Centro de Dia

Resposta social, desenvolvida em equipamento, que consiste na prestação de serviços que contribuem para a manutenção dos indivíduos idosos no seu meio familiar e social.

Apoio Domiciliário

Cuidados individualizados e personalizados, no domicílio, a utentes que, por motivo de doença, deficiência ou outro impedimento, não possam assegurar atividades do dia-a-dia.

Jardim de Infância

Serviços que permitem o desenvolvimento equilibrado das crianças desde os 3 anos até ao ingresso no ensino básico, sendo complementar da ação educativa da família.

Cantinas Sociais

Resposta social, desenvolvida em equipamento, para o fornecimento de refeições, em especial a indivíduos economicamente desfavorecidos, podendo integrar outras atividades.


ADIC Destaque

19/05/2018 - 15:52h
No âmbito do Dia Mundial da Pastelaria, 17 de maio, a Pastelaria Casa do Pão aceitou o desafio de preparar e confeccionar broas e bolos com os utentes de Centro de Dia da ADIC.

O requinte da conjunção dos sabores, a diversidade na apresentação e a estética cativante são características que distinguem esta Pastelaria e o seu modo de confeção. Este espírito criativo foi incorporado pelos nossos idosos que resolveram então “pôr a mão na massa”.

O objetivo deste dia é celebrar a alegria de cozinhar doces, adoçando o nosso paladar e os daqueles que gostam de nós. O nosso lanche ficou mais saboroso com todos os doces que fizemos e trouxemos connosco. O nosso muito obrigada à Pastelaria Casa do Pão, nomeadamente à proprietária Sofia, que nos proporcionou esta experiência e este agradável palato!

ADIC Notícias

24/04/2018 - 17:26h
30/03/2018 - 18:53h
No âmbito do concurso público para a construção do novo Centro Social - Processo nº CP/1/2018, Anúncio de procedimento nº 1565/2018 – DR nº 54 de 16/03/2018, o Júri do Concurso apresentou à Direção dois pareceres a fim de serem apreciados, discutidos e decididos, a saber: - Parecer sobre os erros e omissões do caderno de encargos; - Parecer sobre a prorrogação de prazo. A Direção, em reunião realizada no passado dia 11 de abril, tomou conhecimento dos referidos pareceres e de toda a documentação anexa aos mesmos e, nos termos do disposto no artº. 64º do CCP, decidiu: - Aprovar todas as alterações dos erros e omissões identificados na lista anexa ao parecer do Júri; - Autorizar a prorrogação do prazo de apresentação de propostas para o dia 30 de abril de 2018, pelas 23h59m. – Foi deligenciado pela atualização da plataforma acinGOV e pela publicitação em anúncio, o qual foi publicado através do Aviso de prorrogação de prazo nº 556/2018, publicado no Diário da República n.º 73/2018, Série II de 2018-04-13. Consulte AQUI. Abaixo poderá consultar o ficheiro PDF do anúncio de prorrogação do prazo. A Direção
Destine 0,5% dos seus impostos liquidados e o reembolso do IVA suportado à ADIC e ajude assim a Instituição. Preencha o campo 1101 do Modelo 3 (rosto) com o NIF: 504 000 349. Clique AQUI para ver em vídeo o folheto institucional. No momento do preenchimento da declaração de rendimentos, poderá destinar 0,5% do IRS liquidado ou doar a dedução do IVA a uma instituição. Desde IPSS, entidades religiosas e pessoas coletivas de utilidade pública, incluindo as que têm fins ambientais e culturais. Isto é a consignação do IRS – também conhecida como consignação fiscal – e a escolha é sua. Sabia que pode doar 0,5% do seu IRS a uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), sem qualquer custo para si? Não pagará mais impostos, nem verá o reembolso do seu IRS diminuído por isso. A sua doação é retirada ao valor do imposto devido ao Estado. Ao preencher a sua declaração de IRS, indique o NIPC da Instituição, neste caso a ADIC, nif: 504 000 349, que deseja apoiar no quadro 11 do Rosto da Dec. Mod 3. Ao fazê-lo estará a ajudar e a ser SOLIDÁRIO. Assim, a ADIC Vilarinho apela a TODOS os contribuintes para consignarem 0,5% do seu IRS à Instituição. A totalidade dos impostos que pagamos destinam-se a financiar as despesas públicas do Estado sem nós decidirmos diretamente onde são aplicados. A única exceção existente é a possibilidade de destinar 0,5% do nosso IRS a uma determinada Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), de acordo com a regulamentação da Lei nº 16/2001, de 22 de junho. Esta consignação fiscal, não representa qualquer custo adicional para o contribuinte. A consignação de IRS não tem custos para o contribuinte. São 3.760 as IPSS que pediram e completaram as condições para poderem vir a beneficiar dos 0,5 % de IRS. Com total transparência e certeza afirmamos que a ADIC Vilarinho é uma dessas Instituições. Consulte AQUI a lista disponibilizada pela Autoridade Tributária. No ficheiro PDF abaixo, poderá abrir o mesmo e consultar a lista das 3.760 IPSS, se desejar procurar a ADIC, basta para isso clicar nas teclas Crt+F e escrever no campo que é aberto a palavra ADIC ou o nº de contribuinte. 504000349. Bem haja A Direção

