ERPI (Lar de Idosos)

Equipamento social que visa o alojamento coletivo, temporário ou permanente, para pessoas idosas em sejam desenvolvidas atividades de apoio social e prestados cuidados de enfermagem.

Centro de Dia

Resposta social, desenvolvida em equipamento, que consiste na prestação de serviços que contribuem para a manutenção dos indivíduos idosos no seu meio familiar e social.

Apoio Domiciliário

Cuidados individualizados e personalizados, no domicílio, a utentes que, por motivo de doença, deficiência ou outro impedimento, não possam assegurar atividades do dia-a-dia.

Jardim de Infância

Serviços que permitem o desenvolvimento equilibrado das crianças desde os 3 anos até ao ingresso no ensino básico, sendo complementar da ação educativa da família.

Cantinas Sociais

Resposta social, desenvolvida em equipamento, para o fornecimento de refeições, em especial a indivíduos economicamente desfavorecidos, podendo integrar outras atividades.

Gabinete de Apoio Social

Disponibiliza atendimento, acompanhamento social e/ou encaminhamento individual e familiar à população carenciada, em situação (ou risco) de exclusão social.


ADIC Destaque

17/03/2019 - 18:27h
Na preparação da Assembleia geral que se irá realizar no próximo dia 29 de março de 2019, pelas 20 horas, no Centro de Dia de Vilarinho (sede da Instituição), a Direção da ADIC disponibiliza a todos os seus associados e público em geral toda a documentação que irá ser apreciada, discutida e votada pelos seus sócios na referida reunião.

Nos PDFs abaixo poderão ser consultados o Relatório de Atividades e Contas referentes ao exercicio de 2018, bem assim como todos os documentos contabilisticos que foram suporte do referido relatório.

