Centro de Dia

Resposta social, desenvolvida em equipamento, que consiste na prestação de serviços que contribuem para a manutenção dos indivíduos idosos no seu meio familiar e social.

Apoio Domiciliário

Cuidados individualizados e personalizados, no domicílio, a utentes que, por motivo de doença, deficiência ou outro impedimento, não possam assegurar atividades do dia-a-dia.

Jardim de Infância

Serviços que permitem o desenvolvimento equilibrado das crianças desde os 3 anos até ao ingresso no ensino básico, sendo complementar da ação educativa da família.

Cantinas Sociais

Resposta social, desenvolvida em equipamento, para o fornecimento de refeições, em especial a indivíduos economicamente desfavorecidos, podendo integrar outras atividades.


ADIC Destaque

18/06/2018 - 13:19h
Reconhecendo a relevância da atividade que a ADIC - Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã tem vindo a desenvolver junto dos seus clientes, utentes e sociedade em geral, a Instituição é uma das seis potenciais instituições beneficiárias desta campanha no seu ano de lançamento.

A Escola Profissional da Lousã apresenta este ano uma aplicação para plataformas móveis de cariz solidário - Martelário, pensada e criada para mobilizar a comunidade a participar ativamente na angariação de pontos a favor de uma instituição pública ou privada de solidariedade social.

Com inspiração na iconografia da época, a aplicação para Smartphones desenvolvida em parceria com o Instituto Superior de Ciências Educativas do Douro (ISCE-Douro) consiste na simulação virtual das tradicionais “marteladas sanjoaninas” e dá ao utilizador a oportunidade de acumular pontos e ajudar uma entidade.

Na prática, é dada possibilidade ao utilizador de interagir “fisicamente” com a aplicação que, com recurso a sensores de movimento do equipamento (giroscópio e acelerómetro), simula o movimento de um martelo. 

A acumulação de pontos é proporcional ao número de marteladas de cada participante que, aquando do registo, escolhe a instituição em prol da qual irá participar. 

No final, as três instituições com pontuações mais elevadas receberão prémios, em material técnico, no valor de 1.000, 500 e 250 euros, respetivamente.
Período de contagem da Marteladas: quinta-feira, dia 21, a partir das 18h00m, terminando pelas 23h59 de domingo, 24 de junho.

Em 2018, são seis as instituições a concurso:
- ADIC - Associação de Defesa ao Idoso e Crianças da Freguesia de Vilarinho
- ARCIL - Associação Para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã
- ARCS Gândaras - Associação Recreativa, Cultural e Social das Gândaras
- Associação Vida Abundante
- Centro Paroquial de Solidariedade Social da Freguesia de Serpins
- Centro Social de Casal de Ermio
 

Martele por NÓS!!!!
 

ADIC Notícias

14/06/2018 - 17:52h
19/05/2018 - 15:52h
Foi no Dia de Portugal, que alguns pais se juntaram para enriquecer o exterior do nosso jardim de infância no âmbito do projeto Eco-escolas. Foi construido um estendal, um tanque e um poço onde vamos passar a fazer o aproveitamento da água da chuva. Agora é brincar, brincar muito e dar asas à imaginação. A Direção, a todos agradece
No âmbito do Dia Mundial da Pastelaria, 17 de maio, a Pastelaria Casa do Pão aceitou o desafio de preparar e confeccionar broas e bolos com os utentes de Centro de Dia da ADIC. O requinte da conjunção dos sabores, a diversidade na apresentação e a estética cativante são características que distinguem esta Pastelaria e o seu modo de confeção. Este espírito criativo foi incorporado pelos nossos idosos que resolveram então “pôr a mão na massa”. O objetivo deste dia é celebrar a alegria de cozinhar doces, adoçando o nosso paladar e os daqueles que gostam de nós. O nosso lanche ficou mais saboroso com todos os doces que fizemos e trouxemos connosco. O nosso muito obrigada à Pastelaria Casa do Pão, nomeadamente à proprietária Sofia, que nos proporcionou esta experiência e este agradável palato!