30/03/2018 - 17:27h
29/03/2018 - 17:58h
Possuir um espaço próprio, novo, moderno e funcional foi sempre um sonho da Associação. A primeira fase de construção da obra «estrutura e telhado», iniciou-se em janeiro de 2009 e foi dada por concluída em novembro do mesmo ano. Assim, o investimento global no que já se encontra construído ascende a um valor a rondar os € 500.000,00 (meio milhão de euros). Valor este totalmente suportado pela tesouraria da Instituição. Após oito anos, com a obra completamente parada por falta de financiamento, A Direção da ADIC – Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã, torna público que foi publicado no Diário da República n.º 54/2018, Série II de 2018-03-16, o Anúncio de Procedimento 1565/2018, sendo que o anúncio declara aberto o procedimento do Concurso Público para a construção de uma estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI), Centro de Dia (CD) e Serviço de Apoio Domiciliário /SAD) e poderá ser consultado AQUI na página do Diário da República. Valor do preço base do procedimento: 950.000,00 EUR. Plataforma eletrónica utilizada pela Instituição para o concurso: http://www.acingov.pt/acingov/ com o procedimento nº CP/1/2018. Prazo para apresentação das propostas: Até às 23h59m do 30 º dia a contar da data da publicação do anúncio. A necessidade de recurso a empréstimos bancários hipotecário de 1.000.000,00 €, vai ser um enorme desafio e uma tremenda responsabilidade sobre a gestão atual e futura da Associação, mas vamos todos acreditar que a decisão arrojada do investimento no equipamento vai ser a mais correta e que a ADIC permaneça em crescendo no apoio social a toda a comunidade que a procure e necessite da sua intervenção. O novo Centro Social representará uma enormíssima mais-valia social para todos aqueles que já necessitam ou porventura venham a necessitar de apoio, designadamente na vertente de equipamento residencial para idosos, uma vez que, atualmente, são obrigados a procurar fora e longe da sua terra o apoio para as suas necessidades, carências e problemas. Em anexo junta-se cópia do anúncio de procedimento publicado no Diário da República. A Direção
2017 um ano repleto de trabalho Solidário, 2018 as obras para conclusão do Novo Centro Social serão uma realidade. Teve lugar no passado dia 23 de março a assembleia geral ordinária da ADIC que contou com a presença de 32 associados. Fica aqui descrita uma breve resenha dos trabalhos, bem assim como os documentos aprovados. Relativamente ao primeiro ponto da ordem de trabalhos: Após ter sido dada a palavra pelo presidente da Assembleia geral Dr. Alcides Martins, o presidente da Direção Rogério Martins apresentou aos associados de uma forma muito resumida os principais pontos constantes do relatório de atividades onde destacou: Com o protocolo assinado a Direção da ADIC começou a diligenciar pela elaboração de um Estudo Económico-financeiro, a fim de ser apresentado em diversas Instituições Bancárias, com o objetivo de solicitar propostas de financiamento (empréstimo hipotecário) necessário para a conclusão das obras, dando também como garantia o valor protocolado acima referido. Várias foram as entidades bancárias contactadas ao longo do ano de 2017, mas somente obtivemos uma resposta concreta, uma resposta por escrito e favorável, que foi a do Crédito Agrícola. Sendo certo que, o Banco com que a ADIC trabalha, Banco BPI ainda não deu por encerradas as negociações; as solicitações de diversa documentação tem sido uma constante, aguardamos uma resposta definitiva da entidade bancária. Toda a documentação necessária ao lançamento do concurso público foi ao longo do segundo semestre de 2017 ultimado. O caderno de encargos foi apresentado à Direção e devidamente aprovado. O Júri do concurso foi escolhido e nomeado. Nesta fase a ADIC contou com toda a colaboração e disponibilidade do Município da Lousã e apoio do associado António Carvalho. Uma vez que existiu a necessidade de “retocar” alguns pormenores do projeto de arquitetura, a Direção decidiu submeter, em outubro, tais alterações à apreciação da Segurança Social. O parecer da Segurança Social, até 31/12/2017 não tinha chegado à ADIC e, já decorria o mês de janeiro de 2018 quando, finalmente, o visto favorável foi rececionado, contemplando: ERPI - 39 residentes Centro de Dia - 40 Utentes Serviço de Apoio Domiciliário - 60 Utentes Encontrando-se aprovados pela Direção, por unanimidade, os documentos do projeto, as peças do procedimento, programa do concurso, caderno de encargos e nomeação de júri, foi ainda necessário registar a ADIC na INCM a fim