 
A Direção

ADIC Notícias

17/03/2019 - 18:45h
10/03/2019 - 20:18h
AGA – Abordagem Geriátrica Ampla na promoção de um envelhecimento ativo e saudável implementação de um programa de intervenção integrado e multidisciplinar. O 1º Meeting aga@4live – Abordagem Geriátrica Ampla na promoção de um envelhecimento ativo e saudável, decorreu, no dia 9 de março, no Palácio da Lousã Boutique Hotel. A ADIC foi uma das entidades parceiras do Projeto AGA@4Life – Abordagem Geriátrica Ampla na promoção de um envelhecimento ativo e saudável – implementação de um programa de intervenção integrado e multidisciplinar. Este projeto, de qual a ADIC se tornou parceira, a par com o Instituto Politécnico de Coimbra (promotor), o Instituto Politécnico de Tomar (co-promotor), o Instituto de Castelo Branco (co-promotor) e o Município da Lousã (co-promotor), visa a promoção de um envelhecimento ativo e saudável através da implementação de um modelo de intervenção fundamentado na abordagem geriátrica ampla (AGA), incorporando também recursos endógenos da região, e promovendo a agregação da Geriatria no currículo dos ciclos de estudos das Ciências da Saúde. O modelo de AGA proposto assentou num protocolo de avaliação individual, de natureza holística e multidisciplinar, e consequente delineamento e implementação de estratégias de intervenção ajustadas a cada indivíduo, em articulação com os cuidados de saúde convencionais, visando a prevenção da fragilidade e do declínio funcional, cognitivo e social do idoso. As ações de intervenção centraram-se em programas personalizados de: exercício físico; educação nutricional; estimulação cognitiva; monitorização de co-morbilidades; aconselhamento fármaco-terapêutico; e promoção global do bem-estar. A ação estratégica do projeto teve como ambição principal a valorização da pessoa idosa, pela promoção da saúde e bem-estar, da independência e autonomia, da mobilidade e da oportunidade para contribuir na comunidade em que se insere. Assim: Envelhecimento ativo e saudável Visa a promoção de um envelhecimento ativo e saudável através da validação e implementação de um modelo de intervenção inovador, fundamentado na abordagem geriátrica ampla (AGA), incorporando recursos endógenos da região nos planos de intervenção, agregando elementos de inovação tecnológica decorrentes da criação de plataformas digitais de monitorização remota, e promovendo a incorporação da Geriatria nos curricula dos ciclos de estudos nas Ciências da Saúde num processo de valorização pedagógica desta disciplina. Áreas de Intervenção A ação estratégica do projeto tem como desiderato fundamental a valorização da pessoa idosa, pela promoção da saúde e bem-estar, da independência e autonomia, da mobilidade e da oportunidade para contribuir na comunidade em que se insere. Avaliação do Estado Global de Saúde A abordagem preconizada no modelo de intervenção AGA@4life integra uma avaliação holística e multidisciplinar, visando o mapeamento do estado de saúde dos idosos. Para esse efeito, é realizada uma bateria de exames, incluindo análises laboratoriais (sangue, saliva e urina), ecografia cardíaca, ecografia musculoesquelética e abdominal, avaliação audiológica e análise da onda de pulso, medição da pressão arterial e ritmo cardíaco. A adequação do perfil nutricional é avaliado mediante a aplicação de questionários, como o Mini Nutritional Assessment e o Questionário de Frequência Alimentar, e uma avaliação antropométrica e de composição corporal por bioimpedância. A avaliação de estilos de vida e história clínica são também recolhidos com base num questionário estruturado, que contempla dois questionários para caracterização do perfil de complexidade terapêutica individual e de adesão à terapêutica. Avaliação do Estado Funcional O modelo de intervenção AGA@4life agrega uma avaliação funcional abrangente, integrando aspetos como o equilíbrio e a mobilidade, a autonomia para as atividades da vida diária, a mensuração da fragilidade e a avaliação do risco de queda. Para este efeito, é aplicada uma bateria de testes funcionais, incluindo o teste Timed Up and Go, o teste 30 segundos levantar/sentar, o Step Test e o Modified 4 Stage Balance Test. São ainda utilizados o questionário de autoeficácia para exercício, o questionário de Perfil de Atividade e Participação relacionado com a Mobilidade (PAPM), e o questionário estruturado de Avaliação do Risco de Queda. Avaliação da Saúde Mental e Qualidade de Vida A saúde mental constitui uma dimensão crucial ao modelo de intervenção AGA@4life. Nesse sentido, é avaliada a função cognitiva com base na plataforma CANTAB (Cambridge Cognition) que disponibiliza um leque alargado de testes de avaliação das funções executivas, memória, coordenação sensoriomotora, entre outros. A depressão é avaliada pela versão portuguesa da Escala de Depressão Geriátrica, e a qualidade de vida pela versão portuguesa do questionário WHOQOL-OLD. Avaliação do Contexto Social e Ambiental O ecossistema onde decorre a via da pessoa idosa constitui uma dimensão de grande importância no suporte às necessidades individuais, e na facilitação da implementação de estratégias de promoção de um envelhecimento saudável. O modelo AGA@4life contempla a avaliação do contexto social através da caracterização do suporte social e familiar, com base na Escala de Redes Sociais de Lubben. As condições ambientais são avaliadas mediante a aplicação de uma checklist de segurança no ambiente domiciliar e dos espaços coletivos, e através da análise objetiva da qualidade do ar, níveis de ruído, temperatura e humidade. Intervenção Personalizada e Multidisciplinar O modelo de intervenção AGA@4life assenta num plano multidisciplinar e holístico, ajustado às necessidades individuais, identificadas na avaliação diagnóstica abrangente, e às expectativas da pessoa idosa. Esta intervenção visa acentuar a valorização da pessoa idosa, pela promoção da saúde e bem-estar, da independência e autonomia, da mobilidade e da oportunidade para contribuir na comunidade em que se insere. O modelo de intervenção AGA@4life compreende assim o desenho de planos adaptados de promoção da atividade física e funcionalidade, de prevenção de quedas, de otimização nutricional, de estimulação cognitiva, de treino auditivo e de promoção do bem-estar psicossocial. A implementação destes programas é feita de forma individualizada, por profissionais especializados nas áreas da Fisioterapia, do Desporto, da Dietética e Nutrição, da Audiologia, da Psicologia, da Fisiologia Clínica, da Saúde Ambiental, da Imagem Médica e Radioterapia, das Ciências Biomédicas Laboratoriais, da Farmácia, da Educação para a Saúde e do Serviço Social. Plataformas Tecnológicas no Modelo AGA@4LIFE O modelo AGA@4life é desenvolvido num ecossistema com uma forte componente de aplicação tecnológica. O projeto integra assim atividades de desenvolvimento e aplicação de tecnologias inovadoras de monitorização biométrica, que possibilitam a medição de diversas variáveis clínicas e ambientais de interesse, particularmente relevantes para o acompanhamento do idoso no seu lar (promoção do independent-living) e na aplicação dos programas de exercício físico adaptado. A componente tecnológica de monitorização biométrica no domicílio é desenvolvida em colaboração com o Instituto Politécnico de Tomar, em articulação com o Projeto VITASENIOR, que pretende fornecer um dispositivo concentrador (VITABOX) que interage com diversos equipamentos médicos, fazendo a recolha de parâmetros fisiológicos do utilizador, e ambientais do lar, de forma transparente, disponibilizando-os na Cloud. Durante o evento foram apresentados os resultados obtidos no Projeto, bem como expostas algumas soluções tecnológicas que o acompanharam. Das várias sessões, que tiveram inicio a partir das 9h30m, destacamos a Conferência Aberta à comunidade “ os desafios do envelhecimento numa sociedade em mudança” a qual foi proferida por Maria João Quintela, médica gerontóloga. A ADIC orgulha-se de ter estado presente neste consórcio e agradece a todas os seus Utentes e Colaboradoras que nele participaram ativamente.
Vai ter lugar no próximo dia 29 de março de 2019, pelas 20:00 horas, no Centro de Dia de Vilarinho, a assembleia-geral ordinária da ADIC, com a seguinte ordem de trabalhos: 1. Apreciar e votar o relatório e contas da Direção e do parecer do Conselho Fiscal, referente ao exercício de 2018. 2. Novo Centro Social / Informações. 3. Outros assuntos de interesse para a Instituição. Se, à hora acima indicada, não estiverem presentes mais de metade dos associados com direito a voto, nos termos do art.º 35º, nº 6 dos Estatutos, a Assembleia reunirá uma hora depois, com qualquer número de sócios presentes. Oportunamente, serão aqui disponibilizados - www.adic.pt - todos os documentos que irão ser submetidos a apreciação e a votação dos associados. Abaixo poderá consultar: - Convocatória A Direção