24/04/2018 - 17:26h
30/03/2018 - 18:53h
No âmbito do concurso público para a construção do novo Centro Social - Processo nº CP/1/2018, Anúncio de procedimento nº 1565/2018 – DR nº 54 de 16/03/2018, o Júri do Concurso apresentou à Direção dois pareceres a fim de serem apreciados, discutidos e decididos, a saber: - Parecer sobre os erros e omissões do caderno de encargos; - Parecer sobre a prorrogação de prazo. A Direção, em reunião realizada no passado dia 11 de abril, tomou conhecimento dos referidos pareceres e de toda a documentação anexa aos mesmos e, nos termos do disposto no artº. 64º do CCP, decidiu: - Aprovar todas as alterações dos erros e omissões identificados na lista anexa ao parecer do Júri; - Autorizar a prorrogação do prazo de apresentação de propostas para o dia 30 de abril de 2018, pelas 23h59m. – Foi deligenciado pela atualização da plataforma acinGOV e pela publicitação em anúncio, o qual foi publicado através do Aviso de prorrogação de prazo nº 556/2018, publicado no Diário da República n.º 73/2018, Série II de 2018-04-13. Consulte AQUI. Abaixo poderá consultar o ficheiro PDF do anúncio de prorrogação do prazo. A Direção
Destine 0,5% dos seus impostos liquidados e o reembolso do IVA suportado à ADIC e ajude assim a Instituição. Preencha o campo 1101 do Modelo 3 (rosto) com o NIF: 504 000 349. Clique AQUI para ver em vídeo o folheto institucional. No momento do preenchimento da declaração de rendimentos, poderá destinar 0,5% do IRS liquidado ou doar a dedução do IVA a uma instituição. Desde IPSS, entidades religiosas e pessoas coletivas de utilidade pública, incluindo as que têm fins ambientais e culturais. Isto é a consignação do IRS – também conhecida como consignação fiscal – e a escolha é sua. Sabia que pode doar 0,5% do seu IRS a uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), sem qualquer custo para si? Não pagará mais impostos, nem verá o reembolso do seu IRS diminuído por isso. A sua doação é retirada ao valor do imposto devido ao Estado. Ao preencher a sua declaração de IRS, indique o NIPC da Instituição, neste caso a ADIC, nif: 504 000 349, que deseja apoiar no quadro 11 do Rosto da Dec. Mod 3. Ao fazê-lo estará a ajudar e a ser SOLIDÁRIO. Assim, a ADIC Vilarinho apela a TODOS os contribuintes para consignarem 0,5% do seu IRS à Instituição. A totalidade dos impostos que pagamos destinam-se a financiar as despesas públicas do Estado sem nós decidirmos diretamente onde são aplicados. A única exceção existente é a possibilidade de destinar 0,5% do nosso IRS a uma determinada Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), de acordo com a regulamentação da Lei nº 16/2001, de 22 de junho. Esta consignação fiscal, não representa qualquer custo adicional para o contribuinte. A consignação de IRS não tem custos para o contribuinte. São 3.760 as IPSS que pediram e completaram as condições para poderem vir a beneficiar dos 0,5 % de IRS. Com total transparência e certeza afirmamos que a ADIC Vilarinho é uma dessas Instituições. Consulte AQUI a lista disponibilizada pela Autoridade Tributária. No ficheiro PDF abaixo, poderá abrir o mesmo e consultar a lista das 3.760 IPSS, se desejar procurar a ADIC, basta para isso clicar nas teclas Crt+F e escrever no campo que é aberto a palavra ADIC ou o nº de contribuinte. 504000349. Bem haja A Direção
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04 JUN 2018
No dia 4 de junho a ADIC irá receber a visita do Rancho Sénior da Câmara Municipal da Lousã
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06 JUN 2018
No dia 6 de junho, pelas 21 horas terá lugar, na sede da Associação, a reunião Ordinária da Direção mês de junho de 2018 - cfr. artº. 38º dos estatutos.
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20 JUN 2018
No dia 20 de junho, pelas 21 horas terá lugar, na sede da Associação, a reunião Ordinária da Direção mês de junho de 2018 - cfr. artº. 38º dos estatutos.

