Centro de Dia

Resposta social, desenvolvida em equipamento, que consiste na prestação de serviços que contribuem para a manutenção dos indivíduos idosos no seu meio familiar e social.

Apoio Domiciliário

Cuidados individualizados e personalizados, no domicílio, a utentes que, por motivo de doença, deficiência ou outro impedimento, não possam assegurar atividades do dia-a-dia.

Jardim de Infância

Serviços que permitem o desenvolvimento equilibrado das crianças desde os 3 anos até ao ingresso no ensino básico, sendo complementar da ação educativa da família.

Cantinas Sociais

Resposta social, desenvolvida em equipamento, para o fornecimento de refeições, em especial a indivíduos economicamente desfavorecidos, podendo integrar outras atividades.


ADIC Destaque

15/11/2017 - 17:47h
Nos termos do artº 35, nº 4 dos Estatutos a Direção da ADIC disponibiliza para consulta aos seus associados o documento que irá ser objecto de apreciação, discussão e votação na reunião da assembleia-geral agendada para o próximo dia 24/11/2017.
Abaixo poderá consultar o documento no ficheiro PDF.
O mesmo documento - Programa de Ação e Orçamento para 2018 - poderá ser consultado AQUI.
A Direção  

ADIC Notícias

16/11/2017 - 17:23h
05/11/2017 - 16:14h
Em reunião ordinária da Direção realizada no passado dia 18/10/2017, foi decidido dar início ao lançamento do concurso das obras a celebrar no âmbito do Concurso Público para a execução da empreitada do Centro Social de Vilarinho. Foram apresentados, o Projecto e as minutas das peças do procedimento, Programa do Concurso e Caderno de Encargos da obra do Centro Social de Vilarinho, com o preço base de 950.000,00 € (novecentos e cinquenta mil euros). Foi deliberado, por unanimidade, aprovar todos os documentos do Projecto, e as peças do procedimento, Programa do Concurso e Caderno de Encargos e abrir concurso público conforme o Código de Contratos Público, pelo valor do procedimento em causa e de forma a promover a concorrência. Na mesma reunião foi ainda nomeado e aprovado um júri para o procedimento.
O presidente Alcides Emanuel da Silva Martins, nos termos do disposto no artigo 34º, nº 2 dos Estatutos, convocou a Assembleia Geral da ADIC – Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã, para reunir em Sessão Ordinária, no próximo dia 24 de novembro de 2017, pelas 20:00 horas, no Centro de Dia de Vilarinho, com a seguinte ordem de trabalhos: 1 – Apreciar e votar o orçamento e programa de ação para o ano de 2018, bem assim como o parecer do Conselho Fiscal – cfr. art. 32º alínea e) dos Estatutos. 2 – Informar do ponto de situação relativamente ao processo de arquitetura, do caderno de encargos para a conclusão das obras do novo Centro Social de Vilarinho e das condições bancárias do empréstimo hipotecário. 3 – Conhecer para eventual ratificação da deliberação da Direção que, por unanimidade, aprovou todos os documentos do projeto, as peças do procedimento, programa do concurso, caderno de encargos e nomeação de júri e abrir concurso público conforme o Código de Contratos Públicos assim justifica, pelo valor do procedimento de 950.000,00 € de forma a promover a mais ampla transparência e concorrência. 4 – Outros assuntos de interesse para a Associação. Se, à hora acima indicada, não estiverem presentes mais de metade dos associados com direito a voto, nos termos do art.º 35º, nº 6 dos Estatutos, a Assembleia reunirá uma hora depois, com qualquer número de sócios presentes.

