidro único. No entanto, quando a requalificação do edifício de iniciou, aquela autarquia não tinha ainda formalizado um pedido de parecer à DRCC – algo que só se realizou a 4 de Janeiro de 2017, quando já “60 janelas e portas tinham sido alteradas”. Esse pedido deveria ser realizado antes de as obras se iniciarem, já que “o edifício se encontra dentro da zona de protecção do Pelourinho da Lousã, classificado como monumento nacional em 1910”. O parecer indica que a DRCC é favorável à requalificação do edifício, mas a decisão é “condicionada”. O mesmo organismo compreende que a substituição da caixilharia não foi a “mais adequada”, não indo de encontro “à imagem do imóvel”. Assim, o parecer é condicionado “à reposição da solução pré-existente ou a uma solução mais adequada num curto período temporal”, uma vez que a direcção regional deliberou numa altura em que a intervenção em causa já estava “praticamente concluída”. Na altura, o presidente da CML, Luís Antunes, não entendeu que a intervenção tivesse sido “desadequada”, citando “pareceres externos e internos”. No entanto, a autarquia “interpôs um recurso hierárquico do despacho emitido” pela DRCC, com o intuito de alterar a decisão de “parecer favorável condicionado” para “parecer favorável”. O recurso foi rejeitado pela Direcção-Geral do Património Cultural, informando que “deve ser mantido o acto recorrido”. As obras foram contestadas e ganharam forma num manifesto assinado por “um grupo de 100 cidadãos”, adianta Rui Carreira Abreu, residente naquela vila há mais de 30 anos. Esse manifesto “tem como primeiro signatário Pedro Mexia”, escritor e assessor cultural do Presidente da República. A mesma fonte explica que a empreitada “não seguiu parâmetros legais” e que “desvirtuou um edifício histórico”. Em Março, o caso chegou ao Ministério Público: o grupo entregou “uma denúncia fundamentada” das obras que decorriam nos Paços do Concelho por violarem as leis em vigor e por descaracterizarem as fachadas do imóvel. Segundo o munícipe, “são poucos os lousanenses a favor desta substituição”. No entanto, Rui “não vê sinais” dessa alteração. Contudo, o lousanense assegura que já foi enviada uma carta à CML para que esta “informe dos prazos em que planeia cumprir o parecer da DRCC”.


Publicada a 05 de novembro de 2017 às 16:25h
No próximo dia 6 de novembro a Fundação comemora 30 anos da realização da escritura constitutiva da ADFP por iniciativa de Jaime Ramos. As comemorações incluem um conjunto de iniciativas que foram decorrendo ao longo do ano, culmina agora com um programa de aniversário que integra eventos internos e outros virados para a comunidade. Os momentos altos do programa de eventos serão o tradicional almoço de aniversário e uma Gala com a participação de artistas locais e amigos da organização. O primeiro momento do programa de aniversário previsto para Novembro e Dezembro teve lugar no dia 3 de novembro, no cinema de Miranda do Corvo, com “Nos sapatos e Francisco”, tema da aula magistral proferida por Anselmo Borges, que marcou a abertura oficial do ano letivo da Universidade Sénior mirandense Dia do aniversário, 6 de novembro, haverá um conjunto de iniciativas internas de caráter desportivo e cultural, com a atuação musical por parte da Universidade Sénior de Miranda do Corvo e a colaboradora Glória Correia, culminando com bolo de aniversário, espumante e sumos. No dia 10, o Parque Biológico da Serra da Lousã promove um Magusto do Dia de São Martinho, dirigido aos visitantes e colaboradores do PBSL. A grande maioria dos colaboradores deste parque temático são pessoas com necessidades especiais, e que integram as valências de centro de actividades ocupacionais e formação profissional. O dia mais significativo das comemorações, com almoço, visitas e inaugurações será no dia 11 de novembro.