LOUSÃ Notícias


Já são conhecidas as 11 propostas finalistas da edição de 2018 do Orçamento Participativo da Lousã, cujo período de votação se inicia a 22 de junho e termina a 28 de junho. Após 6 sessões de participação realizadas em Vilarinho, Casal de Ermio, Foz de Arouce, Serpins, Lousã e Gândaras, após a validação técnica e discussão pública, foram apuradas as seguintes propostas: Proposta 1 – Máquina de Rastos – Aquisição de uma Máquina de Rastos para limpeza de terrenos florestais – Proponente: Filipe Amado Proposta 2 – Percurso Pedonal e Ciclável entre Foz de Arouce – Parque de Merendas e Casal de Ermio – Praia da Bogueira – Proponentes: Henrique Lourenço, Ricardo Ferreira, Rodolfo Correia e Afonso Carvalho Proposta 3 – Parque da Sra. da Pegada – Proponente: José Padrão Proposta 4 – Remodelação da Praia da Sra. da Graça – Proponente: João Pereira Proposta 5 – Lousã Digital – Proponente: Carlos Alves Proposta 6 – Pump Tracks – Proponentes: Marco Sequeira/Ana Margarida Santos/Pedro Filipe/ Fábio Marques/Joana Barata/Cátia Henriques Proposta 7 – Campo de Desportos de Praia na Bogueira – Proponente: Fernando Rodrigues Proposta 8 – Crianças Felizes Aprendem Melhor – Proponente: Maria Salomé Correia Proposta 9 – Centro Cultural Polivalente – Lara Moio e Amândio Julião Proposta 10 – Trilhos e rotas naturais do Rio Arouce – Carla Salomé e Sandra Fernandes Proposta 11 – Floresta Verde Floresta Viva – Videovigilância na Serra da Lousã – Proponentes: José Catarino e António Lima. As votações terão lugar em diferentes pontos móveis por todo o Concelho – destacando-se no próximo fim de semana no Parque Municipal de Exposições durante a Feira Anual de São João – e também na Biblioteca e Piscina Municipal. O Orçamento Participativo da Lousã visa contribuir para o exercício de uma intervenção informada, ativa e responsável dos cidadãos naturais, residentes e trabalhadores no concelho da Lousã, nos processos de governação local, garantindo a participação dos cidadãos na decisão sobre a afetação de recursos às políticas públicas municipais, tendo sido disponibilizados 70 000€ para a execução do projeto vencedor.


A Lousã – mais propriamente as Aldeias do Xisto da Talasnal e do Candal e a Serra da Lousã – está presente no vídeo lançado pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), no âmbito da participação da Seleção Nacional Sénior de Futebol no Mundial da Rússia. O vídeo – intitulado “Conquista o Sonho” – começa com imagens da Aldeia do Talasnal, passando depois para a Aldeia do Candal e ainda por uma vista geral da Serra da Lousã, onde se ouvem também alguns provérbios tradicionais portugueses. De referir que esta iniciativa foi organizada pela FPF e contou com o apoio da Câmara Municipal e, ao final do dia de ontem, contava com mais de 1 milhão de visualizações e mais de 15 mil partilhas Este é mais um importante momento de promoção do Concelho e insere-se na estratégia de promoção do Concelho, quer na sua vertente patrimonial e gastronómica, quer potenciando os fantásticos recursos naturais da Serra da Lousã para o Turismo Ativo.


