ERPI (Lar de Idosos)

Equipamento social que visa o alojamento coletivo, temporário ou permanente, para pessoas idosas em sejam desenvolvidas atividades de apoio social e prestados cuidados de enfermagem.

Centro de Dia

Resposta social, desenvolvida em equipamento, que consiste na prestação de serviços que contribuem para a manutenção dos indivíduos idosos no seu meio familiar e social.

Apoio Domiciliário

Cuidados individualizados e personalizados, no domicílio, a utentes que, por motivo de doença, deficiência ou outro impedimento, não possam assegurar atividades do dia-a-dia.

Jardim de Infância

Serviços que permitem o desenvolvimento equilibrado das crianças desde os 3 anos até ao ingresso no ensino básico, sendo complementar da ação educativa da família.

Cantinas Sociais

Resposta social, desenvolvida em equipamento, para o fornecimento de refeições, em especial a indivíduos economicamente desfavorecidos, podendo integrar outras atividades.

Gabinete de Apoio Social

Disponibiliza atendimento, acompanhamento social e/ou encaminhamento individual e familiar à população carenciada, em situação (ou risco) de exclusão social.


ADIC Destaque

21/10/2018 - 18:45h
Tiveram reinício, no passado dia 15 de outubro de 2018, as obras no Outeiro, Vilarinho.

A primeira fase de construção da obra «estrutura e telhado», iniciou-se em janeiro de 2009 e foi dada por concluída em novembro do mesmo ano. Assim, o investimento global no que já se encontra construído ascende a um valor a rondar os € 500.000,00 (meio milhão de euros). 

Estas obras - 2ª fase -, é o culminar de um demorado e penoso processo, tendo sempre como principal objetivo a conclusão da construção de raiz do Centro Social para dar resposta às suas diversas valências já existentes no âmbito do apoio social que presta em todo o concelho da Lousã e muito principalmente a criação de uma Estrutura Residencial para Pessoas Idosos (ERPI), com a capacidade para 39 residentes, Centro de Dia para 40 Utentes e Serviço de Apoio Domiciliário para 60 Utentes.

A empreitada é da responsabilidade da empresa ALVAPE - Construção e Obras Públicas, Lda, e tem o valor global de 1.097.129,15 €, sendo o prazo previsto de execução de 18 (dezoito) meses.

Prevendo-se, não havendo nenhum contratempo até lá, que para abril de 2020, o Centro Social da ADIC seja uma realidade.

O novo Centro Social representará uma enormíssima mais-valia social para todos aqueles que já necessitam ou porventura venham a necessitar de apoio, designadamente na vertente de equipamento residencial para idosos, uma vez que, atualmente, são obrigados a procurar fora e longe da sua terra o apoio para as suas necessidades, carências e problemas.

 

A Direção

ADIC Notícias

21/10/2018 - 18:13h
09/10/2018 - 13:26h
"Eco-Escolas é um programa internacional da “Foundation for Environmental Education”, desenvolvido em Portugal desde 1996 pela ABAE. Pretende encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pela escola, no âmbito da Educação Ambiental para a Sustentabilidade. O programa é coordenado a nível internacional, nacional, regional e de escola." Temos como parceiros para desenvolver este projeto a Câmara Municipal da Lousã, a União de Freguesia da Lousã e Vilarinho, os Baldios de Vilarinho, e o Trevim, assim como toda a comunidade escolar, pais e crianças. No final de cada ano letivo se concretizar-mos o plano de ação, realizar-mos atividades no âmbito dos temas-base (água, resíduos e energia) e de pelo menos um dos temas do ano (agricultura biológica, mar, mobilidade sustentável, alimentação saudável e sustentável, Floresta), receberemos a Bandeira Verde. Obrigada a todos os que contribuíram para um ambiente mais sustentável.
Começámos o novo ano letivo com janelas novas no Jardim de Infância. De facto, as janelas que existiam eram em madeira, ainda da altura da antiga escola primária, e estavam já extremamente degradadas, deixando entrar frio e chuva. Esta substituição por janelas de alumínio, só foi possível no âmbito do projeto Eco-escolas, no qual o nosso jardim participa há 4 anos, e concretizada com o fundamental apoio da União de Freguesias de Lousã e Vilarinho, à qual, na pessoa do seu presidente Antonio Marçal, enviamos um enorme agradecimento.