06/02/2019 - 17:49h
04/12/2018 - 22:48h
Dia 16 de fevereiro a Brigada Verde do Jardim de infância, estará no Talasnal, para fazer limpeza a esta linda aldeia de xisto. Ficaremos também a conhecer a história desta aldeia, contada pelos anfitriões, da empresa "Montanhas de Amor". Teremos a eng.ª florestal Susana Moita, que nos falará dos cuidados a ter com a floresta. No final haverá um almoço partilhado, com música ao vivo a cargo dos artistas Luís Pedreira e Mariana Pedreira.
Decorreu no passado dia 30 de novembro, pelas 21 horas, no Centro de Dia, com a presença de trinta associados a assembleia geral ordinária da associação. … novo Centro Social, a obra arrancou em outubro de 2018 e avançará por todo o ano de 2019, perspetivando-se que esteja concluída em abril/maio de 2020. *Quanto ao 1º ponto da ordem de trabalhosApreciar e votar o orçamento e programa de ação para o ano de 2018, bem assim como o parecer do Conselho Fiscal – cfr. art. 32º alínea e) dos Estatutos.Usou da palavra o presidente da Direção Rogério Martins que de uma forma resumida apresentou aos associados o programa de ação para 2019 e teceu alguma considerações sobre o mesmo, designadamente:Que o Programa de Ação da ADIC é um documento de gestão estratégica, que especifica o rumo de ação da instituição, com vista ao cumprimento da sua missão, tendo por base o seu percurso histórico e as suas potencialidades/recursos financeiros.Com o nosso exemplo, pretende-se ajudar a economia social da nossa Região a desenvolver-se e a assumir novos desafios em ordem a torná-la cada vez mais incontornável na nossa vida coletiva. Pretende-se que a ADIC Vilarinho mantenha a sua atenção para com as necessidades das pessoas, numa dinâmica de proximidade e de trabalho em rede com entidades públicas e privadas, favorecendo desta forma o desenvolvimento da comunidade de uma forma integrada e completa.Neste contexto, e indo de encontro aos princípios, valores e objetivos que definem o projeto da ADIC, o grande e primordial objetivo estratégico da ADIC é concluir o novo Centro Social e assegurar a sustentabilidade económica, financeira, ambiental e organizacional de toda a Instituição.Além deste enorme desígnio a Direção pretende manter todas as suas atuais respostas sociais em pleno funcionamento, dentro das conhecidas limitações físicas dos equipamentos existentes.Rogério Martins abordou ainda cada uma das respostas sociais, tendo elencado o que se propõe para o próximo ano, acrescentou ainda que a ADIC vai continuar a cumprir com o protocolado com a Segurança Social, a nível dos acordos, e, vai sempre, tudo fazer para continuar a honrar todos os seus compromissos sejam eles de que natureza forem, designadamente os financeiros.Relativamente ao novo Centro Social, a obra arrancou em outubro de 2018 e avançará por todo o ano de 2019, perspetivando-se que esteja concluída em abril/maio de 2020, por isso vamos estar fortemente empenhados em que tudo corra dentro do planeado e projetado.Finalmente, disse que sem o apoio de todos em geral e em particular dos Baldios de Vilarinho a ADIC nunca teria chegado onde se encontra e, acima de tudo não teria projetado o futuro com esperança e com um fortíssimo investimento como este que se está a realizar no presente. Que a Direção da ADIC vai continuar atenta e vigilante ao desenrolar dos problemas sociais que nos envolvem e não hesitará em reforçar as medidas que agora prevemos ou recorrer a outras, caso a situação assim o recomende.Seguidamente usou da palavra o tesoureiro Paulo Costa, que muito sinteticamente apresentou o orçamento aos associados, destacando: Total dos Rendimentos Previsionais - 412.300,00 €; Total dos Gastos Previsionais - 409.798,34 €; Resultado Líquido Previsional - 2.501,66 €.Referiu ainda que se prevê um Investimento para 2019 (… % do valor estimado para a conclusão da construção da nova sede), no valor de 600.000,00 €.Esclareceu ainda todos os associados que o Protocolo com os Baldios de Vilarinho está a ser devidamente cumprido por ambas as partes. O CD dos Baldios de Vilarinho já transferiu o subsídio referente aos anos de 2017 e 2018 (30.000 € + 30.000 €) e que a ADIC espera e conta com o subsídio para o ano de 2019.Que a ADIC está a registar e a cumprir com todas as normas contabilísticas desses valores. A totalidade dos subsídios está reconhecida na conta 5931 – C. D. Baldios dos Lugares da Extinta Freguesia de Vilarinho – 450.000 € (ver contas do exercício de 2017). Como o subsídio anual atribuído à ADIC pelos Baldios tem um destino específico, que é a construção do novo Centro Social, os ganhos, as receitas desses valores (30.000 € x 15 anos) só poderão ser reconhecidos nas contas e nos orçamentos quando o edifício começar a ser amortizado, quando o edifício estiver em funcionamento.*Lido que foi aos associados o parecer favorável do Conselho Fiscal, pela mesa foram os documentos colocados à consideração e votação, tendo o programa de ação e orçamento para 2019 sido votado favoravelmente, por unanimidade. *Passou-se ao ponto nº 2 da ordem de trabalhos:Informar do ponto de situação relativamente a todo o processo de financiamento e de construção do Novo Centro Social de Vilarinho.A Direção deu aos associados todos os esclarecimentos disponíveis. Respondeu ainda a todas as solicitações e dúvidas. *Seguidamente discutiu-se o ponto nº 3 da ordem de trabalhos:Deliberar e aprovar os regulamentos internos, designadamente o Eleitoral e Disciplinar – cfr. Art.º 32º, n.º 1, alínea K, dos Estatutos.Pela Direção foram apresentadas projetos de Regulamentos internos, designadamente Eleitoral e Disciplinar.Com a publicação do Decreto-Lei nº. 172-A/2014, de 14 de novembro, e da Lei nº. 76/2015, de 28 de Julho, que alteraram a redação do Decreto-Lei n.º 119/83, de 25 de fevereiro, regulador dos Estatutos das IPSS, foi preciso ajustar os Estatutos em conformidade, e, em consequência, elaborar também os Regulamentos Eleitoral e Disciplinar.Assim, perante a importância e a natureza específica da matéria tratada de forma genérica nos Estatutos, os Regulamentos passarão a constituir instrumentos complementares da organização e dos procedimentos a observar.Após análise e discussão, os Regulamentos – Eleitoral e Disciplinar – foram colocados à votação e foram aprovados por unanimidade dos associados. AQUI poderá visualizar as fotos da assembleia. A Direção
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05 DEZ 2018
No dia 5 de dezembro, pelas 21 horas terá lugar, na sede da Associação, a reunião Ordinária da Direção mês de dezembro de 2018 - cfr. artº. 38º dos estatutos. A Direção
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20 MAR 2019
No dia 20 de março, pelas 21 horas terá lugar, na sede da Associação, a reunião Ordinária da Direção mês de março de 2019 - cfr. artº. 38º dos estatutos. A Direção
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29 MAR 2019
Vai ter lugar no próximo dia 29 de março de 2019, pelas 20:00 horas, no Centro de Dia de Vilarinho, a assembleia-geral ordinária da ADIC

