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Lousã Notícias 128 Notícias publicadas
       
Publicada a 29 de junho de 2018 às 13:54h
Aldeia de xisto na Lousã vai receber projeto de inovação social Entre 4 e 5 de julho serão apresentados alguns projectos que foram apoiados pela Portugal Inovação Social ao longo de dois anos. A aldeia de xisto da Cerdeira, situada na serra da Lousã, foi o espaço escolhido para o Portugal Inovação Social apresentar os resultados dos dois anos de atividade e partilhar casos de sucesso. O evento, que decorre entre 4 e 5 de julho, vai juntar projetos e empreendedores sociais para discutir ideias e mostrar o impacto dos projetos já apoiados pelo Portugal Inovação Social. No total, já foram atribuídos 12 milhões de euros a 137 candidaturas da região Norte, Centro e Alentejo, segundo o mesmo comunicado. “A organização escolheu a Cerdeira com o objectivo de dar prioridade à dinamização dos territórios de baixa densidade no interior do país, especialmente aqueles que foram atingidos pelos incêndios do último ano”.


Publicada a 22 de junho de 2018 às 8:53h
Já são conhecidas as 11 propostas finalistas da edição de 2018 do Orçamento Participativo da Lousã, cujo período de votação se inicia a 22 de junho e termina a 28 de junho. Após 6 sessões de participação realizadas em Vilarinho, Casal de Ermio, Foz de Arouce, Serpins, Lousã e Gândaras, após a validação técnica e discussão pública, foram apuradas as seguintes propostas: Proposta 1 – Máquina de Rastos – Aquisição de uma Máquina de Rastos para limpeza de terrenos florestais – Proponente: Filipe Amado Proposta 2 – Percurso Pedonal e Ciclável entre Foz de Arouce – Parque de Merendas e Casal de Ermio – Praia da Bogueira – Proponentes: Henrique Lourenço, Ricardo Ferreira, Rodolfo Correia e Afonso Carvalho Proposta 3 – Parque da Sra. da Pegada – Proponente: José Padrão Proposta 4 – Remodelação da Praia da Sra. da Graça – Proponente: João Pereira Proposta 5 – Lousã Digital – Proponente: Carlos Alves Proposta 6 – Pump Tracks – Proponentes: Marco Sequeira/Ana Margarida Santos/Pedro Filipe/ Fábio Marques/Joana Barata/Cátia Henriques Proposta 7 – Campo de Desportos de Praia na Bogueira – Proponente: Fernando Rodrigues Proposta 8 – Crianças Felizes Aprendem Melhor – Proponente: Maria Salomé Correia Proposta 9 – Centro Cultural Polivalente – Lara Moio e Amândio Julião Proposta 10 – Trilhos e rotas naturais do Rio Arouce – Carla Salomé e Sandra Fernandes Proposta 11 – Floresta Verde Floresta Viva – Videovigilância na Serra da Lousã – Proponentes: José Catarino e António Lima. As votações terão lugar em diferentes pontos móveis por todo o Concelho – destacando-se no próximo fim de semana no Parque Municipal de Exposições durante a Feira Anual de São João – e também na Biblioteca e Piscina Municipal. O Orçamento Participativo da Lousã visa contribuir para o exercício de uma intervenção informada, ativa e responsável dos cidadãos naturais, residentes e trabalhadores no concelho da Lousã, nos processos de governação local, garantindo a participação dos cidadãos na decisão sobre a afetação de recursos às políticas públicas municipais, tendo sido disponibilizados 70 000€ para a execução do projeto vencedor.


Publicada a 18 de junho de 2018 às 13:36h
A Lousã – mais propriamente as Aldeias do Xisto da Talasnal e do Candal e a Serra da Lousã – está presente no vídeo lançado pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), no âmbito da participação da Seleção Nacional Sénior de Futebol no Mundial da Rússia. O vídeo – intitulado “Conquista o Sonho” – começa com imagens da Aldeia do Talasnal, passando depois para a Aldeia do Candal e ainda por uma vista geral da Serra da Lousã, onde se ouvem também alguns provérbios tradicionais portugueses. De referir que esta iniciativa foi organizada pela FPF e contou com o apoio da Câmara Municipal e, ao final do dia de ontem, contava com mais de 1 milhão de visualizações e mais de 15 mil partilhas Este é mais um importante momento de promoção do Concelho e insere-se na estratégia de promoção do Concelho, quer na sua vertente patrimonial e gastronómica, quer potenciando os fantásticos recursos naturais da Serra da Lousã para o Turismo Ativo.