24/09/2018 - 14:17h
01/09/2018 - 15:31h
No passado dia 10 de setembro, pelas 09h00m, no Cartório Notarial de Vila Nova de Poiares, perante a notária Dra. Maria João Teixeira da Encarnação, teve lugar a assinatura da escritura de mútuo com hipoteca, entre a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo Beira Centro C.R.L e a ADIC - Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã. Pela referida escritura, a Caixa Agrícola (CA), concede à ADIC Vilarinho um empréstimo do montante de 1.000.000,00 € (um milhão de euros), pelo prazo de cento e oitenta meses, a contar da data da assinatura e nas condições estabelecidas no documento complementar e anexo e que faz parte integrante da escritura. Pela presente escritura a ADIC constitui hipoteca a favor da Caixa Agrícola, sobre o imóvel de que é titular, situado no Outeiro, Vilarinho. A referida escritura encontra-se devidamente registada no Cartório Notarial de Vila Nova de Poiares, exarada de folhas cento e dezasseis a folhas cento e dezoito verso do livro de notas para escrituras diversas número setenta e dois e respetivo documento complementar. Sempre primando pela total transparência dos seus atos, abaixo pode consultar a Certidão de Escritura. A Direção
Desde o início do mês de agosto que a ADIC conta com a presença diária de uma Fisioterapeuta e de uma Professora de Educação Física, que acompanham os nossos idosos de Centro de Dia e de Serviço de Apoio Domiciliário. Esta reabilitação, inserida no âmbito do Projeto AGA@4Life, do qual a nossa instituição é parceira, está ainda relacionada com a 2ª fase deste programa (Intervenção), agora na área da mobilidade. Esta tipologia de intervenção, com a durabilidade de aproximadamente 16 semanas, tem como objetivo principal a diminuição do risco de quedas, sendo que este é muito elevado nesta faixa etária dos séniores, e, por sua vez a prevenção do risco de fraturas. Incentivar os idosos à mobilidade, ao humor e à interação social é essencial para a sua estabilidade. Com técnicas relativamente simples, focadas nas capacidades de força e de equilíbrio, é possível aumentar a qualidade de vida e promover o envelhecimento ativo.
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03 OUT 2018
No dia 03 de outubro, pelas 21 horas terá lugar, na sede da Associação, a reunião Ordinária da Direção mês de outubro de 2018 - cfr. artº. 38º dos estatutos.A Direção
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17 OUT 2018
No dia 17 de outubro, pelas 21 horas terá lugar, na sede da Associação, a reunião Ordinária da Direção mês de outubro de 2018 - cfr. artº. 38º dos estatutos.A Direção
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07 NOV 2018
No dia 07 de novembro, pelas 21 horas terá lugar, na sede da Associação, a reunião Ordinária da Direção mês de novembro de 2018 - cfr. artº. 38º dos estatutos. A Direção

LOUSÃ Notícias


O Executivo Municipal da Lousã aprovou, na reunião que teve lugar na passada segunda feira, por unanimidade, a atribuição de 20 mil euros à ARCIL para apoio às estruturas de ensino diferenciado e estruturado do Agrupamento de Escolas da Lousã. Este apoio insere-se nas políticas e praticas de inclusão em que a Autarquia se tem empenhado em estreita articulação com as entidades diretamente envolvidas, com vista à promoção da cidadania e da qualidade de vida dos alunos carenciados de estruturas de ensino diferenciado/estruturado do Agrupamento de Escolas da Lousã. Refira-se que, recentemente, a Autarquia aprovou, também, acordos com o Agrupamento e com IPSS que contemplaram um apoio financeiro da Autarquia no valor de 174 mil euros e abrangem mais de 380 crianças, tendo como objeto a dinamização de Atividades de Animação e Apoio à Família (AAAF) e Centros de Atividades de Tempos Livres (CATL) em diversos estabelecimentos de ensino do Concelho. Estes protocolos e os apoios definidos enquadram-se nas medidas de apoio às famílias que contemplam outras iniciativas como a Ação Social Escolar, tarifas sociais, oferta de livros de fichas e material escolar, transportes escolares, dentro e para fora do concelho, diversos projetos educativos e outros apoios sociais.