31/08/2017 - 16:07h
29/06/2017 - 17:41h
Vai ter início no próximo dia 1 de setembro mais um ano letivo na resposta social de Jardim de Infância. Iniciamos mais um ano letivo verificando que, de ano para ano, muitas Famílias continuam a confiar no nosso trabalho que, cada vez mais consolidado, tem contribuído para o crescimento alicerçado da Instituição. Continuamos a apostar num ensino de qualidade, motivador de novas aprendizagens e de muitas descobertas, sempre promovendo um ambiente acolhedor que, acreditamos, é essencial para uma formação sólida de cada uma das nossas cianças/utentes. Comprometemo-nos a continuar a acompanhar de perto cada Utente, numa relação individual, num compromisso de um para um, incentivando cada Criança, cada Jovem a descobrir-se, a descobrir o mundo e a reinventar novos caminhos. As atividades multiplicar-se-ão dentro de diversos contextos, que conduzirão a um desenvolvimento da capacidade de ver, de questionar, de interpretar e de criar, porque o nosso Jardim de Infância os objetivos não se esgotam no ensinar tudo o que há para aprender. Mais do que simples transmissores de conhecimentos, queremos que as nossas crianças cheguem mais longe e assumimo-nos como participantes responsáveis na construção do próprio conhecimento. Queremos ser intervenientes diretos num mundo mais inovador, colaboradores na criação de gerações mais competentes, mais criativas, também mais solidárias e mais felizes. Sabemos que vai ser um ano de muitos desafios, mas acreditamos que será também mais uma fase cheia de conquistas e que, entre o rigor, o trabalho e a capacidade de entrega e de dedicação que a aprendizagem sempre implica, se vão multiplicar os sorrisos e fortalecer laços que nunca se esquecem, sendo certo que, assim, poderemos construir um futuro diferente e que faça realmente a diferença. A Direção
Faleceu Abel Pedro de Carvalho. É com imenso pesar que a ADIC – Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã comunica o falecimento de Abel Pedro de Carvalho, 71 anos, vítima de doença prolongada. Abel Pedro de Carvalho foi um dos fundadores da ADIC, decorria o ano de 1997 e durante 20 anos exerceu vários cargos nos órgãos sociais da Instituição, designadamente o de vice-presidente da Direção. Presentemente, era o associado nº 2 e secretário da Direção, cargo que exercia há cerca de 7 anos. A sua vida foi repleta de intervenção e participação cívica e associativa em várias organizações, associações, coletividades e muito principalmente em prol de causas sociais. Foi ainda autarca na Câmara Municipal da Lousã e Junta de Freguesia de Vilarinho. Homem de diálogo fácil, participativo e responsável, que pautava as suas intervenções sempre de uma forma muito lúcida, séria e leal ... Homem respeitador e respeitado por todos, com opinião frontal, mas sempre de uma forma apaziguadora e de busca de consensos reais sérios e duradouros. A Lousã perdeu um Homem interventivo e tremendamente construtivo nas suas opiniões, ações e atitudes. A Direção da ADIC expressa os seus mais sentidos pêsames à sua esposa Teresa, às suas filhas, Sandra e Tânia, restante família e amigos em geral. Obrigado Abel!Deixaste-nos o teu grande exemplo de vida e um enormíssimo legado. A Direção
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01 SET 2017
A 1 de setembro vai ter inicio o ano letivo 2017/18 no nosso Jardim de Infância
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05 NOV 2017
Hoje assinala-se o Dia do Cuidador e estima-se que, em Portugal, 900 mil pessoas sejam dependentes de outras, com fortes limitações no dia-a-dia, devido a problemas de saúde. Prevê-se que, dentro de 24 anos, este número passe a 1,1 milhões de pessoas dependentes.
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24 NOV 2017
Ordem de trabalhos: 1 – Apreciar e votar o orçamento e programa de ação para o ano de 2018, bem assim como o parecer do Conselho Fiscal – cfr. art. 32º alínea e) dos Estatutos. 2 – Informar do ponto de situação relativamente ao processo de arquitetura, do caderno de encargos para a conclusão das obras do novo Centro Social de Vilarinho e das condições bancárias do empréstimo hipotecário. 3 – Conhecer para eventual ratificação da deliberação da Direção que, por unanimidade, aprovou todos os documentos do projeto, as peças do procedimento, programa do concurso, caderno de encargos e nomeação de júri e abrir concurso público conforme o Código de Contratos Públicos assim justifica, pelo valor do procedimento de 950.000,00 € de forma a promover a mais ampla transparência e concorrência. 4 – Outros assuntos de interesse para a Associação.

