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Lousã Notícias 138 Notícias publicadas
       
Publicada a 16 de setembro de 2018 às 16:17h
O Executivo Municipal da Lousã aprovou, na reunião que teve lugar na passada segunda feira, por unanimidade, a atribuição de 20 mil euros à ARCIL para apoio às estruturas de ensino diferenciado e estruturado do Agrupamento de Escolas da Lousã. Este apoio insere-se nas políticas e praticas de inclusão em que a Autarquia se tem empenhado em estreita articulação com as entidades diretamente envolvidas, com vista à promoção da cidadania e da qualidade de vida dos alunos carenciados de estruturas de ensino diferenciado/estruturado do Agrupamento de Escolas da Lousã. Refira-se que, recentemente, a Autarquia aprovou, também, acordos com o Agrupamento e com IPSS que contemplaram um apoio financeiro da Autarquia no valor de 174 mil euros e abrangem mais de 380 crianças, tendo como objeto a dinamização de Atividades de Animação e Apoio à Família (AAAF) e Centros de Atividades de Tempos Livres (CATL) em diversos estabelecimentos de ensino do Concelho. Estes protocolos e os apoios definidos enquadram-se nas medidas de apoio às famílias que contemplam outras iniciativas como a Ação Social Escolar, tarifas sociais, oferta de livros de fichas e material escolar, transportes escolares, dentro e para fora do concelho, diversos projetos educativos e outros apoios sociais.


Publicada a 01 de setembro de 2018 às 15:54h
Foi provada a abertura de concurso público para a “requalificação e acessibilização” da Piscina Natural da Senhora da Piedade, na Lousã. O Executivo Municipal da Lousã aprovou, na reunião que teve lugar hoje, a abertura de um concurso público para a realização da empreitada de Requalificação e Acessibilização da Piscina Natural da Senhora da Piedade. A empreitada – que tem um valor base de 399 699,70€ – contempla a construção de 1 200 metros de passadiço entre o Cabo do Soito e as Piscinas, acessibilização e requalificação da envolvente à Piscina, instalação de iluminação e intervenções no Restaurante e na Casa da Natureza. Esta empreitada foi candidatada ao Programa Valorizar que tem por objetivo promover a contínua qualificação dos destinos através da regeneração, requalificação e reabilitação dos espaços públicos com interesse para o turismo e da valorização do património cultural e natural do País, tendo sido aprovado um financiamento de 90%. O concurso público será publicado em Diário da República tendo os interessados 20 dias – após a data de publicação – para responder ao mesmo. Esta intervenção integra a estratégia de promoção do território e de preservação do património, onde se inserem também a obra de preservação e acessibilização do Castelo – que se encontra em fase de conclusão e que significa um investimento de cerca de 340 000 mil euros e cujo o financiamento comunitário foi de 212 500€ – a instalação de rede WIFI em diversos locais – que já se encontra em fase de testes e será lançada brevemente – e outras iniciativas de qualificação e promoção do território.


Publicada a 01 de setembro de 2018 às 15:46h
A Transdev começa no sábado a assegurar o transporte rodoviário alternativo no Ramal da Lousã, entre Serpins e Coimbra, por interrupção da circulação ferroviária há mais de oito anos. Com o preço base do procedimento a rondar os cinco milhões de euros (4.998.000 de euros), o concurso lançado em abril pela Comboios de Portugal (CP) foi ganho pela empresa Transdev, “que deverá transportar os passageiros desta linha nos próximos três anos”, informou a Metro Mondego (MM) em comunicado. O novo operador dos serviços rodoviários alternativos no Ramal da Lousã, onde os comboios circularam mais de 100 anos, entre dezembro de 1906 e janeiro de 2010, sucede à empresa VT Bus, que agora acaba de cumprir idêntico contrato de três anos. A MM tem o Estado como principal acionista, dela fazendo também parte a CP, a Infraestruturas de Portugal (IP) e os três municípios outrora servidos pelo ramal ferroviário: Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra. Criada em 1996, com o objetivo de instalar um serviço de metro ligeiro na linha centenária e na área urbana de Coimbra, a sociedade anunciou que a mudança de operador coincide com “ajustamento nos horários”, “menos tempo ao almoço sem autocarros” e “serviços redundantes suprimidos”. “Com vista à melhoria da qualidade do serviço, foram introduzidas novas condições, das quais se destaca a disponibilização de alguns autocarros adequados a pessoas com mobilidade reduzida, com pelo menos um lugar para cadeira de rodas acessível por mecanismo automatizado”, ainda segundo a nota. Os novos horários poderão ser consultados na página da internet da MM – www.metromondego.pt – ou obtidos nas bilheteiras das estações de Coimbra, São José, Miranda do Corvo e Lousã. A intervenção no canal ferroviário, numa extensão de 35 quilómetros, começou em finais de 2009, por iniciativa do último Governo de José Sócrates, mas as empreitadas foram suspensas algum tempo depois devido a problemas financeiros. Com a via-férrea encerrada, os utentes são servidos há mais de oito anos por autocarros, ao abrigo de concursos da responsabilidade da CP, que tem assumido encargos de vários milhões de euros à espera que o problema seja resolvido pelo Estado. Após terem sido realizados investimentos públicos no Ramal da Lousã que rondam os 150 milhões de euros, segundo diferentes estimativas, a que se juntam encargos com o edifício-sede e vencimentos das administrações e funcionários da Metro Mondego, o Governo anunciou, em junho de 2017, que o metro previsto há quase um quatro de século seria substituído por um sistema de autocarros elétricos do tipo “metrobus”. No dia 02 de julho, em Penacova, distrito de Coimbra, na presença do primeiro-ministro António Costa, o ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, informou que o primeiro concurso público do denominado Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), no Ramal da Lousã e em Coimbra, será lançado no início de 2019.