Foi provada a abertura de concurso público para a “requalificação e acessibilização” da Piscina Natural da Senhora da Piedade, na Lousã. O Executivo Municipal da Lousã aprovou, na reunião que teve lugar hoje, a abertura de um concurso público para a realização da empreitada de Requalificação e Acessibilização da Piscina Natural da Senhora da Piedade. A empreitada – que tem um valor base de 399 699,70€ – contempla a construção de 1 200 metros de passadiço entre o Cabo do Soito e as Piscinas, acessibilização e requalificação da envolvente à Piscina, instalação de iluminação e intervenções no Restaurante e na Casa da Natureza. Esta empreitada foi candidatada ao Programa Valorizar que tem por objetivo promover a contínua qualificação dos destinos através da regeneração, requalificação e reabilitação dos espaços públicos com interesse para o turismo e da valorização do património cultural e natural do País, tendo sido aprovado um financiamento de 90%. O concurso público será publicado em Diário da República tendo os interessados 20 dias – após a data de publicação – para responder ao mesmo. Esta intervenção integra a estratégia de promoção do território e de preservação do património, onde se inserem também a obra de preservação e acessibilização do Castelo – que se encontra em fase de conclusão e que significa um investimento de cerca de 340 000 mil euros e cujo o financiamento comunitário foi de 212 500€ – a instalação de rede WIFI em diversos locais – que já se encontra em fase de testes e será lançada brevemente – e outras iniciativas de qualificação e promoção do território.


A Transdev começa no sábado a assegurar o transporte rodoviário alternativo no Ramal da Lousã, entre Serpins e Coimbra, por interrupção da circulação ferroviária há mais de oito anos. Com o preço base do procedimento a rondar os cinco milhões de euros (4.998.000 de euros), o concurso lançado em abril pela Comboios de Portugal (CP) foi ganho pela empresa Transdev, “que deverá transportar os passageiros desta linha nos próximos três anos”, informou a Metro Mondego (MM) em comunicado. O novo operador dos serviços rodoviários alternativos no Ramal da Lousã, onde os comboios circularam mais de 100 anos, entre dezembro de 1906 e janeiro de 2010, sucede à empresa VT Bus, que agora acaba de cumprir idêntico contrato de três anos. A MM tem o Estado como principal acionista, dela fazendo também parte a CP, a Infraestruturas de Portugal (IP) e os três municípios outrora servidos pelo ramal ferroviário: Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra. Criada em 1996, com o objetivo de instalar um serviço de metro ligeiro na linha centenária e na área urbana de Coimbra, a sociedade anunciou que a mudança de operador coincide com “ajustamento nos horários”, “menos tempo ao almoço sem autocarros” e “serviços redundantes suprimidos”. “Com vista à melhoria da qualidade do serviço, foram introduzidas novas condições, das quais se destaca a disponibilização de alguns autocarros adequados a pessoas com mobilidade reduzida, com pelo menos um lugar para cadeira de rodas acessível por mecanismo automatizado”, ainda segundo a nota. Os novos horários poderão ser consultados na página da internet da MM – www.metromondego.pt – ou obtidos nas bilheteiras das estações de Coimbra, São José, Miranda do Corvo e Lousã. A intervenção no canal ferroviário, numa extensão de 35 quilómetros, começou em finais de 2009, por iniciativa do último Governo de José Sócrates, mas as empreitadas foram suspensas algum tempo depois devido a problemas financeiros. Com a via-férrea encerrada, os utentes são servidos há mais de oito anos por autocarros, ao abrigo de concursos da responsabilidade da CP, que tem assumido encargos de vários milhões de euros à espera que o problema seja resolvido pelo Estado. Após terem sido realizados investimentos públicos no Ramal da Lousã que rondam os 150 milhões de euros, segundo diferentes estimativas, a que se juntam encargos com o edifício-sede e vencimentos das administrações e funcionários da Metro Mondego, o Governo anunciou, em junho de 2017, que o metro previsto há quase um quatro de século seria substituído por um sistema de autocarros elétricos do tipo “metrobus”. No dia 02 de julho, em Penacova, distrito de Coimbra, na presença do primeiro-ministro António Costa, o ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, informou que o primeiro concurso público do denominado Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), no Ramal da Lousã e em Coimbra, será lançado no início de 2019.

SOCIAL Notícias


As entidades que desenvolvem ações de inovação e empreendedorismo social podem obter financiamento para reforço das suas competências de gestão e comunicação, no âmbito do segundo concurso de Capacitação para o Investimento Social, que foi aberto esta terça-feira, 4 de setembro. Segundo um comunicado da iniciativa pública Portugal Inovação Social, as candidaturas estarão abertas até 04 de dezembro, sendo que este concurso disponibiliza sete milhões de euros através do Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (POISE) do Portugal 2020. "O instrumento Capacitação para o Investimento Social tem como principal objetivo apoiar a primeira fase do ciclo de vida dos projetos de inovação social, financiando o desenvolvimento de competências críticas para a sua implementação, com vista a gerar maior impacto social e a captar investimento de forma mais eficiente", diz a nota informativa.