Publicada a 18 de junho de 2018 às 13:30h
A aquisição desta ambulância resulta de diversas ações solidárias promovidas pela Liga dos Amigos dos Bombeiros da Lousã desde agosto de 2013 e do envolvimento da comunidade, tendo a Câmara Municipal complementado o investimento com 12 000€ para concretizar a compra da viatura. Luís Antunes, Presidente da Câmara Municipal, enalteceu a importância da iniciativa, destacando a forma como a população se tem mobilizado, nomeadamente nas ações promovidas pela Liga dos Amigos dos Bombeiros, para apoiar os Bombeiros. O Autarca agradeceu ainda “o trabalho realizado pelos Corpos Sociais da Liga e também de todos os que colaboraram para a obtenção deste significativo apoio que irá permitir colocar ao serviço da comunidade uma moderna ambulância que irá reforçar qualitativamente os meios ao dispor do Corpo de Bombeiros”. A Liga dos Amigos dos Bombeiros da Lousã, que reativou a sua atividade em 2012, tem como objetivos o apoio, dinamização e realização de ações de índole técnica, educacional, cultural e de serviço à comunidade, compatíveis com os objetivos do corpo de bombeiros. São também objetivos a captação e geração de recursos para o seu bom funcionamento, e de apoio ao Corpo de bombeiros e seus Bombeiros e familiares.


Publicada a 06 de maio de 2018 às 19:39h
O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, disse que os primeiros concursos da obra do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), baseado em autocarros elétricos, deverão ser lançados no princípio do próximo ano. O serviço unirá os concelhos de Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra. "Estamos a fazer os projetos tal e qual como dissemos na altura", respondeu o ministro, questionado pela agência Lusa, em Tábua, sobre os desenvolvimentos do processo. A denominada solução "metrobus" foi apresentada há quase um ano por Pedro Marques, em 02 de junho de 2017, em Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra. "Estamos a cumprir com aquilo com que nos comprometemos com as populações e com os autarcas", sublinhou. A execução do projeto de mobilidade do SMM, com que o Governo se comprometeu há um ano -- e que abrange o canal do ramal ferroviário da Lousã e a cidade de Coimbra -- deverá custar 89,3 milhões de euros. Pedro Marques falava em Tábua, após ter participado na apresentação da solução para o IP3 aos autarcas dos municípios da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra. A sessão foi vedada aos jornalistas, como já antes tinha acontecido em Tondela, numa iniciativa idêntica para os concelhos que integram a comunidade congénere de Viseu, Dão e Lafões. A conclusão das obras do Itinerário Complementar 6 (IC6) visa servir a população e as empresas de Tábua, Oliveira do Hospital, Seia e outros concelhos vizinhos, nos distritos de Coimbra e Guarda, onde as acessibilidades são apontadas como um dos maiores entraves ao desenvolvimento.


Publicada a 02 de maio de 2018 às 13:27h
Numa corporação onde coexistem bombeiros profissionais e voluntários, o aniversário foi comemorado com homenagens aos bombeiros mais abnegados e palavras de esperança no futuro. A entrega de dois Crachás de Ouro da Liga dos Bombeiros Portugueses a dois elementos de referência dos Bombeiros Municipais da Lousã foi o momento mais alto das comemorações do 114º aniversário da corporação. Os homenageados foram o Comandante João Melo, pela sua abnegação e liderança e o Chefe António Baptista Almeida, pelos seus 35 anos de dedicação e bons serviços O presidente da Câmara Municipal da Lousã anunciou ainda alguns objectivos a concretizar «nos próximos tempos» e que vão dotar os Bombeiros Municipais da Lousã de melhores condições de operacionalidade. Ao intervir na sessão solene comemorativa do 114.º aniversário da corporação, Luís Antunes garantiu que a autarquia vai investir cerca de 13 mil euros, a que se junta uma comparticipação da Autoridade Nacional de Protecção Civil, na substituição «em breve» do veículo tanque urbano danificado nos incêndios de Outubro. Também afirmou que vai continuar a lutar, junto do Ministério da Saúde, pela substituição da ambulância do INEM e, nas secretarias de Estado da Administração Local e da Protecção Civil, «diligenciar para que existam condições para concretizar a carreira de bombeiros».