Publicada a 01 de setembro de 2018 às 15:41h
No dia 8 de setembro, a AENL – Associação de Estrangeiros da Lousã, em parceria com a Câmara Municipal da Lousã, vai promover, o 1º Encontro das Nações, no Parque Carlos Reis, entre as 18:00 e as 00:00. Este evento que se insere no Plano Municipal de Integração dos Imigrantes, tem previstas diversas atividades de música, dança e jogos interculturais e tem como objetivo promover a interculturalidade, a participação dos imigrantes e estrangeiros e, ainda, divulgar a cultura e gastronomia dos diferentes países como fator de desenvolvimento e dinâmica social local, baseada na partilha, solidariedade e integração. A partir das 22:00, terá lugar o 2.º espetáculo “Danças do Mundo”, com a apresentação de vários estilos de dança como as africanas (Angola, Cabo Verde), latinas (salsa) e russas. Este espetáculo conta com a colaboração de algumas associações locais como a ARCS Gândaras e a Academia de Bailado da Lousã e, também, de outras Instituições como a Casa de Angola, Casa de Cabo Verde, entre outras.


Publicada a 01 de setembro de 2018 às 15:39h
A Piscina Municipal da Lousã – que se encontrou encerrada durante o mês de agosto para férias e manutenção – irá reabrir no dia 3 de setembro. Este importante equipamento desportivo, que serve mais de 2 000 utentes e que tem uma medida diária de cerca de 400 utilizadores, disponibiliza diversos serviços como aulas para bebés, adaptação ao meio aquático, natação pura para crianças e adultos, natação livre e de competição e hidroginástica. As inscrições poderão ser efetuadas a partir do dia 3 de setembro na receção da Piscina ou através do telefone 239 995 777. O horário de funcionamento desta instalação é das 8h às 13h30 e das 15h às 22h – dias de semana – e aos sábados, das 9h às 13h e das 15h30 às 18h30.