1. A ação social e solidária direta é uma prática assegurada por uma rede de entidades e instituições de natureza particular, fora do perímetro do Estado ou de outras entidades públicas e concretizada pela entidade mais próxima, numa escala territorial, e pelos corpos intermédios, antes da esfera pública, no que respeita à natureza das organizações. São associações, cooperativas, fundações ou mutualidades de solidariedade social, centros sociais paroquiais, institutos de organização religiosa ou misericórdias. São Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), com respostas para acolhimento institucional de crianças e jovens em perigo, de alojamento social de emergência, com cantinas sociais, casas abrigo, centros (de acolhimento, de convívio, de dia e de noite para pessoas idosas, de apoio à vida e a toxicodependentes, de apoio familiar e aconselhamento parental, comunitários e protocolares, de atividades ocupacionais e de tempos livres), com creches, cuidados continuados integrados, jardins de infância, lares (de infância, juventude ou pessoas idosas), com serviços de apoio domiciliário e com outros serviços de proteção social e de apoio à comunidade... É economia das pessoas e para as pessoas, com abordagem mais humanista, mais próxima e mais vantajosa para os cidadãos, sobretudo, para os que vivem situações de maior exposição à fragilidade social. Com mais de 650 mil utentes diretos, com cerca de 200 mil trabalhadores e com mais de 20 mil dirigentes é quase um décimo da população portuguesa que diariamente está envolvida ou empenhada num dos pilares estruturantes do Estado Social. Mas muitos mais são os que indiretamente beneficiam da atividade do Sector Social Solidário!... 2. O Estado Social é, essencialmente, obra da democracia, que o criou e dele se alimenta. Todos, no Parlamento, nos governos e no exercício da cidadania, o ergueram e o favorecem. Ninguém quis perder uma oportunidade para aumentar prestações, subsídios, pensões e abonos e poucos se negam a dar o seu contributo para uma comunidade com melhor porvir. Enquanto o Estado Social pretende garantir as liberdades individuais e, ao mesmo tempo, intervir para que o conjunto da população tenha acesso a uma série de serviços sociais, especialmente os relacionados com educação, habitação, proteção social e saúde, as instituições que integram o mesmo Estado devem organizar-se de modo a que haja coesão social e igualdade de oportunidades. Uma educação mais extensiva e mais inclusiva que não deixe ninguém para trás, mais proteção e segurança social e, enquanto possível mais e melhores serviços na saúde. O orçamento do Estado para este ano incluía uma despesa global para a Educação de 6.173 milhões de euros enquanto a despesa total consolidada do Programa da Saúde prevista e inscrita no mesmo orçamento é de 10.289,5 milhões de euros. Evidentemente, despesas absolutamente justificadas na Educação e na Saúde e que qualquer orçamento anual terá de incluir. Com meios e demografia a escassear, o mérito, do próximo e dos futuros, será o de o engendrar formas de os poderem reforçar favoravelmente, para o que não poderá ser esquecido o envolvimento da população. Entretanto, segundo o que vem sendo periodicamente referido e parece consolidado, o Estado está a transferir para as tais Instituições Particulares de Solidariedade Social (um dos tais pilares do Estado Social) cerca de 1.400 milhões de euros por ano. Ou seja, para o conjunto das cerca de 5 mil Instituições que beneficiam a população mais fragilizada através das várias dezenas de milhares de respostas sociais distribuídas pelo país é transferido quase cinco vezes menos do que aquilo que é destinado à educação e quase oito vezes menos do que aquilo que é destinado à saúde. Tendo presentes estes números nem se quer dizer que seja muito nem pouco, mas que é certamente insuficiente até porque 16% das IPSS estão com EBITDA negativo e porque o país não é um todo muito igual. 3. Um estudo desenvolvido sob a coordenação científica do Professor Américo Mendes, já anteriormente aqui referido e feito a partir da análise exaustiva de todos os dados de 400 IPSS representativas de todos os concelhos do território nacional e de todos os grupos de IPSS (associações, centros sociais paroquiais, cooperativas, fundações, institutos de organização religiosa, misericórdias e mutualidades), mostra que a Segurança Social contribui com 40,8% para a estrutura de rendimentos das IPSS, através dos acordos de cooperação celebrados, as Autarquias contribuem com 0,69% e os Utentes com 30,61%. Tudo somado, Segurança Social, Autarquias e Utentes, dá exatamente 72,1%. O restante, 27,9%, corresponde, nomeadamente, ao envolvimento da comunidade, à filantropia e também ao dedicado empenhamento e à boa gestão dos dirigentes das Instituições... Estes números ajudam a perceber que, contrariamente ao que por vezes é afirmado, não é nada significativa a transferência financeira do Estado para o Sector. Mas, entre outros, sobressaem cinco ponderáveis indicações: 1. Não há incompatibilidade entre Estado Social e comparticipação segundo a condição de recursos; 2. Consolidando as opções que têm sido feitas, a cooperação tem contribuído decisivamente para a qualificação e a universalização dos serviços; 3. Comparticipando os utentes do Sector segundo a sua condição de recursos e, no seu conjunto, contribuindo com menos de um terço dos custos reais, o Sector mantém a fidelidade à sua matriz porque aqui é residual a percentagem dos utentes que concorrem para os custos reais da sua frequência e estão a ser preferenciados efetivamente os mais carenciados; 4. Podendo e devendo ser pontualmente aperfeiçoado na via da promoção das igualdades num país desigual, o atual modelo de cooperação tem favorecido a coesão social porque, comprometendo e envolvendo, nem exclui nem segrega e não favorece a subsidiodependência; 5. Para o futuro do Estado Social não são despiciendos nem o modelo nem a filosofia da cooperação. Lino Maia