LOUSÃ Notícias


No próximo dia 6 de novembro a Fundação comemora 30 anos da realização da escritura constitutiva da ADFP por iniciativa de Jaime Ramos. As comemorações incluem um conjunto de iniciativas que foram decorrendo ao longo do ano, culmina agora com um programa de aniversário que integra eventos internos e outros virados para a comunidade. Os momentos altos do programa de eventos serão o tradicional almoço de aniversário e uma Gala com a participação de artistas locais e amigos da organização. O primeiro momento do programa de aniversário previsto para Novembro e Dezembro teve lugar no dia 3 de novembro, no cinema de Miranda do Corvo, com “Nos sapatos e Francisco”, tema da aula magistral proferida por Anselmo Borges, que marcou a abertura oficial do ano letivo da Universidade Sénior mirandense Dia do aniversário, 6 de novembro, haverá um conjunto de iniciativas internas de caráter desportivo e cultural, com a atuação musical por parte da Universidade Sénior de Miranda do Corvo e a colaboradora Glória Correia, culminando com bolo de aniversário, espumante e sumos. No dia 10, o Parque Biológico da Serra da Lousã promove um Magusto do Dia de São Martinho, dirigido aos visitantes e colaboradores do PBSL. A grande maioria dos colaboradores deste parque temático são pessoas com necessidades especiais, e que integram as valências de centro de actividades ocupacionais e formação profissional. O dia mais significativo das comemorações, com almoço, visitas e inaugurações será no dia 11 de novembro.


Saber comunicar com os utentes é essencial, alerta o sociólogo Fausto Amaro, presidente da Sociedade Portuguesa de Suicidologia (SPS), a propósito do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio. O responsável sublinha que "os cuidados de saúde primários são essenciais na prevenção do suicídio, sendo necessário que estes estejam interligados com os serviços de Psiquiatria e Saúde Mental". É nesse contexto que um dos oradores convidados do Colóquio que se realiza dia 9 de setembro é o médico de família João Rodrigues, presidente da Associação Nacional das Unidades de Saúde Familiar (USF-AN). "Nunca se podem utilizar expressões banais" Este trabalho de equipa, multidisciplinar, contribui para que os profissionais de saúde saibam como falar com uma pessoa que se suspeita ter tendências suicidas ou que diga mesmo ao médico que pretende por fim à vida. “É uma área muito delicada, que exige muita formação, porque nunca se podem utilizar expressões banais, como ‘Isso não faz sentido’, ou ‘Tudo vai passar’.” Fausto Amaro reforça que “saber comunicar com os utentes é essencial, assim como, em caso de dúvida, é preciso saber quando se deve perguntar se a pessoa quer mesmo morrer e, de seguida, ajudá-la a encontrar uma alternativa, sem nunca desvalorizar o que ela está a sentir”, destaca igualmente o papel da comunicação social, "que deve ser vista como um parceiro fundamental". Na sua opinião, "é importante saber-se dar a notícia de um suicídio, para que se evitem mais casos por imitação", sublinha. Torna-se assim importante dar formação aos jornalistas, “para que essa notícia seja dada de modo a que se passe a mensagem de que há alternativa a esse comportamento”. Além de Fausto Amaro, na sessão de abertura do Colóquio do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, que decorrerá no Museu Municipal Álvaro Viana de Lemos, estará presente Ana Ferreira, vereadora da Câmara Municipal da Lousã, e Álvaro de Carvalho, diretor do PNSM/DGS e coordenador do PNPS. Com início às 14h30, a iniciativa inclui uma conferência intitulada "Baleia Azul: trilhos e exuberâncias de inquietações larvares", que será proferida pelo psiquiatra Carlos Brás Saraiva.


Vila Nova de Poiares, Arganil, Góis, Lousã, Miranda do Corvo, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra e Penela: os oito municípios querem que a futura autoestrada entre Coimbra e Viseu passe a sul do rio Mondego. Sete presidentes de câmara deram disso mesmo conta, ontem, durante uma conferência de imprensa, ao considerarem que a “alternativa sul” é a que “melhor responderá às dificuldades que se acumularam ao longo dos anos ao nível das acessibilidades”. Dos oito subscritores do documento, apenas o presidente da Câmara da Pampilhosa da Serra, José Brito, não participou na apresentação do documento. De acordo com João Miguel Henriques, presidente da câmara de Vila Nova de Poiares e anfitrião do encontro, o IP3 não dá resposta às necessidades do público nem a “devida resposta em termos de mobilidade rodoviária” entre o litoral e o interior.