Publicada a 07 de agosto de 2018 às 10:27h
A colheita do mel certificado da Serra da Lousã está atrasada um mês e deverá ser a pior das últimas décadas, disse a entidade responsável pela gestão da Denominação de Origem Protegida. A colheita do mel certificado da Serra da Lousã está atrasada um mês e deverá ser a pior das últimas décadas, disse esta quinta-feira a entidade responsável pela gestão da Denominação de Origem Protegida (DOP). A recolha do mel (cresta) deverá estar concluída em finais de agosto, “com cerca de um mês de atraso”, já que habitualmente a maioria dos apicultores tem este trabalho realizado no início do mês, disse à agência Lusa o presidente da Lousãmel, António Carvalho. “Não há dúvida nenhuma” de que a “persistência de chuva” no fim da primavera e nas primeiras semanas do verão, bem como a ocorrência de neblinas em julho, mês com céu nublado e temperaturas consideradas baixas para a época, podem explicar este atraso, adiantou. Na sua opinião, a “quebra acentuada” da produção de mel na região, designadamente o mel DOP Serra da Lousã, radica igualmente na devastação causada pelos incêndios de 2017 na flora autóctone, tendo desaparecido milhares de quilómetros quadrados de áreas florestais em que abundavam urzes diversas, cujas flores estão na base das características únicas do produto. Segundo a avaliação da Cooperativa Lousãmel, verifica-se “em geral uma baixa preocupante” na produção de mel. “O mel nas colmeias é muito pouco. Desde que sou apicultor, há 40 anos, não me lembro de um ano assim tão mau”, afirmou António Carvalho, que tem auscultado os mais de 400 associados da Lousãmel, os quais confirmam as previsões negativas da safra para este ano. Em tais circunstâncias, pode estar comprometida a realização da Feira do Mel da Lousã, que a Cooperativa promove há quase 30 anos, no outono, sempre numa parceria com a Câmara Municipal. “Não sei se vamos ter mel DOP em quantidade e se a feira não pode vir a estar em causa”, lamenta António Carvalho, ao realçar que as últimas edições da Feira do Mel e da Castanha da Lousã têm restringido o evento, durante três dias, à comercialização de mel certificado da Lousã da Lousã, excluindo as produções que não cumprem este requisito. Com sede na Lousã, na zona industrial dos Matinhos, a Lousãmel, assume a gestão da DOP Serra da Lousã, que abrange 10 municípios: Arganil, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, Lousã, Miranda do Corvo, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penela e Vila Nova de Poiares, nos distritos de Coimbra e Leiria. O incêndio que eclodiu na Lousã, em 15 de outubro de 2017, destruiu centenas ou mesmo milhares de colmeias, o que “compromete o futuro” da atividade apícola na região, disse na altura uma responsável da Lousãmel à agência Lusa. “Não sobreviveu nada num raio de muitos quilómetros”, afirmou Ana Paula Sançana, diretora executiva da Lousãmel. Este nível de destruição “não compromete apenas a DOP Serra da Lousã, fica em causa o futuro da própria apicultura” na região demarcada, alertou na ocasião. Na sequência dos incêndios que deflagraram em Pedrógão Grande e Góis, em 17 de junho, a Lousãmel tinha calculado que “milhares de colmeias” foram então queimadas. O fogo consumiu ainda o pasto das abelhas em vários concelhos, o que resulta numa redução da produção de mel de urzes certificado da Serra da Lousã nos próximos anos.


Publicada a 07 de agosto de 2018 às 10:23h
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) informou que apreendeu 5.705 litros de azeite e 17.500 rótulos, num valor de cerca de 21.000 euros, no âmbito do combate à comercialização ilegal de azeite. “Nos últimos dois meses, através da Unidade Regional do Centro, foram realizadas diversas ações de fiscalização nos concelhos de Coimbra, Vila Nova de Poiares, Lousã, Mira, Cantanhede, Nelas e Viseu no quadro do combate à distribuição e comercialização ilegal de azeite, tendo sido instaurado um processo crime e 12 processos de contraordenação”, refere a ASAE em comunicado. O processo-crime foi instaurado por falsificação de azeite (mistura de óleos com azeite) e os 12 processos de contraordenação foram instaurados devido a infrações contraordenacionais por utilização indevida da menção “tradicional” induzindo o consumidor em erro e por ausência de declaração nutricional na rotulagem obrigatória. Durante as ações, dirigidas a embaladores e retalhistas, foi detetado azeite que ostentava a menção “tradicional” sem a devida autorização obrigatória e reconhecimento pela entidade competente (Direção Geral da Agricultura e Desenvolvimento Rural) como “alimento com características tradicionais” ou “obtido com métodos de produção tradicional”, adianta ainda o comunicado.