de, oportunamente, ser publicado o anúncio de abertura do concurso público no Diário da República (DR). Tudo o que era necessário tratar (documentação e burocracia) está tratado, pelo que o concurso será uma realidade talvez no primeiro trimestre de 2018, pelo valor do procedimento de 950.000,00 €, e é de crer, caso tudo corra normalmente que a empreitada para conclusão das obras do novo Centro Social de Vilarinho seja entregue à empresa vencedora no decurso dos próximos meses. Rogério Martins destacou ainda toda a atividade no âmbito do apoio social da ADIC, especialmente no que se refere às suas respostas sociais para crianças e para os seniores. Finalizando, referiu ainda que ao longo do ano muitas foram as situações que nos transtornaram, mas acreditamos que soubemos dar a cara, e mais importante ainda, dar a volta à situação com as alternativas que tínhamos ao nosso alcance (sempre legais e/ou de circunstâncias …). Referiu ainda, que muitas decisões foram tomadas e muitas outras adiadas por situações alheias à nossa vontade, aguardando por uma oportunidade que vá de encontro com os nossos objetivos e missão social. Esperamos, num futuro próximo dar respostas a todas as decisões que foram adiadas e ainda se encontram pendentes ... Lançamos ainda, o desafio aos associados, para serem mais intervenientes ao longo do ano, aportando sugestões e ideias, que possam ser trabalhadas em comum acordo e nos permitam gerar mais-valias para os nossos utentes. Vamos trabalhar em conjunto, unidos e de forma transparente, colocando de parte interesses não comuns, pois só assim conseguimos alcançar o sucesso institucional e o bem-estar para todos os nossos Utentes e demais colaboradoras. A terminar, a sua intervenção agradeceu em nome da Direção da ADIC a todos aqueles cujo empenhamento e dedicação muito contribuiu para o cumprimento da atividade retratada, sendo o tributo do nosso agradecimento em especial para as nossas Funcionárias, Colaboradores Voluntários, Parceiros e Amigos da Associação. * Seguidamente pelo tesoureiro Paulo Costa, foram apresentadas as contas referentes ao exercício de 2017, que resumiu: Total dos rendimentos - 412.788,19 € Total dos gastos - 405.388,62 € € Resultado líquido do exercício - 7.399,57. € Neste ponto, o tesoureiro deu ainda algumas explicações mais detalhadas sobre as rubricas mais importantes. Pelo tesoureiro foi ainda dada uma explicação sobre o protocolo com os Baldios, sendo que, no ano de 2017 já foi transferido para a ADIC o valor de 30.000,00 €, valor este registado contabilisticamente como subsídio ao investimento, não sendo assim contabilizado como ganho do exercício. O documento foi votado e aprovado por maioria Ponto 2 Neste ponto pelo presidente Rogério Martins foi informado que o Concurso Público para a conclusão das obras do novo Centro Social já se encontra a decorrer, tendo sido publicado o competente anúncio no Diário da República no passado dia 16 de março. No que se refere ao financiamento da obra o tesoureiro informou ainda que a ADIC tem uma resposta favorável de uma Instituição Bancária – Crédito Agrícola – e que existe documentação escrita dessa aceitação. Mais informou que ainda decorrem negociações preliminares com os Bancos BPI e Montepio. Findas estas negociações preliminares, a Direção da ADIC decidirá e passará a negociar formalmente com a Instituição bancária que irá financiar o equipamento social. Este ponto foi meramente informativo Ponto 3 Pelo presidente da Assembleia geral Dr. Alcides foi informado ter recebido uma carta de um associado, na qual eram abordados vários assuntos referentes ao Jardim de Infância. Essa mesma carta foi lida na integra pela Mesa aos associados presentes. Na sequência de tal missiva, a Direção entendeu por bem dar as explicações e esclarecimentos tidos por convenientes e oportunos para a ocasião, tendo para o efeito sido o vice-presidente da Direção João Melo que usou da palavra. Este ponto foi meramente informativo Abaixo, consulte todos os documentos. AQUI pode folhear e ler o Relatório e Contas
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02 MAI 2018
No próximo dia 2 de maio, pelas 21 horas terá lugar, na sede da Associação, a reunião Ordinária da Direção mês de maio de 2018.
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16 MAI 2018
No próximo dia 16 de maio, pelas 21 horas terá lugar, na sede da Associação, a reunião Ordinária da Direção mês de maio de 2018.
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04 JUN 2018
No dia 4 de junho a ADIC irá receber a visita do Rancho Sénior da Câmara Municipal da Lousã