SOCIAL Notícias


A ADIC encontra-se sem receber os montantes protocolados com o Instituto de Segurança Social desde julho passado. Estado atrasou verbas e algumas cantinas sociais cortaram refeições. A Segurança Social não transferiu verbas no Verão e algumas instituições interromperam a distribuição de comida. Agora, queixam-se de descida de 41 mil para 22 mil refeições antes de arranque de entrega de cabazes. A mudança de paradigma na ajuda alimentar está a ter consequências na mesa de algumas famílias carenciadas. O Instituto de Segurança Social esteve mais de três meses sem transferir verbas para a Rede Solidária de Cantinas Sociais e, nessa altura, houve instituições a interromper a distribuição de comida. Agora, o número de refeições vai cair para quase metade até ao final deste ano e a distribuição de cabazes ainda não começou. A Rede Solidária de Cantinas Sociais nunca foi pensada como uma solução permanente. Era uma resposta de emergência à crise que devia durar até ao final de 2014. Subsistiu. E as dúvidas sobre a sua continuidade instalaram-se com o passar dos tempos. Cabazes em vez de cantinasJá em janeiro deste ano, o governo anunciou o novo paradigma. Em vez de cantinas sociais, haveria distribuição de cabazes alimentares, que incluiriam peixe, carne e legumes congelados. O novo programa responderia às pessoas que têm capacidade e condições para conservar alimentos e cozinhá-los. As cantinas sociais manter-se-iam para as outras. No Compromisso de Cooperação para o Sector Social e Solidário para o biénio 2017-2018, assinado entre o Governo e a União das Misericórdias Portuguesas, a União das Mutualidades e a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social (CNIS), ficou assente que haveria um “perfil de diminuição do número de refeições” servidas em cantina social. A aplicação dessa metodologia teria início no segundo semestre, por altura da habitual renovação dos protocolos. No final de junho, ainda não era claro o que iria sobrar da Rede Solidária de Cantinas Sociais. A verba correspondente às refeições servidas deixou de ser transferida para as instituições parceiras. Muitas nem sabiam se a Segurança Social iria ou não assinar uma adenda aos textos iniciais dos protocolos. “Decorrente da mudança de paradigma, a intenção de proceder à assinatura das adendas de renovação com as instituições foi formalizada a partir da primeira quinzena de setembro”, admite o gabinete do ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, Vieira da Silva. “Os pagamentos estão a ser efetuados, sendo que nos distritos em que a totalidade dos pagamentos ainda não se encontra regularizada o ISS está a trabalhar para normalizar a situação com brevidade”, refere ainda. O número de refeições servidas pela Rede Solidária de Cantinas Sociais já estava a diminuir de forma progressiva e neste semestre está a cair para metade. Em dezembro de 2014, no pico do programa, havia protocolo para 845 cantinas servirem 49 mil refeições diárias. Em dezembro de 2015, 42.500 mil. Em dezembro de 2016, 41.300. Agora, com estas 807 adendas que integram uma previsão de redução gradual ao longo de outubro, novembro e dezembro, ficar-se-á pelas 22 mil. Os indicadores socioeconómicos têm melhorado, o número de desempregados registados nos centros de emprego desceu para o valor mais baixo desde 2008. Há menos pessoas a precisar de ajuda alimentar, mas a diminuição da oferta decretada pela Segurança Social não corresponde à diminuição da procura verificada pelas instituições.


Mais de um milhão de portugueses dependentes em 2040 Estima-se que em 2040 mais de um milhão de portugueses sejam dependentes de outros, devido a problemas de saúde. Como forma de melhorar os cuidados domiciliários, a empresa portuguesa SWORDH Health cria um sistema digital para a reabilitação física. Hoje assinala-se o Dia do Cuidador e estima-se que, em Portugal, 900 mil pessoas sejam dependentes de outras, com fortes limitações no dia-a-dia, devido a problemas de saúde. Prevê-se que, dentro de 24 anos, este número passe a 1,1 milhões de pessoas dependentes.