Publicada a 01 de maio de 2018 às 16:00h
As candidaturas efetuadas pela Câmara Municipal, em parceria com as Juntas de Freguesia e concessionários, atingiram o pleno e, na próxima época balnear, as três praias fluviais do concelho – (Casal de Ermio), Senhora da Graça (Serpins) e Senhora da Piedade (Lousã) – terão hasteada a Bandeira Azul, galardão máximo da qualidade ambiental. De destacar o facto da Piscina Natural da Nossa Senhora da Piedade ter sido, pela primeira vez, premiada com este galardão. Esta distinção é atribuída – anualmente – pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), em função de um conjunto de critérios de gestão ambiental, qualidade da água, serviços e segurança aos utentes, entre outros. Para o Presidente da Câmara, Luís Antunes “Com a obtenção do galardão de todas as praias atingimos mais um importante objetivo a que nos tínhamos proposto. A atribuição destas bandeiras deve constituir um estímulo adicional para o trabalho em curso e a desenvolver para a promoção deste magnifico território e das suas potencialidades naturais e patrimoniais e para a estruturação e valorização da oferta turística do Concelho”. O Autarca destacou ainda que “A candidatura se insere nas medidas de promoção da sustentabilidade definidas pela Autarquia e que, anos após ano, tem colocado a Lousã em lugar de destaque nos rankings de sustentabilidade”.


Publicada a 29 de abril de 2018 às 16:32h
Aberto à participação da comunidade vai realizar-se na manhã de 12 de maio, no auditório do Museu Prof. Álvaro Viana de Lemos, o II Seminário dos Baldios de Vilarinho denominado “Comunidades Locais e os Baldios”. Com o secretariado a estar disponível a partir das 09h30, o Seminário inicia-se pouco depois com a sessão de abertura, à qual se seguirá, pelas 10 horas, o “PAINEL I” com os seguintes temas e oradores: - Alterações climáticas e os fogos, apresentadas pelo Prof. Xavier Viegas, ADAI - Proteção dos solos pós-incêndios a cargo do Prof. Domingos Lopes, UTAD O programa tem previsto pelas 11h20 uma pausa para o café para que às 11h30 se inicie o “PAINEL II” que terá: - Os novos desafios da Gestão Florestal, da responsabilidade do Eng.º João Gama Amaral, Bosque - A resinagem, o redescobrir de uma atividade secular, com Eng.º. Miguel Santos, Resipinus Das 12h30 às 13h00 terá lugar o debate moderado pela Doutora Rita Serra, CES da Universidade de Coimbra, sendo encerrado o Seminário com a intervenção do Presidente do Conselho Directivo dos Baldios de Vilarinho, Luís Trota. Informações e inscrições em geral@baldiosvilarinho-lsa.pt ou para 239 995 075/913 815 389