Estudo da Universidade de Évora avalia o trabalho das associadas da CNIS. Com a finalidade de fazer um diagnóstico de saúde da população servida pelas IPSS associadas da CNIS e de criar um conjunto de recomendações que permitam uma monitorização contínua das condições de saúde da população servida por essas mesmas instituições, a CNIS, em parceria com a Universidade de Évora, concluiu recentemente um estudo que dentro em breve será apresentado publicamente. A equipa, liderada pela investigadora Felismina Mendes, contou ainda com a participação dos investigadores da academia eborense Manuel Agostinho Fernandes, Maria Gorete Reis, César Fonseca, Ermelinda Caldeira, Maria José Bule, Maria Gabriela Calado, Maria Dulce Magalhães, Dulce Cruz e Gertrudes Silva. Síntese do estudo, que teve os seguintes objetivos gerais: realizar o diagnóstico de saúde da população utente dos serviços de IPSS associadas da CNIS; e criar um modelo promotor de uma cultura de qualidade ao nível da saúde e segurança nas IPSS associadas da CNIS. Por outro lado, em termos de objetivos operacionais, os investigadores procuraram identificar: - As variáveis preditivas (individuais, organizacionais, ambientais) dos fatores de risco para a saúde da população (pessoas idosas, crianças, jovens e adultos com deficiência); - A prevalência de doenças crónicas como diabetes, HTA, depressão, AVC, doença de Alzheimer e doença de Parkinson, entre outras; caraterizar o modelo de prestação de cuidados de saúde de cada IPSS; - Práticas promotoras de estilos de vida saudáveis e prevenção da doença; - Práticas institucionais promotoras da inclusão, cidadania, segurança e independência individual e coletivas. Na síntese, já disponível na plataforma online Rotass (que pode aceder através do sítio da internet da CNIS), apresentam-se os principais resultados obtidos ao nível do Diagnóstico de Saúde da população servida pelas IPSS associadas da CNIS. Na mesma não se apresentam resultados das respostas sociais com um número de respostas igual ou inferior a três, no entanto, esses dados constam do Relatório Final, que a seu tempor será disponibilizado. Para já, ficam alguns dados, que demonstram a amplitude do estudo realizado pela equipa de Felismina Mendes. Assim, obtiveram-se 823 respostas de diferentes IPSS, com o envolvimento de 536 responsáveis institucionais. Verificou-se que 22,6% das respostas obtidas são provenientes da UDIPSS Setúbal, 13,7% da de Santarém e 11,8% da UDIPSS Coimbra. Maioritariamente os responsáveis institucionais, que responderam aos diferentes questionários, têm formação na área social (65,5%), 10,8% na área da administração/gestão, 9% na área da psicologia e 8,2% na área da saúde. Observou-se que 80,7% detêm o cargo de direção técnica e, destes, 79,9% têm o grau de licenciado, 2,8% o de mestre e 2,4% o de doutor.

"Entendo que a SOLIDARIEDADE é enxergar no próximo as lágrimas nunca choradas e as angústias nunca verbalizadas"
  Frase do dia por in, Augusto Cury
Previsão metereológica
Parceiros & Apoios

A "ADIC - Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã" agradece a todas as entidades e organizações que reconhecem e apoiam a sua actividade.
Morada
ADIC - Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã
Rua Senhora das Preces, nº 4, Vilarinho
3200-407 Lousã

Coordenadas GPS
Centro de Dia
Lat. 40° 7'27.90"N
Long. -8°12'53.86"W
Jardim-de-infância
Lat. 40° 7'30.60"N
Long. -8°12'57.92"W
Centro Social
Lat. 40° 7'31.58"N
Long. -8°12'56.10"W
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