LOUSÃ Notícias


O Município da Lousã e a Prefeitura de Santos assinaram no passado dia 15 de março, na Prefeitura de Santos, um acordo de geminação, numa cerimónia marcada pela emoção e pela saudade, tão característica dos Portugueses. Perante um Salão Nobre repleto de individualidades e portugueses radicados naquela cidade do Brasil, o Presidente da Câmara Municipal da Lousã, Luís Antunes e o Prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, formalizaram este acordo que tem como objetivo conferir uma expressão política e Institucional a uma relação que já vem de longe, pois desde a 2.ª metade do século XIX que centenas de Lousanenses foram para Santos em busca de um futuro melhor. Na sua intervenção, Luís Antunes, assumiu que “Com este acordo pretendemos reforçar os laços entre as duas comunidades e criar as condições para que se possa intensificar uma relação que se pretende cada vez mais ampla e frutuosa. O Autarca referiu, também, que com esta geminação, “se pretende igualmente que os Lousanenses e os seus descendentes reforcem ou criem mais ligação com o Concelho da Lousã”. Esta ação tem um programa bastante diversificado, que inclui o contacto com diversas empresas, instituições, associações e um almoço com a comunidade portuguesa, tendo Armando Lopes e Alexandre Antunes, Lousanenses residentes em Santos, tido um papel fundamental na sua organização. A comitiva oficial, constituída, para além do Presidente da Câmara, Luís Antunes, pelo Presidente da Assembleia Municipal, Carlos Seco, e pelo Vereador Orlando Ferreira, será recebida pelo Cônsul Geral de Portugal em São Paulo, Paulo Nascimento, na próxima segunda feira. Já na terça feira, dia 19, a comitiva deslocar-se-á para Espírito Santo do Pinhal - no mesmo Estado onde o benemérito Comendador Montenegro, nascido na Lousã, com mais 29 homens e mulheres deste concelho, fundou, em 1867, a colónia Nova Louzã - onde será recebida pelo Prefeito Sérgio Bianchi, sendo também formalizado um acordo de parceria e estabelecido contacto com a população, estando prevista a visita ao Estado de Nova Lousã e a diversas obras e equipamentos que tiveram o “cunho” do Comendador Montenegro.