Publicada a 29 de abril de 2018 às 16:27h
A Câmara de Lousã lamentou a forma como a requalificação do Itinerário Principal 3 (IP3) foi anunciada, “via comunicação social”, e defendeu que a obra não corresponde às expectativas da região. No dia 19, os deputados do PSD eleitos pelo círculo de Viseu anunciaram que a autoestrada Viseu – Coimbra está “descartada” e que a duplicação do traçado do IP3 “não será feita na totalidade”. Quatro dias depois, os promotores do Movimento pela Requalificação Completa e Adequada do IP3 congratularam-se por esta via entre Viseu e Coimbra ser requalificada e, numa primeira fase, ficar com perfil de autoestrada em 85% do trajeto, sem portagens. Hoje, num comunicado enviado à agência Lusa, a Câmara da Lousã disse estranhar a forma como a decisão foi comunicada e salientou a necessidade da implementação de um novo traçado, mais a sul. “No âmbito de notícias vindas a público esta semana sobre a decisão do Governo de requalificar o IP3, em detrimento da solução de um novo traçado mais a sul defendida por diversos organismos públicos e privados, o presidente da Câmara Municipal da Lousã, Luís Antunes, manifestou ‘estranheza’ pela forma como foi comunicada esta decisão, nomeadamente pelo facto de as entidades que foram chamadas à discussão das várias soluções, entre os quais diversas autarquias, não terem sido informadas formalmente desta decisão”, lê-se em nota de imprensa. Luís Antunes, acrescenta o comunicado, “reforça a sua convicção relativamente à valia da solução que tem defendido, de uma nova via, num traçado mais a sul que se possa assumir como estruturante para a melhoria mais substantiva e alargada da mobilidade regional, da coesão territorial e do desenvolvimento integrado da região, permitindo a sua ligação ao IC6 e à A13 – potenciando o seu uso e uma ligação mais rápida a sul – e também uma alternativa à EN17, uma via que já não corresponde – a vários níveis – às necessidades dos utilizadores”. Para a autarquia, a decisão de optar apenas pela requalificação do IP3, conhecida através dos órgãos de comunicação, “não corresponde à expectativa e necessidades da região, não conferindo condições adequadas de competitividade a vários concelhos que, apesar dos constrangimentos ao nível das acessibilidades, apresentam uma atividade económica relevante”. Luís Antunes diz também, citado na nota, que reconhece a necessidade de requalificação do IP3, mas que essa intervenção não serve a região: “Por isso, vamos continuar a demonstrar a pertinência e justiça da nossa reivindicação”. Na terça-feira, O deputado do PS Pedro Coimbra manifestou satisfação com as anunciadas obras de requalificação do IP3. “Ainda há poucas semanas me manifestei publicamente, na Assembleia da República e na comunicação social, pela evidente urgência em requalificar esta importante via, quer por questões de segurança, quer por questões de mobilidade de pessoas e mercadorias, pelo que esta decisão merece todo o meu apoio e aplauso”, referia então Pedro Coimbra, eleito pelo círculo de Coimbra, citado numa nota de imprensa. O CDS-PP lamentou, por outro lado, na segunda-feira, que o PS e o PSD concordem que a solução para o IP3, entre Viseu e Coimbra, passe por “remendar a estrada que já existe”. Também na terça-feira, eleitos da Assembleia Municipal de Coimbra manifestaram-se a favor da requalificação do IP3 entre esta cidade e Viseu, dando à via perfil de autoestrada em grande parte do trajeto, anunciada pelo ministro Pedro Marques. Já o presidente dos Autarcas Social-Democratas (ASD), Álvaro Amaro, disse na quinta-feira que o IP3 é uma “causa nacional” que a todos deve mobilizar e afirmou que esse “grande problema rodoviário” do país deve ter uma solução.


Publicada a 29 de abril de 2018 às 16:23h
A prevenção dos incêndios, com redobrado esforço na limpeza das áreas florestais junto das povoações, deve ser encarada como prioridade nacional, reafirmou o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, na Lousã. "Temos de colocar a prevenção e a limpeza -- e essa é uma vitória já alcançada -- como a absoluta prioridade", disse Eduardo Cabrita no Laboratório de Estudos sobre Incêndios Florestais, na Lousã, distrito de Coimbra. Na sua opinião, depois da limpeza das faixas de gestão de combustível, importa "trabalhar na autoproteção" das populações nas zonas de maior risco de incêndio. "Estamos a aprender com uma experiência que é notável", disse o ministro da Administração Interna, numa alusão ao projeto "Aldeias Resilientes", que está a ser desenvolvido pela Associação das Vítimas do Incêndio Pedrógão Grande (AVIPG), em parceria com a Associação de Proteção e Socorro e a empresa tecnológica WIT Software. Eduardo Cabrita falava aos jornalistas após ter participado na abertura de uma sessão de formação sobre incêndios florestais e segurança das populações, promovida pelo Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais (CEIF) da Universidade de Coimbra, em colaboração com a AVIPG, liderada por Nádia Piazza, em que participaram dezenas de pessoas. Com o projeto "Aldeias Resilientes", lançado em novembro, em Pedrógão Grande, distrito de Leiria, esta associação, "em cima da dor, está a reerguer a esperança", depois dos trágicos fogos de 2017, em que morreram mais de 100 pessoas. "É fundamental aproximar a prevenção do combate. É fundamental trazer conhecimento científico à experiência de combate aos incêndios", defendeu o governante, frisando que "este é um trabalho de todos" em Portugal. Em cada situação de risco, "é necessário que as pessoas saibam o que devem fazer e não fazer na sua casa, onde está o local de abrigo", exemplificou. "Tivemos e estamos a ter ainda o tempo da limpeza, temos o tempo da autoproteção, teremos de estar melhor preparados também para o tempo de combate. Não é possível separar estas várias partes de um desafio que é de todos nós", salientou. Na abertura da sessão de formação intervieram também Nádia Piazza e Domingos Xavier Viegas, professor catedrático da UC e principal responsável do Laboratório de Estudos sobre Incêndios Florestais, que funciona num espaço adjacente ao aeródromo da Chã do Freixo, arredores da Lousã.


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