Prazo para IPSS se candidatarem termina a 31 de dezembro São já muitas as IPSS que estão habilitadas a obter a consignação de 0,5% do IRS dos contribuintes, mas muitas há ainda que não e, a verdade, é que o processo de habilitação não é oneroso nem requer demasiados esforços. Assim, as pessoas coletivas de utilidade pública, como as Instituições Particulares de Solidariedade Social, as entidades inscritas no registo de pessoas coletivas religiosas (RPCR), as que prossigam fins de beneficência ou de assistência ou humanitários e as que desenvolvam atividades de natureza e interesse cultural (estas desde 2016), que queiram beneficiar da consignação da quota equivalente a 0,5 % do IRS liquidado aos sujeitos passivos deste imposto têm até 31 de dezembro do ano fiscal a que respeita a coleta a consignar. Ou seja, termina no final do ano o período de candidatura àquele benefício fiscal. Assim, desde que preencham os requisitos necessários e não tenham dívidas ao Estado ou execuções fiscais em curso, associações humanitárias de bombeiros voluntários, misericórdias, centros paroquiais, cooperativas, casas do povo, associações de reformados, associações de apoio a vítimas de doenças, associações de solidariedade social e também pessoas coletivas que desenvolvam atividades de natureza e interesse cultural podem candidatar-se a este benefício fiscal, sem que o contribuinte saia lesado no valor a que tiver direito a ser ressarcido pelo Estado. REQUISITOS Para poder estar habilitada ao benefício fiscal, a IPSS deve fazer prova junto da Autoridade Tributária e Aduaneira do seu registo como Instituição Particular de Solidariedade Social ou da obtenção do reconhecimento, pelo membro do governo que tutela a respetiva atividade, da prossecução dos fins relevantes para o efeito da aplicação da Lei da Liberdade Religiosa ou do reconhecimento da isenção de IRC, com fundamento no exercício de atividade com os mesmos fins, com caráter exclusivo, nos termos do art. 10.º do Código do IRC, consoante a sua natureza; e requerer o benefício da consignação de quota do IRS, nos termos da parte final do n.º 4 do art. 32.º da Lei da Liberdade Religiosa. Estas obrigações devem ser cumpridas até 30 de setembro próximo. Note-se que este procedimento só tem de ser feito no primeiro ano em que a instituição requer ser elegível. Apenas nos casos em que o interesse desapareça ou que não se reúnam as condições de elegibilidade que deverá haver informação por parte da instituição à Autoridade Tributária. Este é um benefício fiscal que nasceu com a publicação da Lei n.º 16/2001, de 22 de Junho, que regula a Liberdade Religiosa em Portugal, em que o contribuinte pode consignar parte da massa coletada pelo Estado (0,5%) em sede de IRS. Se inicialmente este benefício era pouco significativo para as entidades que o recebiam, com o correr dos anos e algumas alterações legislativas, a situação tem vindo a evoluir de uma forma muito favorável, tendo crescido em número de contribuintes que consignam, de entidades que beneficiam e do montante consignado. Há instituições que conseguem obter ganhos à volta dos 20 mil euros, sendo que, após a candidatura, a única tarefa requerida às instituições é a de sensibilizarem utentes e seus familiares, sócios e amigos, que por sua vez devem ser motivados a sensibilizar outras pessoas, a inscreverem o número de contribuinte da IPSS no local devido da declaração de IRS, doando assim parte do seu imposto, sem que dali retirem qualquer prejuízo financeiro. Refira-se ainda que durante muito tempo a impossibilidade de as IPSS poderem ser restituídas do IVA, a 100%, de obras no imobilizado e nas viaturas (uma de quatro em quatro anos), também afastou muitas IPSS deste benefício fiscal, pois não era permitido acumular os dois benefícios. Porém, esta situação foi alterada em 2009, passando a ser possível, a partir do ano seguinte, as IPSS beneficiarem da consignação de 0,5% de IRS e ainda da restituição do IVA, agora a 50%, das obras nos equipamentos e dos bens alimentares. Nesta altura houve ainda uma outra alteração que potenciou igualmente a adesão das instituições a este benefício fiscal, que foi o fim da renovação da candidatura, que era necessário fazer todos os anos, terminando também a obrigatoriedade de as entidades beneficiadas terem que comunicar às Finanças o destino da verba recebida. De facto, com as alterações legislativas e uma maior divulgação da possibilidade que o contribuinte tem de doar parte do imposto que pagou, sem qualquer prejuízo para o próprio, o crescimento desta realidade tem sido exponencial. Quando em 2004 eram apenas oito as entidades candidatas, em 2017 foram já 3.481. E este número tem vindo a crescer ao longo dos anos de forma expressiva: em 2009 eram 77; em 2010, 108; em 2011, pouco mais de 900; em 2012, 986; em 2013, 1.700; em 2014, 2.045; em 2015, 2.612; e em 2016 eram 2.971. Assim, esta pode igualmente ser uma fonte de receita, pontual é certo, mas sempre importante para um universo que vive sempre com os tostões contados.

"Não temos nas nossas mãos as soluções para todos os problemas do mundo, mas diante de todos os problemas do mundo temos as nossas mãos."
  Frase do dia por Friedrich Schiller
Previsão metereológica
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A "ADIC - Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã" agradece a todas as entidades e organizações que reconhecem e apoiam a sua actividade.
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