Uma casa com tiques de nobreza e uma boa dose história, chegou a ser conhecido por Palácio dos Salazares e, mais tarde, por Palácio da Viscondessa do Espinhal. Desde 2005 é o Palácio da Lousã Boutique Hotel, mas nunca perdeu a essência de casa brasonada. Um refúgio repleto de charme no centro da vila. Conta-se que o Duque de Wellington, comandante das tropas anglo-lusas, dormiu por ali em Março de 1811. Era uma casa habituada a receber vários notáveis. Sobreviveu à passagem do tempo (desde o século XVIII), atravessou várias gerações e chega até aos dias de hoje sem perder o título (e as condições) de palácio. Um hotel onde cada hóspede é recebido como um nobre, sendo constantemente desafiado a recuar no tempo, até à época de origem daquele imóvel histórico. Sempre com uma boa dose de charme e tendo como inspiração a paisagem da serra da Lousã. Outrora conhecido por Palácio dos Salazares e, posteriormente, Palácio da Viscondessa de Espinhal, em 2005 passou a ser Palácio da Lousã Boutique Hotel, depois de obras de adaptação que respeitaram a essência do edifício. E, sem sombra de dúvida, a sua beleza. Aquela que salta à vista logo a partir da rua: o brasão cravado no topo, as varandas em ferro forjado e o grande portão de madeira são apenas alguns dos pormenores que se evidenciam ao longo da fachada. No interior, é a partir da escadaria em pedra, bifurcada, que o imóvel começa a acusar tiques de casa de gente nobre. As portas são em madeira trabalhada, os tectos também, e numa ou outra parede há fotos antigas que nos forçam a recuar no tempo. Prenúncio de uma viagem que ainda está no início, pois em praticamente todas as divisões ou recantos do Palácio da Lousã Boutique Hotel encontramos um pedaço de história. A única excepção são os quartos da ala nova (23 habitações) do imóvel, que apresentam uma decoração mais contemporânea. Cortesia da gerência da unidade hoteleira de quatro estrelas: a Fugas ficou alojada num quarto duplo superior, na ala do palácio, com vista directa para os jardins e para a piscina (fica o desejo de voltar, em dias de temperaturas mais dadas a banhos e a estadias mais prolongadas naqueles espaços verdes). A cama de dossel acaba por sobressair entre as várias peças de mobiliário de época que decoram o quarto de dimensões generosas e com uma boa dose de conforto. Memórias dos nobres que ali viveram A evocação da história do palácio está também bem presente nas quatro salas de estar do hotel, situadas no primeiro piso do imóvel – ainda que possam funcionar como uma espécie de grande salão, cada uma delas é uma divisão independente. Seja na Sala do Brasão, Sala do Piano, Sala João Antunes ou na Sala do Oratório, em cada uma delas o hóspede é convidado a relaxar, a ler um livro ou a conversar, embalado pelos elementos decorativos que ajudam a contar a história do imóvel e da família nobre que o foi habitando. Desde Bernardo Salazar Sarmento D’Eça e Alarcão, seu fundador, e passando, claro está, pela Viscondessa do Espinhal, que, além de ter dado nome ao palácio é hoje especialmente recordada no restaurante do hotel (Restaurante A Viscondessa). Sem sombra de dúvida, uma das divisões mais bonitas de todo o edifício. Os frescos nas paredes, o mobiliário clássico e o requinte da decoração da sala, irão, definitivamente, seduzi-lo. Ao lado do restaurante, encontrará o bar (aberto diariamente entre as 10h30 e as 24h) e a sala dos pequenos-almoços. A primeira refeição do dia é servida num espaço envidraçado, aproveitando as vistas deslumbrantes do jardim e da paisagem envolvente. A variedade de produtos é grande, sem esquecer as propostas mais caseiras e artesanais, como as compotas ou o mel da serra da Lousã. Pães, bolos, cereais, iogurtes, ovos, sumos e fruta fazem parte da lista de iguarias apresentadas aos hóspedes logo pela manhã. À descoberta da serra e das Aldeias do Xisto Ainda que esteja localizado bem no centro da vila que, por si só, já tem vários pontos de interesse (Museu Municipal Prof. Álvaro de Lemos, Igreja Matriz, entre outros), o Palácio da Lousã Boutique Hotel pode constituir também um ponto de partida para quem quer descobrir esse destino especialmente recomendado aos amantes de desportos de natureza e de aventura: a serra da Lousã. Há propostas para todos: desde os passeios pedestres, passando pelo BTT, parapente ou rapel. Na recepção do hotel encontrará a lista dos vários programas disponíveis, bastando-lhe apenas escolher. Às opções de actividades físicas, juntam-se os programas de massagens e de bem-estar, oferecidos por empresas parceiras da unidade hoteleira. Para os que preferem os passeios livres, sem rigidez de horários e de roteiros, a descoberta das Aldeias do Xisto apresenta-se como uma óptima opção. Chiqueiro, Casal Novo, Talasnal, Cerdeira e Candal são as aldeias de visita obrigatória para quem parte à descoberta da Lousã – a rede de Aldeias do Xisto integra 16 concelhos e um total de 27 aldeias. Visite cada uma delas, cumprimente as suas gentes e conheça as suas tradições e produtos gastronómicos. Se encontrar uma Loja Aldeias do Xisto, aproveite para entrar e ficar a conhecer produtos gourmet e artesanato tradicional e contemporâneo, enquanto saboreia um chá. Com a certeza de que este é um daqueles destinos onde é permitido ceder ao pecado da gula. No território das Aldeias do Xisto existem mais de 600 quilómetros de percursos pedestres devidamente homologados.