A aquisição desta ambulância resulta de diversas ações solidárias promovidas pela Liga dos Amigos dos Bombeiros da Lousã desde agosto de 2013 e do envolvimento da comunidade, tendo a Câmara Municipal complementado o investimento com 12 000€ para concretizar a compra da viatura. Luís Antunes, Presidente da Câmara Municipal, enalteceu a importância da iniciativa, destacando a forma como a população se tem mobilizado, nomeadamente nas ações promovidas pela Liga dos Amigos dos Bombeiros, para apoiar os Bombeiros. O Autarca agradeceu ainda “o trabalho realizado pelos Corpos Sociais da Liga e também de todos os que colaboraram para a obtenção deste significativo apoio que irá permitir colocar ao serviço da comunidade uma moderna ambulância que irá reforçar qualitativamente os meios ao dispor do Corpo de Bombeiros”. A Liga dos Amigos dos Bombeiros da Lousã, que reativou a sua atividade em 2012, tem como objetivos o apoio, dinamização e realização de ações de índole técnica, educacional, cultural e de serviço à comunidade, compatíveis com os objetivos do corpo de bombeiros. São também objetivos a captação e geração de recursos para o seu bom funcionamento, e de apoio ao Corpo de bombeiros e seus Bombeiros e familiares.

SOCIAL Notícias


“As instituições estão a fazer milagres” “As instituições estão a fazer milagres”, afirmou o presidente da CNIS, comentando o estudo «Importância Económica e Social das IPSS em Portugal», que em breve será apresentado. O documento revela que 17,25% das IPSS e equiparadas “desceram a linha vermelha, e isto não é circunstancial!”, alertou o padre Lino Maia, no Conselho Geral da CNIS. O estudo, levado a efeito pela Universidade Católica do Porto, baseia-se na amostra de 400 instituições, de um universo de 5.755, e na análise das demonstrações de resultados. “São 17,25% das instituições que têm o EBITDA [Lucros antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, que é a tradução da expressão em inglês «Earnings before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization»] negativo. Por outro lado, o incumprimento em termos de banca é residual em todo o conjunto, mas há quatro casos de incumprimento que são preocupantes”, acrescentou. O padre Lino Maia destacou ainda outro dado do estudo bastante revelador da importância do Setor Social Solidário. “Por cada euro que as instituições conseguem captar resulta em 4,218 euros, com a utilização de um multiplicador keynesiano. Este valor está balizado por um mínimo de 1,46 euros e um máximo de 10,48 euros”, revelou o líder da CNIS aos conselheiros, sustentando: “Fazemos melhor e chegamos a muito mais gente e este estudo vem desmistificar a ideia de que o que fazemos é com o dinheiro do Estado”. O presidente da CNIS referiu ainda que, “em 1996, aquando da assinatura do Pacto de Cooperação para a Solidariedade Social falava-se que a comparticipação do Estado era de cerca de 55%, hoje anda entre os 42% e os 43%”, frisando: “O que nós fazemos é com mais qualidade e chegamos a muito mais gente, mas isto não destrói a responsabilidade do Estado. Os utentes comparticipam com 37% dos gastos enquanto o Estado paga apenas cerca de metade do restante”. Na reunião do Conselho Geral, que decorreu em Fátima, no passado dia 4 de junho, a CNIS informou os presidentes das UDIPSS e das federações associadas presentes das dificuldades em fazer funcionar a Comissão Nacional de Cooperação (CNC). Sem reunir ordinariamente como devia, “foi agendada para abril uma reunião extraordinária” a pedido das organizações do Setor Social Solidário, no entanto, esta “foi adiada para uma reunião ordinária em maio, que não aconteceu”, contou Filomena Bordalo, assessora da Direção, aos conselheiros, acrescentando: “Não tem sido fácil a realização de reuniões na Comissão Nacional de Cooperação e isto está a criar problemas às IPSS”. A problemática é que há imensas questões a resolver quanto ao PROCOOP, ao Ser+ e a muitos mais programas. Por outro lado, foram criados três grupos de trabalho no âmbito da Segurança Social, para se debruçarem sobre “custos técnicos, a fim de se saber em concreto o que se gasta; recursos humanos, onde se estudará a possibilidade de haver apenas um corpo técnico nas instituições; e outro ainda sobre fiscalização”. A assessora da CNIS reafirmou ainda que, no que respeita ao Pré-escolar, “não se aplica às IPSS a legislação do setor privado e cooperativo, porque as instituições integram a Rede Nacional”, acrescentando ainda que “há um défice de planeamento, que não leva em conta a existência de respostas da Rede Solidária”. Por outro lado, Filomena Bordalo lembrou que “para a CNIS não é aceitável a exigência de as IPSS terem licença de funcionamento, uma vez que o acordo de cooperação substitui essa licença administrativa de funcionamento”. A reunião do Conselho Geral abordou ainda um outro estudo, que será apresentado à Direção a 2 de julho, pela coordenadora do mesmo Felismina Mendes. Trata-se do estudo «Diagnóstico da Saúde da População servida pelas IPSS», elaborado pela Universidade de Évora, e que se baseia em inquéritos junto de 823 IPSS, dos distritos de Setúbal, Santarém, Coimbra e Aveiro, e que abrange todas as respostas socias. “As nossas respostas não são apenas de segurança social, mas têm uma forte componente de saúde e de proteção social”, comentou o padre Lino Maia, no final. Nota final para a informação prestada pela Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral (FAPPC), pela voz de Gil Tavares, que deu conta de um software e hardware desenvolvido para que o voto eletrónico seja brevemente uma realidade. O trabalho desenvolvido a pedido da FAPPC, já foi apresentado publicamente e é desejado por países como Cabo Verde, Irlanda e Lituânia, sendo que a sua venda reverterá em parte para a federação.