LOUSÃ Notícias


O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, disse que os primeiros concursos da obra do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), baseado em autocarros elétricos, deverão ser lançados no princípio do próximo ano. O serviço unirá os concelhos de Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra. "Estamos a fazer os projetos tal e qual como dissemos na altura", respondeu o ministro, questionado pela agência Lusa, em Tábua, sobre os desenvolvimentos do processo. A denominada solução "metrobus" foi apresentada há quase um ano por Pedro Marques, em 02 de junho de 2017, em Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra. "Estamos a cumprir com aquilo com que nos comprometemos com as populações e com os autarcas", sublinhou. A execução do projeto de mobilidade do SMM, com que o Governo se comprometeu há um ano -- e que abrange o canal do ramal ferroviário da Lousã e a cidade de Coimbra -- deverá custar 89,3 milhões de euros. Pedro Marques falava em Tábua, após ter participado na apresentação da solução para o IP3 aos autarcas dos municípios da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra. A sessão foi vedada aos jornalistas, como já antes tinha acontecido em Tondela, numa iniciativa idêntica para os concelhos que integram a comunidade congénere de Viseu, Dão e Lafões. A conclusão das obras do Itinerário Complementar 6 (IC6) visa servir a população e as empresas de Tábua, Oliveira do Hospital, Seia e outros concelhos vizinhos, nos distritos de Coimbra e Guarda, onde as acessibilidades são apontadas como um dos maiores entraves ao desenvolvimento.


Numa corporação onde coexistem bombeiros profissionais e voluntários, o aniversário foi comemorado com homenagens aos bombeiros mais abnegados e palavras de esperança no futuro. A entrega de dois Crachás de Ouro da Liga dos Bombeiros Portugueses a dois elementos de referência dos Bombeiros Municipais da Lousã foi o momento mais alto das comemorações do 114º aniversário da corporação. Os homenageados foram o Comandante João Melo, pela sua abnegação e liderança e o Chefe António Baptista Almeida, pelos seus 35 anos de dedicação e bons serviços O presidente da Câmara Municipal da Lousã anunciou ainda alguns objectivos a concretizar «nos próximos tempos» e que vão dotar os Bombeiros Municipais da Lousã de melhores condições de operacionalidade. Ao intervir na sessão solene comemorativa do 114.º aniversário da corporação, Luís Antunes garantiu que a autarquia vai investir cerca de 13 mil euros, a que se junta uma comparticipação da Autoridade Nacional de Protecção Civil, na substituição «em breve» do veículo tanque urbano danificado nos incêndios de Outubro. Também afirmou que vai continuar a lutar, junto do Ministério da Saúde, pela substituição da ambulância do INEM e, nas secretarias de Estado da Administração Local e da Protecção Civil, «diligenciar para que existam condições para concretizar a carreira de bombeiros».