A Câmara Municipal da Lousã encontra-se a rececionar candidaturas para a adesão ao serviço de teleassistência – Projeto 10 000 vidas – definindo, como prioridade, as pessoas idosas ou cidadãos incapacitados, residentes no concelho da Lousã, em isolamento geográfico ou com fraca rede familiar e de vizinhança ou ainda que apresentem uma situação de vulnerabilidade familiar. O Projeto 10 000 vidas foi criado no âmbito de um protocolo com a Associação Nacional de Cuidados de Saúde e funciona na Lousã desde 2015, contando já com algumas dezenas de utilizadores. Trata-se de um serviço de apoio inovador e com comprovada fiabilidade, pensado para melhorar a qualidade de vida, saúde, segurança dos seus utilizadores, através de contactos regulares com as entidades parceiras e possibilidade dos utilizadores fazerem ou receberem contactos telefónicos através de telemóveis especialmente concebidos para o efeito. Estes dispositivos móveis de teleassistência e de telessaúde abrangem um conjunto de serviços/ respostas em situações de urgência/emergência, permitindo também a monitorização de indicadores de saúde (medicação, tensão arterial e consultas) bem como a garantia de uma maior segurança (localização GPS) e maior acompanhamento por parte das instituições. Com a abertura deste período de candidaturas, a Autarquia pretende alargar o seu raio de ação cobrindo eventuais casos que possam não estar devidamente sinalizados pela rede social. A candidatura deve ser feita no Setor de Desenvolvimento Social e Saúde da Câmara Municipal da Lousã (Junto aos CTT) ou pelo telefone 239990375.