O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, defendeu que os fundos europeus do pós-2020 devem incluir um reforço do apoio para o setor e para as instituições da Economia Social. "Espero que a Economia social veja reconhecido o seu papel e espero que um dia, não muito longínquo, a própria União Europeia venha a ter um programa próprio de apoio à Economia Social, ainda que ela seja entendida de forma distinta nos vários países", afirmou. Vieira da Silva falava em Castelo Branco, onde participou na sessão de encerramento de um congresso inserido na terceira edição da Feira de Economia Social IN. Durante a sessão, o governante lembrou a importância do evento e da oportunidade por este estar a decorrer numa fase em que se inicia a discussão relativa à distribuição dos fundos estruturais para o próximo quadro comunitário de apoio. Depois de salientar que este setor representa entre 05 a 06% do emprego assalariado do país, Vieira da Silva mostrou-se confiante de que na negociação do pós-2020 haverá "espaço de inserção" para a área da Economia Social. De resto, segundo defendeu, tal também contribuirá para dar resposta a desafios futuros como o do apoio aos idosos, promoção do envelhecimento ativo e combate ao isolamento, entre outras áreas em que a Economia Social já tem e continuará a ter um papel fundamental. No final da sessão, quando questionado pela agência Lusa sobre o reforço financeiro que gostaria de ver contemplado, Vieira da Silva especificou que o que está em causa não se restringe a um aumento de verbas, abarcando também uma "maior possibilidade de a Economia Social poder estar mais presente noutros programas que não se lhe são diretamente dirigidos". Nesse ponto, deu o exemplo da generalidade das ações para a criação de emprego ou daquelas que visam a modernização da economia e da sociedade portuguesa. "É muito importante que não haja discriminações pela natureza das instituições, e as discriminações podem ser simplesmente o facto de, por vezes, a carga burocrática ser de tal maneira pesada que dificulta as instituições mais pequenas em aceder a esses instrumentos", acrescentou.