Publicada a 31 de agosto de 2017 às 16:37h
Saber comunicar com os utentes é essencial, alerta o sociólogo Fausto Amaro, presidente da Sociedade Portuguesa de Suicidologia (SPS), a propósito do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio. O responsável sublinha que "os cuidados de saúde primários são essenciais na prevenção do suicídio, sendo necessário que estes estejam interligados com os serviços de Psiquiatria e Saúde Mental". É nesse contexto que um dos oradores convidados do Colóquio que se realiza dia 9 de setembro é o médico de família João Rodrigues, presidente da Associação Nacional das Unidades de Saúde Familiar (USF-AN). "Nunca se podem utilizar expressões banais" Este trabalho de equipa, multidisciplinar, contribui para que os profissionais de saúde saibam como falar com uma pessoa que se suspeita ter tendências suicidas ou que diga mesmo ao médico que pretende por fim à vida. “É uma área muito delicada, que exige muita formação, porque nunca se podem utilizar expressões banais, como ‘Isso não faz sentido’, ou ‘Tudo vai passar’.” Fausto Amaro reforça que “saber comunicar com os utentes é essencial, assim como, em caso de dúvida, é preciso saber quando se deve perguntar se a pessoa quer mesmo morrer e, de seguida, ajudá-la a encontrar uma alternativa, sem nunca desvalorizar o que ela está a sentir”, destaca igualmente o papel da comunicação social, "que deve ser vista como um parceiro fundamental". Na sua opinião, "é importante saber-se dar a notícia de um suicídio, para que se evitem mais casos por imitação", sublinha. Torna-se assim importante dar formação aos jornalistas, “para que essa notícia seja dada de modo a que se passe a mensagem de que há alternativa a esse comportamento”. Além de Fausto Amaro, na sessão de abertura do Colóquio do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, que decorrerá no Museu Municipal Álvaro Viana de Lemos, estará presente Ana Ferreira, vereadora da Câmara Municipal da Lousã, e Álvaro de Carvalho, diretor do PNSM/DGS e coordenador do PNPS. Com início às 14h30, a iniciativa inclui uma conferência intitulada "Baleia Azul: trilhos e exuberâncias de inquietações larvares", que será proferida pelo psiquiatra Carlos Brás Saraiva.


Publicada a 31 de agosto de 2017 às 16:33h
Vila Nova de Poiares, Arganil, Góis, Lousã, Miranda do Corvo, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra e Penela: os oito municípios querem que a futura autoestrada entre Coimbra e Viseu passe a sul do rio Mondego. Sete presidentes de câmara deram disso mesmo conta, ontem, durante uma conferência de imprensa, ao considerarem que a “alternativa sul” é a que “melhor responderá às dificuldades que se acumularam ao longo dos anos ao nível das acessibilidades”. Dos oito subscritores do documento, apenas o presidente da Câmara da Pampilhosa da Serra, José Brito, não participou na apresentação do documento. De acordo com João Miguel Henriques, presidente da câmara de Vila Nova de Poiares e anfitrião do encontro, o IP3 não dá resposta às necessidades do público nem a “devida resposta em termos de mobilidade rodoviária” entre o litoral e o interior.


Publicada a 30 de março de 2017 às 13:21h
Na tarde de sábado, 8 de abril, vai realizar-se no Clube Recreativo Vilarinhense o Seminário da Federação Nacional dos Baldios – BALADI,onde serão abordadas as atitudes de gestão valorativa dos ativos nas áreas comunitárias. Com início pelas 14 horas com a receção aos participantes, a sessão de abertura prevista para as 14:15 conta com a presença do presidente Luís Trota do Directivo dos Baldios de Vilarinho. Logo de seguida e tendo como moderadora Eugénia Rodrigues, cada tema terá meia hora de apresentação, estando o programa assim definido: - Atividades micológicas, quais os impactos na dinâmica das Comunidades Locais - Rita Serra, Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. - Energia Eólica em Propriedades Comunitárias: O caso da Galiza -DamiánCopena GIEEA da UV - Regime Florestal – Gama Amaral, Bosque - Serviços dos Ecossistemas: Metodologia para avaliação de dinâmicas de carbono em áreas baldias – Domingos Lopes – UTAD - Espaço para Debate A sessão de encerramento está prevista para as 17:45 por Armando de Carvalho - BALADI


Publicada a 24 de março de 2017 às 13:26h
Num investimento total de 365 mil euros, a Câmara Municipal da Lousã assegurou, em simultâneo, a compra de duas viaturas pesadas para setores diferentes da ação municipal: combate aos fogos florestais e recolha de lixo. O veículo destinado à área da higiene já está a operar desde ontem, tendo sido adquirido por 190 mil euros, integrada numa candidatura mais alargada (de 580 mil euros) que tem como objetivo a expansão da área de recolha de resíduos no concelho. A aprovação da candidatura significa que beneficiou de financiamento de 85%, pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR). Os outros objetivos do pelouro da higiene é o alargamento da rede de recolha seletiva, tendo sido já instalados 20 novos conjuntos de Ecopontos que significaram um investimento de 27.300 euros.