SOCIAL Notícias


Sem medidas compensatórias, a CNIS não assina um novo Compromisso de Cooperação se este não plasmar uma atualização da comparticipação do Estado na ordem dos 4%. Esta é a posição defendida pelo presidente da CNIS na reunião do Conselho Geral. Quotizações, avaliação do Programa de Ação 2018 e escolha dos novos elementos para a Comissão Permanente foram outros temas tratados no primeiro Conselho Geral do ano. A primeira reunião do ano do Conselho Geral, que foi igualmente a primeira após o ato eleitoral da CNIS, pelo que constituiu a primeira dos atuais órgãos sociais, abordou diversos assuntos, alguns de vertente organizativa interna, mas também outros que se prendem com a cooperação com o Estado. A este propósito, e questionado por um dos conselheiros sobre o andamento das negociações para o novo Compromisso de Cooperação para o Sector Social e Solidário, o presidente da Direção da CNIS começou por responder com alguma ironia, dizendo que “está num bom encaminhamento… até ao fim do ano!”. Mais a sério: “Houve um encontro exploratório com a CNIS, e também com a União das Misericórdias, em que foi dito que o Governo queria as negociações fechadas até ao fim do ano”. No entanto, e apesar destas reuniões terem acontecido em 2018, em concreto ainda nada se sabe. “Quero crer que esta demora de desenvolvimento tenha algo que ver com o acertar de um valor de comparticipação que seja aceitável”, afirmou o padre Lino Maia, sublinhando, porém, que “a CNIS não está muito na disposição de aceitar uma atualização da comparticipação que não seja razoável”. E por uma atualização razoável, o líder da CNIS entende que é, “a não ser que haja medidas compensatórias, um valor que não deve andar longe dos 4%”. Preocupado com a complicada sustentabilidade económico-financeira das IPSS – que o estudo da CNIS «Importância Económica e Social das IPSS em Portugal» veio evidenciar de forma científica –, o padre Lino Maia mostra-se irredutível: “Não estamos disponíveis para assinar algo que globalmente não seja atualizado em 4%, a não ser que haja medidas compensatórias ao nível de garantias de revisão do regime fiscal e de mexidas na TSU”. Perante o cenário menos desejado, o presidente da CNIS lembrou os conselheiros que “pode não haver acordo e, nessa situação, ao Governo basta emitir um despacho para definir novas regras”. Na reunião do Conselho Geral, que decorreu em Fátima, no passado dia 25 de fevereiro, antecedendo a Assembleia Geral do próximo dia 23 de março, abordaram-se outras matérias de relevo para a vida da CNIS e das IPSS associadas, entre as quais o Relatório de Avaliação do Programa de Ação e das Contas de 2018 e também a quotização no seio da Confederação. Quanto ao relatório, aprovado pela Direção e que agora será apresentado às instituições de base na próxima Reunião Magna, destaque para o facto de o “incumprimento global do Compromisso de Cooperação para o Sector Social e Solidário 2017/2018” ter sido identificado como “o aspeto negativo” do ano de 2018, enquanto que os principais aspetos positivos no cumprimento do Programa de Ação 2018 foram, entre outros, a realização dos estudos «Diagnóstico de saúde da população servida pelas IPSS associadas da CNIS», elaborado pela Universidade de Évora, e «Importância Económica e Social das IPSS em Portugal», concretizado pela Universidade Católica, a constituição da CPES – Confederação Portuguesa de Economia Social, a promoção de formação para diretores pedagógicos e a participação da CNIS na Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo (ENIPSSA). Para além disto, o relatório regista que os serviços da CNIS auxiliaram as IPSS com 160 pareceres jurídicos, 1.383 apoios técnicos e ainda dois diagnósticos económico-financeiros. Depois, os conselheiros foram confrontados com um processo que a Direção quer que seja mais “justo e equitativo” e que é o das quotizações. “As instituições têm a obrigação de pagar, o que lhes dá o direito de participar”, começou por dizer Macário Correia, tesoureiro da CNIS, colocando, de seguida, o assunto a debate: “Há coisas que têm que ser melhoradas. Os deveres não são pessoais, mas sim institucionais, pelo que há que fazer tudo para resolver este assunto e, por isso, a Direção pede a colaboração das uniões distritais”. O assunto prende-se com a quotização das IPSS e como resolver os incumprimentos. “O que se pretende é que o esforço que as associadas de base fazem seja equitativo e justo”, acrescentou Eleutério Alves, vice-presidente e anterior tesoureiro da CNIS, lançando um desafio: “É preciso encontrar um novo regulamento de quotizações. Queremos um regulamento de consenso, que seja uma estratégia feliz e bem-sucedida”. Presente na reunião a convite da Direção, Lacerda Pais, presidente do Conselho Fiscal da CNIS, foi mais direto e preciso. “O problema não é o regulamento, mas o não cumprimento do atual. É necessário cumprir os regulamentos atuais e só depois avançar para novos regulamentos”, asseverou o supervisor das Contas da CNIS, acrescentando: “E todos sabemos que não há uniões distritais iguais! Por isso, fica agora à ponderação das uniões distritais para efetuarem propostas futuras que levem à resolução do problema das quotas”. O debate em torno da questão das quotas puxou para cima da mesa um outro tema, pois eles interligam-se diretamente. Trata-se de definir qual o papel da CNIS, das uniões distritais e das instituições de base e como deve ser o respetivo relacionamento. Para que não haja sobreposição de papéis nem esvaziamento de funções, é importante a definição dos procedimentos, até por uma questão de economia de recursos. “As instituições devem colocar as questões, sejam pedidos de parecer técnico e/ou jurídico, à respetiva União Distrital (UD), que deve responder em conformidade”, sublinhou o padre Lino Maia, lembrando que, “se não puder, canaliza para a CNIS que deve responder à instituição”. Sobre esta questão, Lacerda Pais reforçou este entendimento, dizendo, claramente, que “a CNIS e as uniões distritais só têm que responder a pedidos feitos pelos presidentes das instituições e não a diretores de serviços ou outros”, lembrando que “muitas vezes são elementos que estão em conflito com a Direção da IPSS”. Por seu turno, Eleutério Alves defendeu que “é preciso que haja um clima de confiança entre todas as entidades [CNIS, UD e IPSS]”, enquanto o padre José Baptista, membro da Direção, deixou um alerta: “Façam normas mas não matem as estruturas”. Por outro lado, a reunião do Conselho Geral serviu para se saber que a Chama da Solidariedade viajará, entre Abril e Junho, de Valpaços até Vila Real, cidade que acolhe a Festa da Solidariedade 2019, em dia ainda por definir entre 7 e 8 de junho. A jornada de trabalho em Fátima, que começou pela escolha do novo secretário para o órgão consultivo da Direção, que é agora Tiago Abalroado, presidente da UDIPSS Évora, substituindo Eduardo Mourinha, líder da União Distrital de Santarém, ficou ainda marcada pela escolha da nova Comissão Permanente do Conselho Geral (CPCG), órgão presidido pelo padre José Baptista. A nova composição da CPCG é: Rui Leite Castro (Norte), Horácio Santiago (Centro), Luís Amaral (Lisboa e Vale do Tejo e Setúbal), Tiago Abalroado (Alentejo e Algarve), Francisco Caldeira (Açores e Madeira) e Gil Tavares (Federações). A fechar o Conselho Geral, o cónego Roberto Mariz informou os conselheiros que está para arrancar uma formação em gestão para dirigentes 2019/2020, estando a decorrer o período para calendarização com as uniões distritais. Para esta formação de 60 horas, pretende-se a constituição de turmas de 30 formandos, sendo que a prioridade é dada aos dirigentes das instituições representadas nos órgãos sociais das UD. A formação está a cargo da Universidade Católica. Fonte: Solidariedade, in Pedro Vasco Oliveira (texto e foto)