1. A Economia Social oferece bens ou serviços que correspondam a necessidades sentidas pelos indivíduos e pelas suas circunstâncias a que se destinam. Em virtude da sua natureza, as organizações de Economia Social não são movidas por objetivos ditados exclusivamente por uma estratégia de mercado, já que a sua existência visa satisfazer necessidades sociais, promover a coesão social, combater a exclusão ou suprimir as falhas e lacunas que as organizações pertencentes aos demais sectores da economia, apresentam a esse respeito. Acresce que, numa organização da economia social, deve existir sempre uma preocupação com a solidariedade. Neste sentido, todas as organizações que integrem a Economia Social terão de apresentar como suas características a preocupação com cada um e com todos os indivíduos e a concessão de uma importância primordial às situações humanas e aos aspetos sociais. Consequentemente, todas as organizações que integram a Economia Social deverão convergir em aspetos como: · Assumpção de responsabilidades, quer individuais quer coletivas · Autonomia de gestão · Coesão social e territorial · Combate à exclusão social · Inserção no tecido social · Participação · Primado das pessoas · Promoção de espaços de realização individual · Respeito pela dimensão humana. 2. É consensual que as associações para o desenvolvimento local, as instituições particulares de solidariedade social, as cooperativas, as coletividades de cultura, recreio e desporto, as fundações e as mutualidades são as várias famílias que integram a Economia Social portuguesa. Certamente, umas mais numerosas, algumas a cooperar com o Estado e outras com um maior volume de atividade económica e social. Mas nenhuma exclusivista e todas integradoras e complementares. No seu 1º Congresso, encerrado a 14 de novembro de 2017, as várias entidades representativas da Economia Social de âmbito nacional assumiram a importância da valorização do papel de cada uma e de todas na economia e na sociedade portuguesa. Consensualizaram também que o reforço do sector no plano institucional, legal e organizacional só será capazmente concretizado através da congregação de esforços para a criação de uma estrutura comum, de natureza confederativa. Concordaram, finalmente que, respeitando a autonomia, a independência e o espaço próprio de intervenção de cada entidade, essa estrutura comum a criar assuma como sua missão a promoção e a defesa da Economia Social, como um sector específico, designadamente como parceiro social, na concertação, na definição das políticas públicas e nas orientações estratégicas destinadas à Economia Social. 3. Em assembleia geral extraordinária que decorreu no pretérito dia 24 de março, as associadas de base da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade aprovaram maioritariamente a adesão da CNIS à Confederação da Economia Social Portuguesa, considerando que nos respetivos estatutos consensualizados por todas as entidades representativas, a estrutura comum da Economia Social portuguesa, de natureza confederativa, assume que: · sendo independente do Estado, bem como de qualquer organização político partidária e confissões religiosas, prosseguirá o seu objeto e fins no estrito respeito do princípio da subsidiariedade, que se traduz na não sobreposição relativamente ao objeto e fins prosseguidos pelas suas associadas · organizará e prosseguirá a sua atividade de acordo com os princípios de autonomia, da independência e da democraticidade. Sem se diluir na estrutura comum da Economia Social portuguesa e preservando as marcas da capilaridade, da caridade, da cidadania, da comunidade, da envolvência, da gratuitidade, da lealdade, da proximidade, da solidariedade e da subsidiariedade e salvaguardando o seu espaço inalienável na cooperação como pilar estruturante do Estado Social, a CNIS, muito certamente, contribuirá para uma melhoria qualitativa da representatividade do sector da Economia Social perante os poderes públicos, a sociedade em geral e, em particular, as instâncias de concertação social e para a promoção e o aprofundamento de um debate alargado em torno de temas nacionais e internacionais relevantes para a Economia Social portuguesa e para as entidades que a integram. Lino Maia

"Entendo que a SOLIDARIEDADE é enxergar no próximo as lágrimas nunca choradas e as angústias nunca verbalizadas"
  Frase do dia por in, Augusto Cury
Previsão metereológica
Parceiros & Apoios

A "ADIC - Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã" agradece a todas as entidades e organizações que reconhecem e apoiam a sua actividade.
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