As candidaturas efetuadas pela Câmara Municipal, em parceria com as Juntas de Freguesia e concessionários, atingiram o pleno e, na próxima época balnear, as três praias fluviais do concelho – (Casal de Ermio), Senhora da Graça (Serpins) e Senhora da Piedade (Lousã) – terão hasteada a Bandeira Azul, galardão máximo da qualidade ambiental. De destacar o facto da Piscina Natural da Nossa Senhora da Piedade ter sido, pela primeira vez, premiada com este galardão. Esta distinção é atribuída – anualmente – pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), em função de um conjunto de critérios de gestão ambiental, qualidade da água, serviços e segurança aos utentes, entre outros. Para o Presidente da Câmara, Luís Antunes “Com a obtenção do galardão de todas as praias atingimos mais um importante objetivo a que nos tínhamos proposto. A atribuição destas bandeiras deve constituir um estímulo adicional para o trabalho em curso e a desenvolver para a promoção deste magnifico território e das suas potencialidades naturais e patrimoniais e para a estruturação e valorização da oferta turística do Concelho”. O Autarca destacou ainda que “A candidatura se insere nas medidas de promoção da sustentabilidade definidas pela Autarquia e que, anos após ano, tem colocado a Lousã em lugar de destaque nos rankings de sustentabilidade”.

SOCIAL Notícias


O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, defendeu que os fundos europeus do pós-2020 devem incluir um reforço do apoio para o setor e para as instituições da Economia Social. "Espero que a Economia social veja reconhecido o seu papel e espero que um dia, não muito longínquo, a própria União Europeia venha a ter um programa próprio de apoio à Economia Social, ainda que ela seja entendida de forma distinta nos vários países", afirmou. Vieira da Silva falava em Castelo Branco, onde participou na sessão de encerramento de um congresso inserido na terceira edição da Feira de Economia Social IN. Durante a sessão, o governante lembrou a importância do evento e da oportunidade por este estar a decorrer numa fase em que se inicia a discussão relativa à distribuição dos fundos estruturais para o próximo quadro comunitário de apoio. Depois de salientar que este setor representa entre 05 a 06% do emprego assalariado do país, Vieira da Silva mostrou-se confiante de que na negociação do pós-2020 haverá "espaço de inserção" para a área da Economia Social. De resto, segundo defendeu, tal também contribuirá para dar resposta a desafios futuros como o do apoio aos idosos, promoção do envelhecimento ativo e combate ao isolamento, entre outras áreas em que a Economia Social já tem e continuará a ter um papel fundamental. No final da sessão, quando questionado pela agência Lusa sobre o reforço financeiro que gostaria de ver contemplado, Vieira da Silva especificou que o que está em causa não se restringe a um aumento de verbas, abarcando também uma "maior possibilidade de a Economia Social poder estar mais presente noutros programas que não se lhe são diretamente dirigidos". Nesse ponto, deu o exemplo da generalidade das ações para a criação de emprego ou daquelas que visam a modernização da economia e da sociedade portuguesa. "É muito importante que não haja discriminações pela natureza das instituições, e as discriminações podem ser simplesmente o facto de, por vezes, a carga burocrática ser de tal maneira pesada que dificulta as instituições mais pequenas em aceder a esses instrumentos", acrescentou.