Publicada a 08 de março de 2017 às 9:23h
A Câmara da Lousã exigiu esta segunda-feira ao Governo que "rapidamente crie condições" para uma solução de mobilidade no âmbito do sistema que deverá substituir o anterior transporte ferroviário no Ramal da Lousã. O presidente da Câmara Municipal, Luís Antunes, que também lidera a assembleia geral da sociedade Metro Mondego (MM), afirma em comunicado que "já se arrasta há demasiado tempo" a procura de uma solução de transporte para a região. O Ramal da Lousã, entre Serpins e Coimbra, funcionava desde 1906 e foi encerrado há sete anos para obras que visavam a instalação de um sistema de metro, o qual deveria circular na ferrovia centenária e num novo circuito urbano a construir em Coimbra. "A implementação de um serviço mais moderno, mais qualificado e mais sustentável económica e ambientalmente, esteve sempre subjacente à luta (...) desenvolvida por pessoas e entidades", recorda Luís Antunes, considerando que essa luta, "infelizmente, já vai longa". Em finais de 2009, o serviço ferroviário, que era assegurado por automotoras a 'diesel' fabricadas nos anos 50 do século XX, foi interrompido "para que fossem iniciados os trabalhos de preparação do canal para a concretização deste objetivo". "Os prazos definidos pelo Governo foram ultrapassados", acrescenta o autarca socialista, exigindo ao executivo de António Costa que crie "as condições para que o processo tenha o desenvolvimento que se impõe". O Governo encomendou ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) um estudo para que o projeto seja candidatado aos fundos da União Europeia, após um primeiro estudo, pedido ao LNEC pelo executivo de Pedro Passos Coelho, "não ser conclusivo. Em setembro de 2016, o atual Governo anunciou que "apresentaria os resultados desse trabalho até final de janeiro, tendo posteriormente fixado o final de fevereiro para a referida apresentação", a qual adiou de novo para fins de março. "Vimos manifestar desagrado por tal facto e exigir que rapidamente sejam criadas as condições para que o processo tenha o desenvolvimento que se impõe", refere Luís Antunes, cuja posição foi divulgada hoje na reunião do executivo municipal. Também, os 19 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra, incluindo a Lousã, criticaram o atraso no anúncio de uma solução para o denominado Sistema de Mobilidade do Mondego e reclamaram soluções. Ao contrário da CIM, a Câmara da Lousã abandona na sua nota expressões como "Sistema de Mobilidade do Mondego" e "Metro Mondego", empresa criada em 1996, integrando o Estado e os municípios de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo.


Publicada a 06 de março de 2017 às 13:12h
Parecer da Direcção Regional de Cultura do Centro, emitido depois da intervenção, ditou a “reposição” das janelas. Interpretação do município desse mesmo parecer vai no sentido contrário. Não é a primeira acção de contestação à substituição das janelas do edifício da Câmara Municipal da Lousã (CML), mas desta vez a questão chegou à Justiça. O cidadão Rui Carreira Abreu anunciou que apresentou nesta sexta-feira uma denúncia junto do Ministério Público com a intenção de que seja adoptada uma solução que não descaracterize o edifício. O residente na vila da Lousã há 31 anos, Rui Carreira Abreu explicou aos jornalistas que na qualidade de munícipe entendeu que devia avançar com esta acção para que as janelas dos paços do concelho, construídos em 1934, sejam “minimamente semelhantes”. As obras na sede do município foram contratualizadas em Setembro de 2016, mas só em Janeiro deste ano, no dia 4, foi pedido um parecer à Direcção Regional de Cultura do Centro (DRCC). O documento deveria ter sido pedido antes do arranque das obras, uma vez que o edifício se encontra dentro da zona de protecção do Pelourinho da Lousã, classificado como monumento nacional em 1910. No pedido da autarquia consta a “substituição das caixilharias existentes em madeiro com vidro simples constituída em quadrículas de escala reduzida por caixilharias em PVC com vidro duplo”, quando a intervenção já se tinha dado. As alterações nas janelas são visíveis e o quadriculado que se observava desapareceu. Assinado a 24 de Janeiro, o parecer da DRCC é favorável à intervenção na câmara, mas a decisão é condicionada à “reposição da caixilharia mais ajustada à imagem do imóvel”, uma vez que a sua substituição constitui uma “substancial alteração da imagem” do edifício neobarroco. A DRCC conclui que a intervenção não é a “mais adequada”. Contactado pelo PÚBLICO, o presidente da câmara da Lousã, Luís Antunes, tem uma interpretação diferente de quem contesta a alteração. O autarca defende que o parecer é favorável e que, pelo facto de estar referido no documento que a intervenção não é a “mais adequada”, “não quer dizer que seja desadequada”. “Continuamos a entender, com base em pareceres internos e externo que a solução é adequada”, sublinha. O jurista Mário Frota, que apoiou Rui Carreira na elaboração da denúncia, refere-se à ausência de definição de prazo temporal para que haja a substituição das janelas como um “elemento preocupante” e sublinha que o parecer da DRCC “é vinculativo” e “devia ter sido prévio”. “A câmara não cumpriu a lei”, declara. Sobre a ausência do pedido do parecer antes de começar a intervenção, o autarca fala num “lapso em termos do timing do pedido”, mas entende que “o que importa é que há um pedido de parecer e que há um parecer emitido”. Quando questionado se equaciona a substituição das novas janelas, Luís Antunes não respondeu directamente e afirmou que o foco está no “términus das obras”.