Publicada a 31 de julho de 2018 às 15:43h
A Câmara da Lousã criticou hoje a degradação da qualidade dos transportes alternativos ao comboio na ligação a Coimbra e exortou a empresa de camionagem a cumprir até ao fim o contrato firmado com a CP. Em comunicado, a autarquia defende que o serviço deve “apresentar padrões de qualidade” e que cabe à empresa tomar “medidas urgentes para não penalizar, ainda mais, os utilizadores” nas viagens entre Serpins, no concelho da Lousã, e Coimbra, com passagem por Miranda do Corvo. Nesta “tomada de posição”, o executivo liderado por Luís Antunes (PS), que é também presidente da assembleia geral da Metro Mondego (MM), afirma que a empresa responsável pelos transportes provisórios do ramal ferroviário da Lousã, agora integrado no futuro Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), deve promover “as condições adequadas para a satisfação dos utilizadores (…) até ao final do contrato atual”, em 31 de agosto. “Nos últimos dias, através de relatos de munícipes e utilizadores do serviço, têm-nos sido enumeradas diversas situações negativas que têm ocorrido nos transportes alternativos ao SMM”, acrescenta, para lamentar casos “que revelam a degradação da qualidade do serviço” prestado. Os relatos e reclamações “têm tido o devido encaminhamento para a sociedade Metro Mondego e para a entidade contratante dos serviços”, a Comboios de Portugal (CP). O Ramal da Lousã, entre Serpins e Coimbra, funcionava desde 1906 e foi encerrado há quase nove anos para obras que visavam a instalação de um sistema de metro ligeiro, que deveria circular na ferrovia centenária e num novo circuito urbano a construir em Coimbra. Criada em 1996, com o objetivo de instalar o novo sistema de transporte, em substituição do comboio convencional, a MM tem uma estrutura acionista liderada pelo Estado, que atualmente inclui participações minoritárias da CP, Infraestruturas de Portugal e municípios de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo. A intervenção no canal ferroviário, numa extensão de 35 quilómetros, começou em finais de 2009, por iniciativa do último Governo de José Sócrates, mas as empreitadas foram suspensas algum tempo depois devido a problemas financeiros. Nos últimos oito anos, com a via férrea encerrada, os utentes têm sido servidos por autocarros, ao abrigo de sucessivos concursos da responsabilidade da CP, que tem assumido encargos de vários milhões de euros à espera que o problema seja resolvido pelo Estado. Após investimentos públicos no Ramal da Lousã que rondam os 150 milhões de euros, segundo diferentes estimativas, a que se juntam encargos com o edifício-sede, em Coimbra, e vencimentos das administrações e funcionários da Metro Mondego, o Governo de António Costa anunciou, em junho de 2017, que o metro previsto desde pelo menos 1993 seria substituído por um sistema de autocarros elétricos do tipo “metrobus”. No dia 02 de julho, em Penacova, o ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, informou que o primeiro concurso público do Sistema de Mobilidade do Mondego, no Ramal da Lousã e em Coimbra, será lançado no início de 2019.


Publicada a 22 de julho de 2018 às 15:49h
Está em curso a empreitada de construção do Ecocentro Municipal, na Zona Empresarial do Alto do Padrão, Lousã. Este novo equipamento, cujo o investimento global será de cerca de 265.700€, financiado a 85% – 225.845€ – pelo Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, vem, segundo a autarquia, dar resposta a uma necessidade do concelho e tem como objetivo contribuir para a gestão integrada de resíduos. Esta primeira fase, que terá um custo de cerca de 262.000€ (valor com IVA incluído) e um prazo de execução de 120 dias, será implementada pela empresa Carlos Gil, Lda. A construção do Ecocentro integra um plano mais alargado de investimentos, onde se incluem as novas baterias de ecopontos já instaladas, a também já concretizada aquisição de uma viatura de recolha de resíduos e a instalação de baterias de ecopontos subterrâneos. Os Ecocentros surgem como uma medida complementar para recuperar materiais e envia-los para reciclagem, funcionam como reforço as recolhas seletivas dos ecopontos, constituindo-se como uma forma adicional de potenciar a valorização de materiais recicláveis contidos nos resíduos sólidos. Recebem, também, matérias que, pelas suas caraterísticas, não podem ser abrangidos pelos circuitos normais de recolha. O Ecocentro Municipal contribuirá com um aumento estimado de 934 toneladas de recolha seletiva por ano, das quais cerca de 178 toneladas de resíduos –Vidro, Papel e Embalagens.


Publicada a 22 de julho de 2018 às 15:43h
A água no rio Ceira no concelho da Lousã ainda se encontra turva, mas o município reiniciou a bombagem para o sistema de abastecimento público na freguesia de Serpins, disse à agência Lusa o presidente da Câmara. Luís Antunes adiantou que o abastecimento público está a ser normalizado com recurso à bombagem de água da captação do Ceira, que esteve suspensa nos últimos dias, e a camiões-cisterna. Apesar das causas ainda não estarem oficialmente apuradas, o presidente da Câmara da Lousã considera que a situação se deve a fortes chuvadas, acompanhadas de trovoada e granizo, registadas a montante, no domingo. Devido ao estado da água, o município da Lousã cancelou o hastear das bandeiras azuis nas praias fluviais da Bogueira e Praia Fluvial da Senhora da Graça, que estava prevista para a tarde da passada quarta-feira. Segundo Luís Antunes, ainda não existe data para o hastear da bandeira azul nas duas infraestruturas.


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