1. A Economia Social oferece bens ou serviços que correspondam a necessidades sentidas pelos indivíduos e pelas suas circunstâncias a que se destinam. Em virtude da sua natureza, as organizações de Economia Social não são movidas por objetivos ditados exclusivamente por uma estratégia de mercado, já que a sua existência visa satisfazer necessidades sociais, promover a coesão social, combater a exclusão ou suprimir as falhas e lacunas que as organizações pertencentes aos demais sectores da economia, apresentam a esse respeito. Acresce que, numa organização da economia social, deve existir sempre uma preocupação com a solidariedade. Neste sentido, todas as organizações que integrem a Economia Social terão de apresentar como suas características a preocupação com cada um e com todos os indivíduos e a concessão de uma importância primordial às situações humanas e aos aspetos sociais. Consequentemente, todas as organizações que integram a Economia Social deverão convergir em aspetos como: · Assumpção de responsabilidades, quer individuais quer coletivas · Autonomia de gestão · Coesão social e territorial · Combate à exclusão social · Inserção no tecido social · Participação · Primado das pessoas · Promoção de espaços de realização individual · Respeito pela dimensão humana. 2. É consensual que as associações para o desenvolvimento local, as instituições particulares de solidariedade social, as cooperativas, as coletividades de cultura, recreio e desporto, as fundações e as mutualidades são as várias famílias que integram a Economia Social portuguesa. Certamente, umas mais numerosas, algumas a cooperar com o Estado e outras com um maior volume de atividade económica e social. Mas nenhuma exclusivista e todas integradoras e complementares. No seu 1º Congresso, encerrado a 14 de novembro de 2017, as várias entidades representativas da Economia Social de âmbito nacional assumiram a importância da valorização do papel de cada uma e de todas na economia e na sociedade portuguesa. Consensualizaram também que o reforço do sector no plano institucional, legal e organizacional só será capazmente concretizado através da congregação de esforços para a criação de uma estrutura comum, de natureza confederativa. Concordaram, finalmente que, respeitando a autonomia, a independência e o espaço próprio de intervenção de cada entidade, essa estrutura comum a criar assuma como sua missão a promoção e a defesa da Economia Social, como um sector específico, designadamente como parceiro social, na concertação, na definição das políticas públicas e nas orientações estratégicas destinadas à Economia Social. 3. Em assembleia geral extraordinária que decorreu no pretérito dia 24 de março, as associadas de base da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade aprovaram maioritariamente a adesão da CNIS à Confederação da Economia Social Portuguesa, considerando que nos respetivos estatutos consensualizados por todas as entidades representativas, a estrutura comum da Economia Social portuguesa, de natureza confederativa, assume que: · sendo independente do Estado, bem como de qualquer organização político partidária e confissões religiosas, prosseguirá o seu objeto e fins no estrito respeito do princípio da subsidiariedade, que se traduz na não sobreposição relativamente ao objeto e fins prosseguidos pelas suas associadas · organizará e prosseguirá a sua atividade de acordo com os princípios de autonomia, da independência e da democraticidade. Sem se diluir na estrutura comum da Economia Social portuguesa e preservando as marcas da capilaridade, da caridade, da cidadania, da comunidade, da envolvência, da gratuitidade, da lealdade, da proximidade, da solidariedade e da subsidiariedade e salvaguardando o seu espaço inalienável na cooperação como pilar estruturante do Estado Social, a CNIS, muito certamente, contribuirá para uma melhoria qualitativa da representatividade do sector da Economia Social perante os poderes públicos, a sociedade em geral e, em particular, as instâncias de concertação social e para a promoção e o aprofundamento de um debate alargado em torno de temas nacionais e internacionais relevantes para a Economia Social portuguesa e para as entidades que a integram. Lino Maia