Publicada a 24 de janeiro de 2017 às 17:53h
Um desenho rápido (a fazer futuramente com calma) de uma estação sem linha. Uma estação com uns painéis magníficos (protegidos) aguardando a volta do comboio a esta linha que liga a Lousã a Coimbra. Desenho a caneta bic pintado a aguarela em caderno quadrado tiger


Publicada a 22 de dezembro de 2016 às 12:02h
Documento foi aprovado na reunião realizada no passado dia 15 de dezembro. A Assembleia Municipal da Lousã aprovou, no dia 15 de dezembro, o Orçamento e Grandes Opções do Plano (GOP) para o ano de 2017. Assim, o Orçamento para 2017 será de 13.820.927,00 € (Treze Milhões, Oitocentos e Vinte Mil, Novecentos e Vinte e Sete Euros), o que significa uma redução em relação a 2016 de 88 mil euros, que se deve à estabilidade da política fiscal municipal registada nos últimos anos. O documento aprovado por maioria – com votos a favor do PS e da CDU, abstenção do Bloco de Esquerda e votos contra do PSD -reflete múltiplos desafios para o setor público e particularmente para as Autarquias, evidenciando este documento o aumento do investimento nas funções sociais, nomeadamente na educação, ação social, fornecimento de água, gestão de resíduos, gestão urbana, cultura, desporto e outras, que significam cerca de 12% da despesa corrente. O Orçamento aprovado está também preparado para os exigentes desafios do novo Quadro Comunitário, onde a Lousã tem já cerca de 4 milhões de euros relativos a projetos aprovados e diversas candidaturas apresentadas que ainda aguardam aprovação, onde podemos destacar a modernização da Piscina Municipal e a preservação e acessibilização do Castelo. Das candidaturas com financiamento já aprovado, destacam-se diversos projetos que darão um contributo muito relevante para o aumento da atratividade e qualidade de vida no concelho, nomeadamente intervenções relativas aos sistemas de água e saneamento, modernização de equipamentos educativos, construção do ecocentro municipal e alargamento e otimização da recolha seletiva de resíduos no Concelho. Para além dos projetos acima referidos, também a aposta na Regeneração Urbana contribuirá para a revitalização de diversas zonas, onde se destaca a zona histórica / centro urbano da vila da Lousã, e que vai contar com cerca de 1,6 milhões de euros de fundos comunitários para intervenções em espaços e equipamentos públicos. De referir que 25% do Orçamento se destina exclusivamente a investimento, o que reflete a dinâmica e a concretização da estratégia definida. No que respeita às GOP, destaca-se a importância dada à função social, onde 67% - cerca de 4,8 milhões de euros (35% do Orçamento Municipal) – será aplicado na Coesão Social e nas Pessoas. Também as funções económicas assumem uma importância acrescida com cerca de 1,2 milhões de euros de investimento, que são elucidativos da aposta no desenvolvimento sustentado do Concelho. De salientar que na proposta aprovada, o Executivo propõe-se, também a continuar a melhorar todos os indicadores económico-financeiro, cumprir todos os limites legais de endividamento, continuar sem pagamentos em atraso e estabilizar em prazo inferior a 30 dias o prazo médio de pagamentos. Luís Antunes, Presidente da Autarquia, referiu que “que os documentos aprovados são reveladores da estabilidade financeira da Autarquia e da prioridade assumida de investimento nas pessoas, bem como a ambição de, passo a passo, de forma estruturada, construir um Concelho cada vez mais inclusivo, moderno, competitivo e atrativo”.


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