Solidariedade: Presidente da CNIS pede mais acompanhamento
       
Publicada a 25 de janeiro de 2018 às 17:45h

O presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) falou hoje na Comissão da Segurança Social e Trabalho, na Assembleia da República, propondo a criação de uma autoridade independente que fiscalize o sector.

 

O padre Lino Maia entende que a criação dessa autoridade pode permitir que “não haja instituições de solidariedade virtuais e estabelecidas só para apanhar incautos”.

 

Para o sacerdote, é errado pensar num cenário generalizado de falta de “transparência” no setor social, após a polémica que se seguiu ao caso ‘Raríssimas’.

 

O presidente da CNIS entende que a criação de uma autoridade independente que acompanhe e fiscalize o sector pode permitir que “não haja instituições de solidariedade virtuais e estabelecidas só para apanhar incautos”.

 

Para o padre Lino Maia, é errado pensar num cenário generalizado de falta de “transparência” no setor social, após a polémica que se seguiu ao caso ‘Raríssimas’.

 

“Ao longo das últimas duas décadas, em competências e em recursos humanos, a matriz de relacionamento entre as IPSS e os centros de Segurança Social, que era de um acompanhamento próximo e muito pedagógico (…) foi substituída por uma avaliação burocrática”, lamentou.

 

“Tem diminuído em qualidade e em número o acompanhamento da Segurança Social às instituições e tem aumentado a fiscalização”, assinalou depois o sacerdote.

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