A grande maioria das instituições que recebe apoios do Estado ainda não percebeu, ou não quis perceber que deviam ser eles próprios a exigir e/ou implementar no setor ferramentas de transparência. Como parte integrante de uma terceira via entre o mercado e o Estado, a Economia Social emergiu como uma importante força na economia portuguesa. Numa altura em que este setor assume cada vez mais uma posição preponderante, é necessário criar, pelos menos no que concerne a recebimentos de verbas públicas, ferramentas que o tornem o mais transparente possível, uma vez que até agora não foi feito. Diversos agentes económicos (entre os quais o Estado), entregam a instituições deste setor, subsídios para desempenharem funções que anteriormente estavam sobre a alçada pública. Estas instituições dependem destes subsídios, para desempenharem as suas missões. Assim, são entregues dinheiros públicos e nada mais óbvio de que, quando se utiliza dinheiros dos contribuintes (de todos nós), se procure ser o mais transparente possível. Uma instituição que pratique a opacidade, certamente não será uma instituição sustentável em todos os pilares da sustentabilidade. Acresce ainda, que estas instituições usufruem de diversos benefícios fiscais, que não estão ao alcance dos restantes agentes económicos. Na Economia Social deviam já existir ferramentas acrescidas de transparência, mas infelizmente isto não se verifica. É imperioso que este setor pratique uma transparência exemplar. Prestar transparentemente contas dos seus atos aos contribuintes, aos doadores e aos investidores sociais, devia ser defendido pelos atores do setor e exigido por todos nós. Se estas instituições, competem entre elas para captarem recursos da sociedade, porque não existe a preocupação de se ser totalmente transparente com essa mesma sociedade? Porque esta preocupação não emana destas instituições ou de quem as representa? Porque o Estado ainda não criou ferramentas para o fazer? A quem convém a falta de transparência? Ao contribuinte de certeza que não é. Sabemos que em todos os setores existem bons e maus gestores, bons e maus profissionais, pessoas honestas e pessoas menos honestas. Mas, uma situação é a iniciativa privada, outra é utilizar dinheiro dos contribuintes. Claro que existem neste setor instituições de excelência, instituições que todos nos orgulhamos, não só pelos fins da sua existência, como pela forma responsável que os fundos públicos são utilizados. Mas, infelizmente nem sempre é assim. Ainda existe muita gestão obscura, claras faltas de transparência, falta de mecanismos de controlo de gestão e decisões tomadas sem o respetivo e correto suporte decisório. Como em tudo, paga o justo pelo pecador. Ferramentas de transparência combateriam tudo isto e dotavam estas instituições de uma acrescida legitimidade perante a sociedade. Reforçaria ainda a sua credibilidade, a sua capacidade de captar mais recursos e expandir a sua atividade. A implementação destas ferramentas, pode ainda contribuir para a redução de custos, e melhorar assim o desempenho em termos globais. Numa altura em que o debate sobre Inovação e Empreendedorismo Social se tem acentuado, porque não pararmos um pouco, e pensarmos também no que pode ser melhorado no existente? Por exemplo, numa altura em que os portugueses estão a entregar a sua declaração de IRS, quem tem vontade de consignar uma parte desse imposto a instituições, atendendo aos casos de suposta gestão danosa que sistematicamente têm vindo a público? Será que existem mais casos que permanecem em segredo e são encobertos, sendo denunciados apenas quando a alguém convém? Quais são as instituições em que podemos confiar? De que forma é que a credibilidade do setor está a ser posta em causa com os acontecimentos recentes? Será que está a ser dada uma conveniente resposta em termos comunicacionais, que permita restaurar a confiança dos portugueses no setor? Em minha opinião não, e essa resposta poderia passar pela criação de ferramentas de transparência. Também as organizações que representam o setor (que todos sabemos quais são) não ajudam nada neste sentido. Qual a sua estratégia para a transparência total do setor? Qual a sua estratégia para combater a crescente desconfiança dos portugueses no destino que é dado aos dinheiros públicos? Convinha de uma vez por todas atuar e não ficar à espera que seja o Estado a resolver tudo. A transparência e a consequente responsabilização, são chaves importantes para o desenvolvimento e para o progresso, e são princípios fundamentais de uma boa governação. A grande maioria das instituições que recebe apoios do Estado (dinheiro de todos nós) ainda não percebeu, ou não quis perceber que deviam ser eles próprios a exigir e/ou implementar no setor ferramentas de transparência. Não chega cumprir as obrigações legais. É necessário ir muito mais além e ser proativamente transparente em toda a multidimensionalidade do conceito. As ferramentas devem ser uniformes e aplicadas a todo o setor. Será caro implementar essas ferramentas nas instituições? Em minha opinião não é caro. Apenas custa dinheiro. Caro é a desconfiança e a falta de transparência total. Caro é não existirem estas preocupações. Caro é ficar à espera que os acontecimentos sejam esquecidos e volte tudo a ficar como estava, até que volte tudo a ser posto em causa, com mais denúncias estrategicamente levadas a cabo em alturas mais convenientes. Caro é pagarmos todos, sem sabermos muito bem o quê. Um cidadão informado age em consciência e isso beneficia a Economia Social e as suas instituições. Um cidadão informado tem consciência das suas decisões e apoios que concede. Um cidadão informado pensa nas necessidades de quem precisa de ajuda. Um cidadão desconfiado, não pensa. Reage pelas notícias. A bem de todos, vale a pena pensarmos nisto. Manuel Carlos Nogueira in, Público

"Entendo que a SOLIDARIEDADE é enxergar no próximo as lágrimas nunca choradas e as angústias nunca verbalizadas"
  Frase do dia por in, Augusto Cury
Previsão metereológica
Parceiros & Apoios

A "ADIC - Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã" agradece a todas as entidades e organizações que reconhecem e apoiam a sua actividade.
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