Reunidas em Assembleia Geral, as associadas da CNIS aprovaram por esmagadoras maiorias o Plano de Ação e o Orçamento para 2019, tendo sido ainda fixada a data de realização do Congresso Eleitoral, que acontecerá no próximo dia 12 de janeiro. Assim, no arranque de mais um ano civil, a CNIS elegerá os novos órgãos sociais para o quadriénio 2019-2022, sendo já conhecida a intenção da Direção avançar coim uma lista candidata o ato eleitoral. De resto houve um grande consenso em torno dos documentos que estiveram a votação e ainda na identificação dos enormes constrangimentos que as IPSS vivem de uma maneira geral. O presidente da CNIS afirmou mesmo que “os dois grandes problemas” que as instituições vivem atualmente prendem-se com “a sustentabilidade” e a atitude persecutória do Instituto da Segurança Social (ISS), que se traduz na “falta de respeito dos serviços do Estado para com este Sector” com as inúmeras inspeções e fiscalizações às IPSS, afirmou o padre Lino Maia, rematando: “O ISS não está a funcionar como parceiro. Comportam-se como os donos disto tudo e nós somos uns feitores muito maltratados”. O retrato completo da última reunião Magna ordinária dos atuais Corpos Sociais será feito, em breve, aqui no SOLIDARIEDADE.


O Conselho de Ministros aprovou o alargamento do Complemento Solidário Para Idosos (CSI) aos pensionistas por invalidez que não beneficiem da Prestação Social para a Inclusão e tenham um grau de incapacidade igual ou superior a 80%. A medida consta da proposta de Orçamento do Estado para 2019, o que obrigou ao reforço financeiro do Complemento Solidário para Idosos, tendo o Governo destinado 265 milhões de euros para esta prestação social, mais 45,5 milhões de euros do que no orçamento de 2018. Sendo assim, o CSI passa a contemplar os pensionistas por invalidez que não tenham direito à Prestação Social para a Inclusão -- destinada às pessoas com deficiência - mas tenham um grau de incapacidade igual ou superior a 80% cuja certificação não tenha sido emitida ou requerida antes dos 55 anos. No comunicado à imprensa, o Governo anuncia que, "por motivos de equidade, o alargamento do CSI produzirá efeitos relativamente a todos os pensionistas de invalidez a partir de 01 de outubro de 2018". Desta maneira, diz o Governo, fica garantido "um efetivo reforço dos recursos dos pensionistas de invalidez que vivam em situação de carência económica e insuficiência de recursos". "Com a aprovação deste decreto regulamentar, o Governo alarga o âmbito de uma das medidas de maior relevo no combate à pobreza, o Complemento Solidário para Idosos, aos pensionistas de invalidez que não reúnam as condições de acumulação com a Prestação Social para a Inclusão e que importa proteger face ao risco de pobreza", lê-se no comunicado distribuído aos jornalistas.

"Entendo que a SOLIDARIEDADE é enxergar no próximo as lágrimas nunca choradas e as angústias nunca verbalizadas"
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